Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Descrição, Posologia, Efeitos secundários, Contraindicações. Data from EMA, URPL, openFDA and other regulatory sources.
| Naproxen | Ibuprofen | |
|---|---|---|
| Substâncias ativas | NAPROXEN | IBUPROFEN |
| Código ATC | G02CC02 | C01EB16 |
| Forma | TABLET, DELAYED RELEASE | TABLET, FILM COATED |
| Posologia | 500MG | 200 mg/1 |
| Via de administração | ORAL | ORAL |
| Fabricante | ATNAHS PHARMA US LTD | Whole Foods Market, INC. |
| Indicações | - Artrite reumatóide; - Osteoartrite, osteoartrose ou artrose; - Espondilite anquilosante; - Gota; - Artrite idiopática juvenil; - Dismenorreia (dores menstruais); - Tratamento e profilaxia da enxaqueca; - Como analgésico (alívio da dor) ou antipirético (diminuição da febre) em adultos, incluindo no pós-parto de mulheres que não amamentam, e em crianças; - Situações periarticulares e músculo-esqueléticas (ex. bursite – inflamação aguda ou crónica de uma bursa; tendinite – inflamação de um tendão; tenossinovite – inflamação de um tendão e da sua bainha; lumbago – dor forte, com aparecimento súbito na região lombar, frequentemente consecutiva a um esforço); - Alívio das dores agudas e/ou crónicas resultantes de um processo inflamatório (excepto no tratamento inicial da dor aguda); - Intervenções cirúrgicas e trauma (ex. luxações – deslocação anormal das extremidades ósseas de uma articulação; entorses, intervenções ortopédicas, extrações dentárias, cirurgia); - Menorragia (menstruação anormalmente abundante e que se prolonga para lá da sua duração habitual). Naproxeno está indicado para o tratamento de: - artrite reumatóide; - osteoartrite; - espondilite anquilosante; - gota; - artrite idiopática juvenil; - dismenorreia; - tratamento e profilaxia da enxaqueca; - como analgésico e antipirético em adultos, incluindo o pós-parto de mulheres que não amamentam; - como analgésico e antipirético em crianças; - situações periarticulares e músculo-esqueléticas - tais como bursite, tendinite, sinovite, tenossinovite, lumbago; - no alívio das dores agudas e/ou crónicas em que haja um componente inflamatório; - nas intervenções cirúrgicas e trauma - luxações, entorses, intervenções ortopédicas, extrações dentárias, cirurgia; - menorragia. Hipersensibilidade ao naproxeno. Está também contraindicado em doentes para os quais a aspirina ou outros anti-inflamatórios não esteróides/analgésicos induzam asma, rinite ou pólipos nasais. Ambas as reações são potencialmente fatais. Nestes doentes também se manifestaram reações graves semelhantes às reações anafilácticas. Todos os medicamentos contendo naproxeno estão contraindicados em doentes com: - História de hemorragia gastrointestinal ou perfuração, relacionada com terapêutica com AINE anterior; - Úlcera péptica/hemorragia ativa ou história de úlcera péptica/hemorragia recorrente (dois ou mais episódios distintos de ulceração ou hemorragia comprovada); - Insuficiência cardíaca grave. Os medicamentos contendo naproxeno estão contraindicados em crianças com menos de 2 anos de idade, uma vez que ainda não foi comprovada a segurança neste grupo etário. Terceiro trimestre de gravidez. |
Naproxen (INN: NAPROXEN, ATC G02CC02) and Ibuprofen (INN: IBUPROFEN, ATC C01EB16) differ in active substance, indications, and safety profile. The table above summarizes the clinical differences from regulatory documents.
Combination safety depends on mechanisms and your health profile. Use our interactions checker and always consult your doctor or pharmacist before combining medications.
Both drugs are approved when used per label. Safety is patient-specific — the better choice depends on your condition, other medications, allergies, and comorbidities. Consult a healthcare professional for personalized advice.
Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
| O Ibuprofeno é um medicamento anti-inflamatório não esteróide (AINE), usado para tratar a dor ligeira a moderada, ajuda a aliviar os sintomas de artrite (osteoartrite, artrite reumatóide, artrite juvenil), tais como inflamação, inchaço, rigidez e dor nas articulações. O Ibuprofeno não cura a artrite e ajuda apenas durante o tratamento. Além disso, o Ibuprofeno pode ser usado para tratar a febre, dores menstruais, e outras condições. Este medicamento tem acção contra a inflamação (reacção de defesa do organismo a uma agressão), dor e alívio da dor após procedimentos cirúrgicos em odontologia, ginecologia, ortopedia, traumatologia e otorrinolaringologia. Hipersensibilidade ao Ibuprofeno. Doentes com antecedentes de reações de hipersensibilidade (por ex. asma, rinite, angioedema ou urticária) associadas ao ácido acetilsalicílico, ibuprofeno ou outros fármacos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs). Doentes com história de úlcera péptica/hemorragia activa ou antecedentes de úlcera péptica/hemorragia (dois ou mais episódios distintos de ulceração ou hemorragia comprovada). Doentes com antecedentes de hemorragia ou perfuração gastrointestinal, relacionada com terapêutica anterior com AINEs. Insuficiência cardíaca grave, insuficiência hepática grave ou insuficiência renal grave. Hemorragias cerebrovasculares ou outras hemorragias activas. Distúrbios na produção de células sanguíneas de causa desconhecida. Situação de desidratação grave (por ex. provocada por vómitos, diarreia ou ingestão insuficiente de líquidos). Aplicação em pele não intacta. Terceiro trimestre de gravidez. Utilização nos olhos, lábios ou membranas mucosas. |
| Efeitos secundários | VIA ORAL: Os efeitos secundários mais frequentemente observados foram: Gastrointestinais: os eventos adversos mais frequentemente observados são de natureza gastrointestinal. Podem ocorrer, em particular nos idosos, úlceras pépticas, perfuração ou hemorragia gastrointestinal potencialmente fatais. Náuseas, dispepsia, vómitos, hematemese, flatulência, dor abdominal, diarreia, obstipação, melena, estomatite ulcerosa, exacerbação de colite ou doença de Crohn têm sido notificados na sequência da administração destes medicamentos. Sistema nervoso central: tonturas, sonolência, cefaleia, sensação de vazio cefálico, vertigem. Dermatológicos: equimose, prurido, púrpura, erupções cutâneas, transpiração. Órgãos dos sentidos: diminuição da acuidade auditiva, zumbidos, alterações visuais. Cardiovasculares: dispneia, edema, palpitações. Gerais: sede. Foram também observados os seguintes eventos adversos: Gastrintestinais: elevação das provas de função hepática, colite, esofagite, hemorragia gastrintestinal e/ou perfuração, hematemese, hepatite (alguns casos de hepatite foram fatais), icterícia, melena, ulceração gastrintestinal não péptica, pancreatite, ulceração péptica, estomatite ulcerativa, vómitos. Menos frequentemente têm vindo a ser observados casos de gastrite. Renais: hematúria, Hipercaliémia, nefrite intersticial, síndrome nefrótico, doença renal, insuficiência renal, necrose papilar renal, aumento da creatinina sérica. Hematológicos: agranulocitose, anemia aplástica, eosinofilia, anemia hemolítica, leucopénia, trombocitopénia. Sistema nervoso central: meningite asséptica, disfunção cognitiva, convulsões, depressão, pesadelos, incapacidade de concentração, insónia, mal-estar, mialgia, fraqueza muscular. Dermatológicos: alopécia, necrólise epidérmica, eritema multiforme, eritema nodoso, erupção, líquen planus, reação pustular, erupção cutânea, síndrome Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica (muito raro), urticária, reações de fotossensibilidade, incluindo casos raros semelhantes à porfíria cutânea tardia ("pseudoporfíria") ou epidermólise bulhosa. Se ocorrer fragilidade da pele, bolhas ou outros sintomas semelhantes à pseudoporfíria, o tratamento deve ser interrompido e deve-se vigiar o doente. Órgãos dos sentidos: distúrbios auditivos. Cardiovasculares: Têm sido notificados casos de edema, hipertensão e insuficiência cardíaca durante o tratamento com AINEs. Os dados dos ensaios clínicos e epidemiológicos sugerem que a administração de alguns AINEs (particularmente em doses elevadas e em tratamento de longa duração) poderá estar associada a um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos arteriais (por exemplo, enfarte do miocárdio ou AVC). Reprodutivos: infertilidade. Respiratórios: asma, pneumonite eosinofílica. Gerais: reações anafilactóides, edema angioneurótico, pirexia (arrepios e febre). Órgãos dos sentidos: opacidade da córnea, papilite, neurite óptica retrobulbar e papiledema. VIA CUTÂNEA: Como para outros anti-inflamatórios não esteróides dérmicos e transdérmicos, derivados do ácido propiónico, foram observadas reações cutâneas como eritema, prurido, irritação, sensação de calor ou queimadura ou dermatite de contacto. Foram observados alguns casos de erupção bulhosa de gravidade variada. São também possíveis reações de fotossensibilidade. O uso prolongado de produtos para administração tópica pode causar fenómenos de hipersensibilidade. Nestes casos, o tratamento deve ser descontinuado e instituída uma terapêutica alternativa adequada. VIA RECTAL: Os efeitos adversos mais frequentemente observados são de natureza gastrointestinal. Podem ocorrer, em particular nos idosos, úlceras pépticas, perfuração ou hemorragia gastrointestinal. Deve informar o médico assistente se surgirem os seguintes efeitos: náuseas, azia, vómitos, desconforto abdominal. No caso de sintomas abdominais mais graves como fezes escuras ou com sangue, úlcera, estomatite aftosa, diarreia intensa, exacerbação de colite, deve interromper o tratamento e consultar o médico assistente. Podem ocorrer os seguintes efeitos secundários: Gastrointestinais: obstipação, pancreatite. Sistema nervoso central: tonturas, sonolência, dores de cabeça, atordoamento, vertigem. Dermatológicos: equimoses, comichão, púrpura, erupções cutâneas, transpiração. Reações bolhosas incluindo síndroma de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica (muito raro). Órgãos dos sentidos: diminuição da audição, zumbidos, alterações da visão. Cardiovasculares: dificuldade em respirar, palpitações, vasculite. Edema, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, têm sido notificados em associação ao tratamento com AINE. Os medicamentos tais como naproxeno podem estar associados a um pequeno aumento do risco de ataque cardíaco (enfarte do miocárdio) ou AVC. Gerais: sede. Reações locais após administração rectal: após a administração de naproxeno supositório foram relatados, com pouca frequência desconforto rectal, eritema, hemorragia rectal, queimadura anal, edema localizado, flatulência e tenesmo. | Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados através da toma da dose mais baixa durante o menor período de tempo necessário para aliviar os sintomas. Os idosos que tomam este medicamento têm um maior risco de desenvolver problemas associados com efeitos indesejáveis. PARE DE UTILIZAR este medicamento se: Sinais de sangramento gastrointestinal tais como: dor grave no abdómen, fezes escuras, vómitos com sangue ou com partículas escuras semelhantes a borras de café. Sinais de reacções alérgicas raras mas graves tais como agravamento da asma, ruídos respiratórios ou falta de ar inesperados, inchaço da face, língua ou garganta, dificuldade em respirar, coração acelerado, diminuição da pressão sanguínea que resulte em choque. Reacções na pele graves tais como erupções generalizadas no corpo, descamação ou bolhas na pele, incluindo uma reacção cutânea grave conhecida como síndrome de DRESS (frequência desconhecida). Os sintomas de DRESS incluem: erupção cutânea, febre, inchaço dos nódulos linfáticos e um aumento de eosinófilos (um tipo de células sanguíneas brancas). Frequentes (podem afectar até 1 a 10 pessoas): - sintomas gastrointestinais, como azia, dores abdominais e náuseas, indigestão, diarreia, vómitos, flatulência (gases), prisão de ventre e pequenas perdas de sangue no estômago e/ou no intestino que podem causar anemia em casos excepcionais. Pouco frequentes (podem afectar até 1 a 100 pessoas): - úlceras gastrointestinais, sangramento ou perfuração, inflamação na membrana mucosa da boca com formação de úlceras, agravamento da doença inflamatória intestinal crónica (colite e doença de Crohn), gastrite - dor de cabeça, tonturas, insónias, agitação, irritabilidade ou cansaço - distúrbios visuais - diversas erupções na pele - reacções de hipersensibilidade com urticária e comichão Raros (podem afectar até 1 a 1000 pessoas): - tinido (zumbido nos ouvidos), perdas de audição - lesões nos rins (necrose papilar), caracterizada por concentrações elevadas de ureia no sangue, dores laterais e/ou abdominais, sangue na urina e febre - aumento da concentração sanguínea de