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Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Descrição, Posologia, Efeitos secundários, Contraindicações. Data from EMA, URPL, openFDA and other regulatory sources.
| Atorvastatin | Rosuvastatin | |
|---|---|---|
| Substâncias ativas | ATORVASTATIN | ROSUVASTATIN |
| Código ATC | C10AA05 | C10AA07 |
| Forma | TABLET | TABLET, FILM COATED |
| Posologia | 20 mg/1 | 5 mg/1 |
| Via de administração | ORAL | ORAL |
| Fabricante | DirectRX | ScieGen Pharmaceuticals, Inc. |
| Indicações | A Atorvastatina é utlizada principalmente para o tratamento de dislipidemia e a prevenção de doenças cardiovasculares. A Atorvastatina utiliza-se para reduzir os níveis de colesterol em doentes em quem o Médico considera que a dieta, de forma isolada, não é suficiente. – Hipersensibilidade a dihidropiridinas, ou à atorvastatina. – Doença hepática ativa ou elevações inexplicáveis persistentes das transaminases séricas que ultrapassem 3 vezes o limite superior do normal. – Hipotensão grave. – Choque (incluindo choque cardiogénico). – Obstrução do tracto de saída do ventrículo esquerdo (p. ex., estenose aórtica de elevado grau). – Insuficiência cardíaca hemodinamicamente instável após enfarte agudo do miocárdio. – Gravidez e aleitamento e em mulheres de idade fértil que não utilizem medidas contraceptivas apropriadas. – Uso concomitante com itraconazol, cetoconazol e telitromicina. | A rosuvastatina é utilizado em conjunto com uma dieta adequada para reduzir o colesterol e triglicéridos (gorduras) no sangue. Rosuvastatina pode ajudar a prevenir ou retardar a problemas médicos, tais como a aterosclerose (endurecimento das artérias), que são causadas por gorduras entupimento dos vasos sanguíneos. Ele também pode ser usado para prevenir certos tipos de coração e vasos sanguíneos problemas em doentes com factores de risco para os problemas do coração. Rosuvastatina pertence a um grupo de medicamentos chamados inibidores da HMG-CoA redutase ou estatinas. Funciona através do bloqueio de uma enzima que é necessária ao organismo para produzir colesterol, então isso reduz a quantidade de colesterol no sangue. Tratamento da hipercolesterolemia Adultos, adolescentes e crianças com idade igual ou superior a 10 anos com hipercolesterolemia primária (tipo IIa incluindo hipercolesterolemia familiar heterozigótica) ou dislipidemia mista (tipo IIb) como adjuvante da dieta sempre que a resposta à dieta e a outros tratamentos não farmacológicos (por ex. exercício físico, perda de peso) seja inadequada. Hipercolesterolemia familiar homozigótica, como adjuvante da dieta e de outros tratamentos antidislipidémicos (por ex., aférese de LDL) ou se tais tratamentos não forem apropriados. Prevenção de Eventos Cardiovasculares Prevenção de eventos cardiovasculares graves em doentes nos quais se pensa existir um risco elevado de ocorrência de um primeiro evento cardiovascular, como adjuvante da correcção de outros factores de risco. Rosuvastatina é contra-indicado: - em doentes com hipersensibilidade à rosuvastatina. - em doentes com doença hepática activa incluindo elevações persistentes e inexplicáveis das transaminases séricas e qualquer elevação das transaminases séricas que exceda 3 vezes o limite superior do normal (LSN). - em doentes com insuficiência renal grave (depuração da creatinina < 30 ml/min.). - em doentes com miopatia. - em doentes tratados concomitantemente com ciclosporina. - durante a gravidez e o aleitamento e em mulheres de idade fértil que não adoptam medidas contraceptivas apropriadas. A dose de 40 mg é contra-indicada em doentes com factores predisponentes para miopatia/rabdomiólise. Esses factores incluem: - insuficiência renal moderada (depuração da creatinina < 60 ml/min) - hipotiroidismo - antecedentes pessoais ou familiares de perturbações musculares hereditárias - antecedentes pessoais de toxicidade muscular com outro inibidor da HMG-CoA redutase ou fibrato - abuso de álcool - situações em que possa ocorrer um aumento dos níveis plasmáticos - doentes asiáticos - uso concomitante de fibratos. |