ácido úrico - diminuição dos níveis de hemoglobina Muito raros (podem afectar até 1 em 10000 pessoas): - inflamação do esófago (esofagite), inflamação do pâncreas (pancreatite) e formação de estenose intestinal tipo diafragma - insuficiência cardíaca, ataque cardíaco - diminuição da quantidade de urina e inchaço (especialmente em doentes com hipertensão ou função renal diminuída); inchaço (edema) e urina turva (síndrome nefrótico); doença inflamatória renal (nefrite intersticial) que pode levar a insuficiência renal aguda. - reacções psicóticas, depressão - pressão sanguínea alta (hipertensão), vasculite - palpitações - mau funcionamento do fígado, lesões no fígado (os primeiros sinais são descoloração da pele), especialmente durante tratamentos a longo prazo, insuficiência hepática, inflamação aguda do fígado (hepatite) - problemas na produção das células do sangue • os primeiros sinais são: febre, dor de garganta, úlceras superficiais na boca, sintomas semelhantes a gripe, cansaço severo, sangramento nasal e da pele e nódoas negras inexplicáveis. Não pode tratar estes sintomas com analgésicos ou com medicamentos para reduzir a febre (medicamentos antipiréticos) sem supervisão médica. - infecções graves da pele e complicações ao nível dos tecidos moles em doentes com varicela - foi descrito agravamento de inflamações relacionadas com infecção (ex. fasceíte necrosante) associado à utilização de certos analgésicos (AINEs). - têm sido observados sintomas de meningite asséptica, com rigidez da nuca, dor de cabeça, náuseas, vómitos, febre ou perturbações da consciência durante a utilização de ibuprofeno. Os doentes com doenças autoimunes (LES, doença mista do tecido conjuntivo) têm maior probabilidade de ser afectados. - formas graves de reacções cutâneas como erupção cutânea com vermelhidão e bolhas (ex. Síndrome de Stevens-Johnson, eritema multiforme, necrólise epidérmica tóxica/Síndrome de Lyell), perda de cabelo (alopécia). Desconhecidos (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): - reacções respiratórias que incluem asma, broncospasmo ou dispneia. - pode ocorrer uma reacção cutânea grave conhecida como síndrome de DRESS. Os sintomas de DRESS incluem: erupção cutânea, febre, inchaço dos nódulos linfáticos e um aumento de eosinófilos (um tipo de células sanguíneas brancas). - Erupção cutânea generalizada, avermelhada e descamativa com inchaços sob a pele e bolhas, localizada sobretudo nas pregas da pele, tronco e extremidades superiores, acompanhada por febre no início do tratamento (Pustulose generalizada exantemática aguda). - a pele torna-se sensível à luz. Os medicamentos como o ibuprofeno podem estar associados a um pequeno aumento do risco de ataque cardíaco ("enfarte do miocárdio") ou acidente vascular cerebral. |
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| Avisos | Gravidez Gravidez: Não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja absolutamente necessário. A administração de Naproxeno está contraindicada durante o terceiro trimestre de gravidez. Aleitamento Aleitamento: O uso de naproxeno em mulheres que amamentem não é recomendado devido à possibilidade de ocorrência de reacções adversas dos fármacos inibidores da prostaglandinas nos recém-nascidos. Insuf. Renal Insuf. Renal: Ver AINEs. Condução Condução: Alguns doentes podem sentir sonolência, tonturas, vertigens, insónia ou depressão quando tomam naproxeno. Se os doentes sentirem estas reacções adversas ou semelhantes, recomenda-se cautela no desempenho de actividades que requeiram atenção. VIA ORAL: A administração concomitante de Naproxeno com outros AINE, incluindo inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, deve ser evitada. Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados utilizando a menor dose eficaz durante o menor período de tempo necessário para controlar os sintomas. Efeitos Gastrointestinais Hemorragia, ulceração e perfuração gastrointestinal: têm sido notificados com todos os AINE casos de hemorragia, ulceração e perfuração gastrointestinal potencialmente fatais, em várias fases do tratamento, associados ou não a sintomas de alerta ou história de eventos gastrointestinais graves. O risco de hemorragia, ulceração ou perfuração é maior com doses mais elevadas de AINE, em doentes com história de úlcera, especialmente se associada a hemorragia ou perfuração e em doentes idosos. Nestas situações os doentes devem ser instruídos no sentido de informar sobre a ocorrência de sintomas abdominais anormais (especialmente de hemorragia gastrointestinal), sobretudo nas fases iniciais do tratamento. Nestes doentes o tratamento deve ser iniciado com a menor dose eficaz disponível. A co-administração de agentes protetores (ex.: misoprostol ou inibidores da bomba de protões) deverá ser considerada nestes doentes, assim como em doentes que necessitem de tomar simultaneamente ácido acetilsalicílico em doses baixas, ou outros medicamentos susceptíveis de aumentar o risco gastrointestinal. É aconselhada precaução em doentes a tomar concomitantemente outros medicamentos que possam aumentar o risco de úlcera ou hemorragia, tais como corticosteróides, anticoagulantes (tais como a varfarina), inibidores seletivos da recaptação da serotonina ou antiagregantes plaquetários tais como o ácido acetilsalicílico. Em caso de hemorragia gastrointestinal ou ulceração em doentes a tomar Naproxeno o tratamento deve ser interrompido. Os AINE devem ser administrados com precaução em doentes com história de doença gastrointestinal (colite ulcerosa, doença de Crohn), na medida em que estas situações podem ser exacerbadas. Ensaios abertos em doentes com artrite reumatóide que tiveram disfunção gastrintestinal elevada e/ou foram intolerantes a outros AINEs comuns indicaram que o naproxeno é geralmente bem tolerado. À semelhança do que acontece com outros anti-inflamatórios não esteróides, a incidência e a gravidade de complicações gastrintestinais podem tornar-se mais frequentes com o aumento da dose e da duração do tratamento com Naproxeno. Efeitos renais Tem surgido na literatura médica casos de função renal diminuída, insuficiência renal, nefrite intersticial aguda, hematúria, proteinúria, necrose papilar renal e, ocasionalmente, síndroma nefrótico associados à administração de medicamentos contendo naproxeno. À semelhança do que acontece com outros AINEs, os medicamentos contendo naproxeno têm de ser administrados sob vigilância em doentes com função renal diminuída ou com história de doença renal, porque o naproxeno é um inibidor da síntese das prostaglandinas. Os doentes cujo estado clínico possa conduzir à redução do volume de sangue e/ou do fluxo sanguíneo renal nos quais as prostaglandinas renais têm um papel importante na perfusão renal devem ser seguidos. Nestes doentes, a administração de medicamentos contendo naproxeno ou outros AINEs pode causar redução dependente da dose na formação de prostaglandina renal e pode precipitar a descompensação renal ou insuficiência renal. Os doentes mais expostos a esta reação são aqueles com função renal diminuída, hipovolémia, insuficiência cardíaca, disfunção hepática, deplecção de sal, os doentes em tratamento com diuréticos e os idosos. A interrupção da administração dos medicamentos contendo naproxeno é normalmente seguida da recuperação para o estado pré-tratamento. Nestes doentes, os medicamentos contendo naproxeno devem ser administrados sob vigilância clínica e é aconselhável a monitorização da creatinina sérica e/ou a depuração da creatinina. Nestes doentes, a redução na dose diária deve ser tida em conta para evitar a possibilidade da acumulação excessiva dos metabólitos de naproxeno. Os medicamentos contendo naproxeno não são recomendados em doentes com uma depuração da creatinina inferior a 20 ml/minuto, pois tem-se verificado acumulação de metabólitos de naproxeno nestes doentes. A hemodiálise não diminui a concentração plasmática de naproxeno devido à elevada taxa de ligação às proteínas. Hematológicas O naproxeno diminui a agregação das plaquetas e prolonga o tempo de hemorragia. Este efeito deve ser tido em consideração quando se determina o tempo de hemorragia. Doentes com problemas de coagulação ou em tratamento com medicamentos que interfiram na hemostase devem ser cuidadosamente observados no caso de estarem a tomar medicamentos contendo naproxeno. Doentes com alto risco de hemorragia e que estejam a fazer um tratamento com anticoagulantes (ex. derivados de dicoumarol) podem ficar sujeitos a um maior risco aumentado de hemorragia se lhes forem administrados simultaneamente medicamentos contendo naproxeno. Reações anafilácticas (anafilactóides) Podem ocorrer reações de hipersensibilidade em indivíduos susceptíveis. Podem ocorrer reações anafilácticas em doentes com ou sem história de hipersensibilidade após exposição à aspirina, a outros anti-inflamatórios não-esteróides ou a medicamentos contendo naproxeno. Estes