| Efeitos secundários | Frequentes (poderão afetar 1 em 10 pessoas): – reações alérgicas que podem incluir elevações na pele (pápulas) vermelhas, que provocam comichão (urticária). Pouco frequentes (poderão afetar 1 em 100 pessoas): – inflamação do pâncreas (pancreatite). Os sintomas podem incluir dor intensa no abdómen e nas costas, náuseas e vómitos. – inflamação do fígado (hepatite). Os sintomas podem incluir amarelecimento da pele, perda de apetite e geralmente sensação de mal-estar. Raros (poderão afetar 1 em 1000 pessoas): – Fraqueza, cãibras, sensibilidade ou dor musculares inexplicáveis, especialmente se forem acompanhadas por uma sensação inusual de mal-estar ou febre (em casos raros, esta associação de sintomas levou a uma patologia grave, por vezes fatal, designada rabdomiólise, que significa rotura das células musculares). – reações alérgicas cutâneas graves com sintomas como manchas vermelhas na pele, erupção cutânea, formação de bolhas (erupção bolhosa), descolamento da pele que poderá rapidamente espalhar-se a todo o corpo. Podem também ocorrer concomitantemente sintomas gripais, como febre, garganta inflamada e fadiga. Muito raros (poderão afetar 1 em 10000 pessoas): – Uma reação alérgica grave (designada anafilaxia) que inclui sintomas como um rápido inchaço da face, língua ou garganta que poderão provocar grandes dificuldades respiratórias, erupção cutânea com comichão e baixa pressão arterial. – Insuficiência hepática. Os sintomas poderão incluir amarelecimento da pele e dos olhos, abdómen inchado, urina escura, náuseas, perda de apetite, febre e fadiga. Outros efeitos secundários possíveis: Frequentes (poderão afetar 1 em 10 pessoas): – Constipacção (infeção do tracto respiratório superior com sintomas como tosse, garganta inflamada, corrimento nasal e febre) – Aumento dos níveis de açúcar no sangue – Dores de cabeça, tonturas, cansaço, sonolência – Vermelhidão da pele (rubor) – Dor de garganta, sangramento do nariz – sensação de enjoo (náusea), dor abdominal, problemas gástricos (indigestão), diarreia, obstipação e flatulência (gases) – Dor muscular e articular, cãibras musculares, espasmos musculares, dor lombar, dor nos membros – Articulações e tornozelos inchados (edema) – Observadas alterações nas análises ao sangue, nomeadamente aumento da enzima “creatina fosfocinase” e de certas enzimas hepáticas. Pouco frequentes (poderão afetar 1 em 100 pessoas): – Dificuldade em dormir – Diminuição dos níveis de açúcar no sangue – Desmaios (síncope) – Perda de apetite – Aumento ou perda de peso – Alterações do humor, ansiedade, depressão, tremores, pesadelos – Perda de memória, reduzido sentido do tato ou dor, formigueiros ou sensação de picadas nos dedos das mãos ou dos pés – Perturbações da visão, visão turva, zumbidos ou campainhas nos ouvidos (acufenos) – percepção de batimentos cardíacos inusuais (palpitações) – Pressão arterial reduzida – Falta de ar – Boca seca, alterações do paladar, vómitos, nariz entupido (rinite), eructacção – Erupção na pele ou comichão, erupção na pele com comichão (urticária), queda de cabelo, nódoas negras ou pequenas manchas na pele, descoloração da pele, sudação aumentada – Dor no pescoço, fraqueza muscular – Dor no peito – Perturbações urinárias (micção nocturna excessiva e aumento da frequência de mições) – Impotência, inchaço do tecido mamário nos homens – sensação de desconforto, sensação de fraqueza, dor, sensação geral de mal-estar, febre – Glóbulos brancos na urina. Raros (poderão afetar 1 em 1000 pessoas): – Reduzido número de plaquetas no sangue – sensação de confusão – Problemas nos nervos dos braços ou das pernas com sintomas como reduzida sensibilidade e fraqueza (“neuropatia periférica”) – Dor no peito (angina) – Bloqueio dos ductos biliares (colestase) com sintomas como amarelecimento dos olhos e da pele e urina escura – Inchaço da pele ou das membranas mucosas – inflamação ou inchaço dos músculos esqueléticos (miosite), inflamação dos tendões ou lesão dos tendões. Muito raros (poderão afetar 1 em 10000 pessoas): – Diminuição do número de glóbulos brancos – Rigidez ou tensão muscular, inflamação dos tendões ou lesão dos tendões – Ritmo cardíaco anormal (lento ou rápido), ataque de coração, inflamação dos pequenos vasos sanguíneos – inflamação das gengivas (hiperplasia gengival) – inflamação do revestimento do estômago (gastrite) – Tosse – Diminuição da audição – Inchaço das camadas profundas da pele incluindo inchaço dos lábios, pálpebras e língua, descamação da pele, sensibilidade da pele à luz solar. Desconhecida (não é possível estimar a frequência a partir dos dados disponíveis): – inflamação dos pulmões designada “doença pulmonar intersticial” que origina dificuldades respiratórias, tosse persistente e febre. – Patologia designada “síndrome extrapiramidal” com sintomas como movimentos involuntários, tremores, rigidez muscular e espasmos, geralmente na face e no pescoço – Diabetes, que é mais provável se tiver elevados níveis de açúcar e gorduras no sangue, excesso de peso e pressão arterial alta. O seu Médico irá monitorizá-lo enquanto estiver a tomar este medicamento. | Pare de tomar Rosuvastatina e procure imediatamente cuidados médicos se tiver alguma das seguintes reacções alérgicas: • Dificuldade em respirar, com ou sem inchaço da face, lábios, língua e/ou garganta • Inchaço da face, lábios, língua e/ou garganta, o que poderá causar dificuldade em engolir • Comichão intensa na pele (com pápulas). Pare também de tomar Rosuvastatina e fale imediatamente com o médico se sentir dores musculares invulgares que se prolonguem mais do que o esperado. Tal como com outras estatinas, um número muito reduzido de pessoas sofreu efeitos musculares indesejáveis e raramente estes efeitos progrediram de modo a resultarem numa destruição muscular potencialmente fatal, conhecida como rabdomiólise. Efeitos secundários frequentes possíveis (podem afectar até 1 em cada 10 utilizadores): • Dor de cabeça • Dor de estômago • Prisão de ventre (obstipação) • Náuseas • Dor muscular • Sensação de fraqueza • Tonturas • Aumento da quantidade de proteínas na urina – que geralmente volta ao normal sem que seja necessário parar de tomar os seus comprimidos de Rosuvastatina • Diabetes, principalmente em doentes com valores de açúcar no sangue próximos do limite máximo do normal. Efeitos secundários pouco frequentes possíveis (podem afectar até 1 em cada 100 utilizadores): • Erupção cutânea, comichão ou outras reacções cutâneas • Aumento da quantidade de proteínas na urina – que geralmente volta ao normal sem que seja necessário parar de tomar os seus comprimidos de Rosuvastatina Efeitos secundários raros possíveis (podem afectar até 1 em cada 1.000 utilizadores): • Reacções alérgicas graves – os sinais incluem inchaço da face, lábios, língua e/ou garganta, dificuldade em engolir e respirar, comichão intensa na pele (com pápulas). Caso pense que está a ter uma reacção alérgica, pare de tomar Rosuvastatina e procure imediatamente ajuda médica • Lesão muscular em adultos – como precaução, pare de tomar Rosuvastatina e fale imediatamente com o médico se sentir dores musculares invulgares que se prolongam mais do que o esperado. • Dor de estômago intensa (inflamação do pâncreas) • Aumento das enzimas hepáticas no sangue • Redução das plaquetas no sangue Efeitos secundários muito raros possíveis (podem afectar até 1 em cada 10.000): • Icterícia (coloração amarela da pele e dos olhos) • Hepatite (uma inflamação do fígado) • Vestígios de sangue na