eventos podem também ocorrer em indivíduos com história de angioedema, reatividade broncospástica (p.ex. asma), rinite e pólipos nasais. As reações anafilactóides, como anafilaxia, podem ser fatais. Em doentes com história de asma, doença alérgica ou sensibilidade à aspirina pode ocorrer broncospasmo. Efeitos hepáticos À semelhança do que se passa com outros anti-inflamatórios não-esteróides, pode ocorrer aumento de um ou mais valores da função hepática. As alterações hepáticas deverão ser causadas mais pela hipersensibilidade do que pela toxicidade directa. Foram relatadas reações hepáticas graves, incluindo icterícia e hepatite (alguns casos de hepatite foram fatais). Foi descrita reatividade cruzada. Efeitos antipiréticos As atividades antipiréticas e anti-inflamatórias do naproxeno reduzem a febre e inflamação, diminuindo assim a sua utilidade como sinais de diagnóstico. Esteróides Se a dose de esteróides for reduzida ou eliminada durante o tratamento, deve ser reduzida lentamente e os doentes têm de ser vigiados para a eventualidade de quaisquer reações adversas, incluindo insuficiência adrenal e o agravamento dos sintomas de artrite. Efeitos oftalmológicos Os ensaios clínicos não mostraram que a administração de naproxeno provoque alterações no olho. Em casos raros, foram relatadas alterações oculares incluindo papilite, neurite óptica retrobulbar e papiledema, em doentes que tomaram AINEs incluindo naproxeno, embora não se tenha estabelecido qualquer relação causal; assim, doentes que tenham alterações visuais durante o tratamento com medicamentos contendo naproxeno devem fazer um exame oftalmológico. Efeitos Cutâneos Têm sido muito raramente notificadas reações cutâneas graves, algumas das quais fatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndroma de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, associadas à administração de AINE. Aparentemente o risco de ocorrência destas reações é maior no início do tratamento, sendo que na maioria dos casos estas reações manifestam-se durante o primeiro mês de tratamento. Naproxeno deve ser interrompido aos primeiros sinais de rash, lesões mucosas, ou outras manifestações de hipersensibilidade. Efeitos Cardiovasculares e cerebrovasculares Têm sido notificados casos de retenção de líquidos e edema associados ao tratamento com AINEs, pelo que os doentes com história de hipertensão arterial e/ou insuficiência cardíaca congestiva ligeira a moderada deverão ser adequadamente monitorizados e aconselhados. Os dados dos ensaios clínicos e epidemiológicos sugerem que a administração de inibidores da COX-2 e alguns AINEs (particularmente em doses elevadas e em tratamento de longa duração) poderá estar associada a um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos arteriais (por exemplo, enfarte do miocárdio ou AVC). Apesar de os dados indicarem que a administração de naproxeno (1000 mg diários) possa estar associada a um baixo risco, o mesmo não pode ser excluído. Os doentes com hipertensão arterial não controlada, insuficiência cardíaca congestiva, doença isquémica cardíaca estabelecida, doença arterial periférica, e/ou doença cerebrovascular apenas devem ser tratados com naproxeno após cuidadosa avaliação. As mesmas precauções deverão ser tomadas antes de iniciar o tratamento de longa duração de doentes com fatores de risco cardiovascular (ex: hipertensão arterial, hiperlipidemia, Diabetes Mellitus e hábitos tabágicos). Precauções com doentes idosos Os idosos apresentam uma maior frequência de reações adversas com AINE, especialmente de hemorragias gastrointestinais e de perfurações que podem ser fatais. Nos doentes idosos a depuração é reduzida. É recomendada a utilização de uma dose mais baixa. Precauções relacionadas com a fertilidade A utilização de naproxeno, tal como acontece com outros medicamentos que inibem a síntese das prostaglandinas/ciclogenase, pode comprometer a fertilidade e não é recomendada em mulheres que estejam a tentar engravidar. Em mulheres com dificuldade em engravidar ou nas quais esteja a ser investigada a causa de infertilidade, deverá ser considerada a suspensão do naproxeno. Associação com outros AlNEs Não se recomenda a associação de medicamentos contendo naproxeno com outros AINEs, devido aos riscos acumulados de ocorrência de reações adversas graves associadas aos AINEs. VIA CUTÂNEA: Evitar usar o gel nos olhos, membranas mucosas, feridas e/ou lesões cutâneas. As concentrações