sua urina • Lesão dos nervos nas pernas e nos braços (p. ex. dormência) • Dores nas articulações • Perda de memória • Ginecomastia (aumento do volume mamário nos homens) Efeitos secundários de frequência desconhecida (a frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis): • Diarreia (fezes moles) • Síndrome de Stevens-Johnson (doença grave que causa bolhas na pele, boca, olhos e órgãos genitais) • Tosse • Falta de ar • Edema (inchaço) • Distúrbios do sono, incluindo insónias e pesadelos • Disfunção sexual • Depressão • Problemas respiratórios, incluindo tosse persistente e/ou falta de ar • Lesão nos tendões Um distúrbiodos nervos que pode provocar fraqueza, formigueiro ou dormência (neuropatia periférica) Fraqueza muscular que é constante (miopatia necrosante imunomediada). |
| Avisos | Gravidez Gravidez: Não tome Atorvastatina se estiver grávida. Aleitamento Aleitamento: Não tome Atorvastatina se estiver a amamentar. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Ver Estatinas. Condução Condução: Normalmente este medicamento não afecta a sua capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. No entanto, não conduza caso este medicamento afecte a sua capacidade para conduzir. Não utilize quaisquer ferramentas ou máquinas caso este medicamento afecte a sua capacidade de as utilizar. Efeitos hepáticos Deverão ser efectuadas análises da função hepática antes do início do tratamento, periodicamente após o início do tratamento e em doentes que desenvolvam algum sinal ou sintoma sugestivo de lesão hepática. Caso se verifiquem níveis aumentados das transaminases, deverá ser efectuada monitorização até que essa anomalia desapareça. Caso persista um aumento da ALT ou da AST superior a 3 vezes o limite superior do normal (LSN), o tratamento deverá ser descontinuado. Atorvastatina deverá ser utilizada com precaução em doentes que consumam quantidades substanciais de álcool, em doentes com insuficiência hepática e/ou nos que tenham antecedentes de doenças hepáticas. Efeitos no músculo-esquelético Tal como com outros inibidores da HMG-CoA reductase, a Atorvastatina poderá afetar o músculo esquelético e provocar mialgia, miosite e miopatia que, raramente, poderão progredir para rabdomiólise, caracterizada por níveis acentuadamente elevados de CPK (>10 vezes o LSN), mioglobinemia e mioglobinúria que poderão conduzir a insuficiência renal e, em casos raros, poderão ser fatais. Não é recomendado um controlo regular dos níveis de CPK ou de outras enzimas musculares em doentes assintomáticos tratados com estatinas. No entanto, é recomendada a monitorização da CPK antes de iniciar qualquer tratamento com uma estatina e durante o tratamento com uma estatina em doentes com fatores predisponentes para rabdomiólise e nos que apresentam sintomas musculares. Antes do tratamento Atorvastatina deverá ser prescrita com precaução em doentes com fatores predisponentes para rabdomiólise. Deverá medir-se o nível de creatina fosfocinase (CPK) antes de iniciar o tratamento com uma estatina nas seguintes situações: – Em idosos (idade >70 anos); a necessidade dessa medição deverá ser considerada, de acordo com a presença de outros fatores predisponentes para rabdomiólise; – Insuficiência renal; – Hipotiroidismo; – Antecedentes pessoais ou familiares de doenças musculares hereditárias; – Antecedentes de toxicidade muscular com uma estatina ou um fibrato; – Abuso de álcool; – Situações em que possa ocorrer um aumento dos níveis plasmáticos, como interações e populações especiais, incluindo subpopulações genéticas. Nessas situações, deverá considerar-se o risco do tratamento em relação ao possível benefício e é recomendada monitorização clínica. Se os níveis basais de CPK estiverem significativamente elevados (>5 vezes o LSN), não se deverá iniciar o tratamento. Medição da creatina fosfocinase A creatina fosfocinase (CPK) não deve ser medida após exercício físico vigoroso ou na presença de qualquer causa alternativa plausível de aumento da CPK, pois isso torna difícil a interpretação dos resultados. Se os níveis basais de CPK estiverem significativamente elevados (>5 vezes o LSN), os níveis devem ser medidos após 5 a 7 dias para confirmar os resultados. Se os níveis basais de CPK > 5 vezes o LSN forem confirmados, o tratamento não deverá ser iniciado. Durante o tratamento – Deve ser pedido aos doentes para comunicarem imediatamente dores musculares, cãibras ou fraqueza musculares inexplicáveis especialmente se acompanhadas por mal-estar ou febre. – Se esses sintomas ocorrerem enquanto um doente estiver a receber tratamento, os seus níveis de CPK deverão ser medidos. Caso se verifique que esses níveis estão significativamente aumentados (>5 vezes o LSN), o tratamento deverá ser interrompido. – Se os sintomas musculares forem graves e provocarem desconforto diário, mesmo se os níveis de CPK estiverem aumentados para ≤5 x LSN, deverá ser considerada a descontinuação do tratamento. – Se os sintomas se resolverem e os níveis de CPK regressarem ao normal, então poderá ser considerada a reintrodução de Amlodipina Atorvastatina com monitorização apertada. – Atorvastatina deve ser descontinuado se ocorrer uma elevação clinicamente significativa dos níveis de CK (> 10 x LSN) ou caso se suspeite de rabdomiólise ou se a mesma for diagnosticada. Medicação concomitante A associação de Atorvastatina com dantroleno (perfusão), gemfibrozil e outros fibratos não é recomendada. Como com outros fármacos da classe das estatinas, o risco de rabdomiólise e miopatia é aumentado quando Atorvastatina é administrada concomitantemente com certos medicamentos como: ciclosporina, eritromicina, claritromicina, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, niacina, gemfibrozil, outros derivados do ácido fíbrico ou inibidores da protease do VIH. O uso concomitante de Atorvastatina e ácido fusídico não é recomendado. Poderá ser necessária a suspensão temporária da terapia com Atorvastatina durante o tratamento com ácido fusídico. Prevenção de AVC por redução agressiva dos níveis de colesterol Numa análise post-hoc dos subtipos de AVC em doentes sem doença cardíaca coronária (DCC) que tinham sofrido há pouco tempo um AVC ou um acidente isquémico transitório (AIT), verificou-se uma maior incidência de AVC hemorrágico em doentes que iniciaram tratamento com 80 mg de Atorvastatina em comparação com placebo. O risco aumentado foi particularmente notado em doentes com um AVC hemorrágico ou enfarte lacunar anterior à entrada no estudo. Para os doentes com um AVC hemorrágico ou enfarte lacunar anterior, o balanço dos riscos e benefícios de 80 mg de Atorvastatina é incerto, e o potencial risco de AVC hemorrágico deverá ser cuidadosamente considerado antes de iniciar o tratamento. Doença intersticial pulmonar Foram notificados casos expcecionais de doença pulmonar intersticial com algumas estatinas, especialmente com o tratamento prolongado. As características com que se manifesta podem incluir dispneia, tosse não produtiva e deterioração do estado geral de saúde (fadiga, perda de peso e febre). Caso se suspeite que um doente desenvolveu doença pulmonar intersticial, o tratamento com estatinas deverá ser descontinuado. Diabetes Mellitus Alguns dados sugerem que as estatinas como classe aumentam a glicemia e nalguns doentes, com elevado risco de surgimento de diabetes, poderão originar um nível de hiperglicemia em que são apropriados cuidados formais da diabetes. No entanto, este risco é superado pela redução do risco vascular com estatinas e, por conseguinte, não deverá constituir um motivo para interrupção do tratamento com estatinas. Os doentes em risco (glucose em jejum de 5,6 a 6,9 mmol/L, IMC>30 kg/m2, triglicéridos aumentados, hipertensão) deverão ser monitorizados clínica e bioquimicamente de acordo com as directrizes nacionais. | Gravidez Gravidez: A rosuvastatina é contraindicada na gravidez. Aleitamento Aleitamento: A rosuvastatina é contraindicada na amamentação. Insuf. Renal Insuf. Renal: Dose inicial – 5 mg 1 vez/dia e dose máxima – 10 mg/dia para Cl cr < 30 ml/minuto. Condução Condução: Na condução de veículos ou na utilização de máquinas é necessário ter em conta que poderão ocorrer tonturas durante o tratamento. Efeitos renais Foi observada proteinúria, detectada por tiras reagentes e maioritariamente de origem tubular, em doentes tratados com doses elevadas de rosuvastatina, em particular 40 mg, tendo sido transitória ou intermitente na maioria dos casos. A proteinúria não demonstrou ser preditiva de doença renal aguda ou progressiva. A taxa de notificação de eventos renais graves na experiência pós-comercialização é maior com a dose de 40 mg. Deverá ser considerada uma avaliação da função renal durante o seguimento de rotina de doentes tratados com uma dose de 40 mg. Efeitos músculo-esqueléticos Foram notificados efeitos músculo-esqueléticos, p. ex. mialgia, miopatia e, raramente, rabdomiólise em doentes tratados com rosuvastatina para todas as doses, em particular com doses > 20 mg. Foram notificados casos muito raros de rabdomiólise com a utilização de ezetimiba em associação com inibidores da HMG-CoA redutase. Não pode ser excluída a existência de uma interacção farmacodinâmica e a sua associação deverá ser utilizada com precaução. Tal como com outros inibidores da HMG-CoA redutase, a taxa de notificação de rabdomiólise associada com rosuvastatina na experiência pós-comercialização é maior com a dose de 40 mg. Doseamento da creatina cinase A creatina cinase (CK) não deve ser doseada após exercício intenso ou na presença de causas alternativas plausíveis de aumento de CK, que possam confundir a interpretação dos resultados. Se os níveis basais de CK estiverem significativamente elevados (> 5xLSN) deverá ser efectuado um teste de confirmação no intervalo de 5-7 dias. Se a repetição do teste confirmar um valor basal de CK > 5xLSN, o tratamento não deverá ser iniciado. Antes do Tratamento A rosuvastatina, tal como com outros inibidores da HMG-CoA redutase, deverá ser prescrita com precaução em doentes com factores predisponentes para miopatia/rabdomiólise. Esses factores incluem: • compromisso da função renal • hipotiroidismo • antecedentes pessoais ou familiares de perturbações musculares hereditárias • antecedentes pessoais de toxicidade muscular com outro inibidor da HMG-CoA redutase ou fibrato • abuso de álcool • idade > 70 anos • situações em que possa ocorrer um aumento dos níveis plasmáticos. • uso concomitante de fibratos. Nestes doentes deverá ser avaliado o risco do tratamento relativamente aos possíveis benefícios e é recomendada uma monitorização clínica. Se os níveis basais de CK estiverem significativamente elevados (> 5xLSN), o tratamento não deverá ser iniciado. Durante o tratamento Os doentes devem ser advertidos a notificarem imediatamente dor muscular, fraqueza ou cãibras inexplicáveis, particularmente se associadas a mal-estar ou febre. Nestes doentes deverão ser determinados os níveis de CK. A terapêutica deverá ser interrompida se os níveis de CK estiverem acentuadamente elevados (> 5xLSN) ou se os sintomas musculares forem graves e provocarem desconforto diário (mesmo se os níveis de CK forem ≤5xLSN). Se os sintomas desaparecerem e os níveis de CK regressarem ao normal, deverá considerar-se a reintrodução da rosuvastatina ou de um inibidor alternativo da HMG-CoA redutase na dose mais baixa e com uma monitorização apertada. A monitorização de rotina dos níveis de CK em doentes assintomáticos não se justifica. Foram notificados casos muito raros de miopatia necrosante imunomediada (IMNM) durante ou após o tratamento com estatinas, incluindo a rosuvastatina. A IMNM é clinicamente caracterizada por fraqueza muscular proximal e elevação da creatinina quinase sérica, que persistem apesar da interrupção do tratamento com estatinas. Os ensaios clínicos não demonstraram indícios de aumento de efeitos sobre o músculo esquelético no reduzido número de doentes tratados com rosuvastatina e terapêutica concomitante. Observou-se, no entanto, aumento da incidência de miosite e de miopatia em doentes tratados com outros inibidores da HMG-CoA redutase em associação com derivados do ácido fíbrico, incluindo gemfibrozil, ciclosporina, ácido nicotínico, antifúngicos do grupo dos azóis, inibidores da protease e antibióticos macrólidos. O gemfibrozil aumenta o risco de miopatia quando administrado concomitantemente com alguns inibidores da HMG-CoA redutase. Portanto, a associação de rosuvastatina com gemfibrozil não é recomendada. O benefício de alterações adicionais dos níveis lipídicos, resultantes da associação de rosuvastatina com fibratos ou niacina, deverá ser cuidadosamente considerado face aos potenciais riscos dessas associações. A dose de 40 mg é contra-indicada com o uso concomitante de fibratos. A rosuvastatina não deverá ser utilizada em doentes com uma situação aguda grave, sugestiva de miopatia ou predisponente ao desenvolvimento de insuficiência renal secundária a rabdomiólise (p. ex. sépsis, hipotensão, grande cirurgia, traumatismo, disfunções metabólicas, endócrinas e electrolíticas graves ou epilepsia não controlada). Efeitos hepáticos Tal como com os outros inibidores da HMG-CoA redutase, a rosuvastatina deverá ser utilizada com precaução em doentes que consumam quantidades excessivas de álcool e/ou tenham antecedentes de doença hepática. Recomenda-se que sejam realizados testes da função hepática antes e 3 meses após o início do tratamento. A rosuvastatina deverá ser descontinuada ou a sua dose deverá ser reduzida caso o nível das transaminases séricas exceda 3 vezes o limite superior do normal. A taxa de notificação de eventos hepáticos graves (que consistiram principalmente em níveis aumentados das transaminases hepáticas) na experiência pós-comercialização é maior com a dose de 40 mg. Em doentes com hipercolesterolemia secundária causada por hipotiroidismo ou síndrome nefrótica, a doença subjacente deverá ser tratada antes de se iniciar a terapêutica com rosuvastatina. Raça Os estudos de farmacocinética revelaram um aumento da exposição em indivíduos asiáticos, em comparação com indivíduos caucasianos. Inibidores da protease Um aumento da exposição sistémica à rosuvastatina tem sido observado em indivíduos tratados com rosuvastatina concomitantemente com vários inibidores da protease em combinação com ritonavir. Deve ser considerado, quer o benefício de redução lipídica pelo uso de rosuvastatina em doentes com VIH tratados com inibidores da protease quer o potencial para o aumento das concentrações plasmáticas de rosuvastatina quando se inicia e se titulam doses de rosuvastatina em doentes tratados com inibidores da protease. O uso concomitante com inibidores da protease não é recomendado a menos que a dose de rosuvastatina seja ajustada. |
Atorvastatin (INN: ATORVASTATIN, ATC C10AA05) and Rosuvastatin (INN: ROSUVASTATIN, ATC C10AA07) differ in active substance, indications, and safety profile. The table above summarizes the clinical differences from regulatory documents.
Combination safety depends on mechanisms and your health profile. Use our interactions checker and always consult your doctor or pharmacist before combining medications.
Both drugs are approved when used per label. Safety is patient-specific — the better choice depends on your condition, other medications, allergies, and comorbidities. Consult a healthcare professional for personalized advice.
Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.