sanguíneas alcançadas pela substância ativa e absorvidas através da pele não são de magnitude tal que exponham a risco de efeitos indesejáveis ou a ser necessário fazer advertências relativamente à administração sistémica do medicamento aplicável. No entanto, o uso de Naproxeno gel não está recomendado em doentes que apresentem reações alérgicas ao ácido acetilsalicílico e/ou outros AINEs, não sendo também recomendado em doentes com história de ocorrências alérgicas ou eventos alérgicos em curso. Para prevenir fenómenos de hipersensibilidade ou fotossensibilidade, evitar a exposição directa à luz solar, incluindo solários, durante o tratamento e duranteas 2 semanas seguintes. O uso do produto deve ser descontinuado se os doentes apresentarem erupção ou irritação cutânea. VIA RECTAL: Deve evitar a administração concomitante de Naproxeno com outros anti-inflamatórios não esteróides (AINE), incluindo os inibidores seletivos da ciclooxigenase-2. Os idosos apresentam uma maior frequência de reações adversas com AINE, especialmente de hemorragias gastrointestinais e de perfurações que podem ser fatais. Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados utilizando a menor dose eficaz durante o menor período de tempo necessário para controlar os sintomas. Têm sido notificados com todos os AINE casos de hemorragia, ulceração e perfuração gastrointestinal. O risco destas reações é maior com doses mais elevadas de AINE, em doentes com história de úlcera péptica, especialmente se associada a hemorragia ou perfuração e em doentes idosos. Se ocorrerem sintomas abdominais e de hemorragia digestiva (fezes escuras ou com sangue) sobretudo na fase inicial do tratamento, deve interromper o tratamento e informar imediatamente o médico assistente. Recomenda-se precaução na utilização em doentes com história de doença inflamatória do intestino (colite ulcerosa, doença de Crohn), na medida em que estas situações podem ser exacerbadas. Efeitos cardiovasculares e cerebrovasculares Têm sido notificados casos de retenção de líquidos e edema (inchaço dos pés ou mãos), pelo que os doentes com problemas cardíacos devem ser vigiados e aconselhados pelo médico. Os medicamentos tais como Naproxeno podem estar associados a um pequeno aumento do risco de ataque cardíaco (enfarte do miocárdio) ou Acidente Vascular Cerebral (AVC). O risco é maior com doses mais elevadas e em tratamentos prolongados. Não deve ser excedida a dose recomendada nem o tempo de duração do tratamento. Se tem problemas cardíacos, sofreu um AVC ou pensa que pode estar em risco de vir a sofrer destas situações (por exemplo se tem pressão sanguínea elevada, diabetes, elevados níveis de colesterol ou se é fumador) deverá aconselhar-se sobre o tratamento com o seu médico ou farmacêutico. Utilizar Naproxeno sob vigilância médica em doentes com função renal diminuída ou com história de doença renal. Deve ser utilizada a menor dose eficaz. Naproxeno diminui a agregação das plaquetas e prolonga o tempo de hemorragia. Recomenda-se vigilância médica em doentes com alterações da coagulação sanguínea ou em tratamento com anti-coagulantes (por ex. heparina ou varfarina). Podem ocorrer dificuldades respiratórias (broncoespasmo) em doentes com história de angioedema, asma, rinite e pólipos nasais. Têm sido muito raramente notificadas reações cutâneas graves associadas à administração de AINE (dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica). Aos primeiros sinais de rash, lesões das mucosas ou outras manifestações de hipersensibilidade (alergia), deve interromper o tratamento e informar imediatamente o médico assistente. Recomenda-se interromper o tratamento 48 horas antes da realização de provas da função renal ou supra-renal, uma vez que o naproxeno pode alterar os resultados. Dada a atividade antipirética (baixa a febre) e anti-inflamatória do naproxeno, a febre e a inflamação podem perder utilidade como sinais de diagnóstico. Doentes com alterações da visão durante o tratamento com naproxeno, devem efectuar um exame oftalmológico. A administração de Naproxeno pode diminuir a fertilidade feminina, não sendo recomendado em mulheres que planeiam engravidar. Em mulheres que tenham dificuldade em engravidar ou nas quais a possibilidade de infertilidade está a ser averiguada deverá ser considerada a interrupção do Naproxeno. | Gravidez Gravidez: A administração de Ibuprofeno não é recomendada durante a gravidez. Aleitamento Aleitamento: A administração de Ibuprofeno não é recomendada durante a lactação. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Ver AINEs. Insuf. Renal Insuf. Renal: Ver AINEs. Fale com o médico ou farmacêutico antes de utilizar este medicamento: - tem uma infecção; - tem asma ou qualquer doença alérgica, pois poderá ocorrer falta de ar; - sofre de febre dos fenos, pólipos nasais ou doença pulmonar obstrutiva crónica, pois existe um maior risco de ocorrerem reacções alérgicas. As reacções alérgicas podem apresentar-se na forma de ataques de asma (designada asma induzida por analgésicos), edema de Quincke ou urticária; - tem o funcionamento dos rins diminuído; - tem problemas de fígado. - está a tomar outro medicamento AINE (incluindo inibidores da COX-2, tais como celecoxib ou etoricoxib) porque esta toma em conjunto deve ser evitada. - tem LES (Lupus Eritematoso Sistémico, uma doença do sistema imunitário que afecta o tecido conjuntivo resultando em dor articular, alterações dermatológicas e disfunções de outros órgãos) ou doença mista do tecido conjuntivo. - tem um distúrbio hereditário na produção de sangue (por exemplo, porfiria aguda intermitente). - tem problemas de coagulação do sangue. - sofre de doença crónica do intestino, como Doença de Crohn ou colite ulcerativa. - está desidratada uma vez que existe risco de insuficiência renal em crianças desidratadas. - foi recentemente submetida a uma grande cirurgia. - tem varicela; recomenda-se evitar a utilização de ibuprofeno durante o período infecioso. O ibuprofeno pode ocultar sinais de infecções, tais como febre e dor. Foram notificadas reacções cutâneas graves associadas ao tratamento com ibuprofeno. Deve parar de tomar ibuprofeno e procurar assistência médica imediatamente caso desenvolva rash cutâneo, lesões das membranas mucosas, bolhas ou outros sinais de alergia, uma vez que podem ser os primeiros sinais de uma reacção cutânea muito grave. Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados se, para controlar os sintomas, for utilizada a dose mínima eficaz durante o menor tempo possível. Têm sido notificados com todos os AINEs casos de hemorragia, ulceração e perfuração gastrointestinal, potencialmente fatais, em várias fases do tratamento, associados ou não a sintomas de alerta ou história de acontecimentos gastrointestinais graves. Quando ocorre hemorragia ou ulceração gástrica, o tratamento deve ser interrompido imediatamente. O risco de hemorragia, ulceração ou perfuração gastrointestinal é superior com doses mais elevadas de AINEs e em doentes com história de úlcera péptica, especialmente se associada a hemorragia ou perfuração e em doentes idosos. Nestes doentes, o tratamento deve ser iniciado com a menor dose disponível. A administração concomitante com agentes protectores (ex. misoprostol ou inibidores da bomba de protões) deverá ser considerada nestes doentes, assim como naqueles que necessitem de tomar simultaneamente ácido acetilsalicílico (AAA) em doses baixas, ou outros medicamentos susceptíveis de aumentar o risco gastrointestinal. Em geral, a dose recomendada de (vários tipos de) analgésicos pode levar ao desenvolvimento de problemas renais graves, com risco de insuficiência renal (nefropatia analgésica). Os medicamentos anti-inflamatórios/analgésicos como o ibuprofeno podem estar associados a um pequeno aumento do risco de ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral, particularmente quando usado em doses elevadas. Deve falar sobre o tratamento com o médico ou farmacêutico antes de tomar ibuprofeno se: - tem problemas cardíacos incluindo insuficiência cardíaca, angina de peito (dor no peito), ou se teve um ataque cardíaco, cirurgia bypass, doença arterial periférica (circulação diminuída das pernas ou pés devido a estreitamento ou bloqueio arterial), ou qualquer tipo de acidente vascular cerebral (incluindo “mini-acidentes vasculares cerebrais” ou acidente isquémico transitório (AIT). - tem hipertensão arterial, diabetes, colesterol elevado, tem histórico familiar de doença cardíaca ou acidente vascular cerebral, ou se é fumador. Enquanto estiver a tomar ibuprofeno, antes de ser submetido a uma cirurgia ou intervenção dentária, deve avisar o médico. O uso prolongado de qualquer tipo de analgésico para dores de cabeça pode piorá-las. O diagnóstico de dor de cabeça por uso excessivo de medicamentos deve ser considerado suspeito em doentes que tenham dores de cabeça frequentes ou diárias apesar da (ou devido à) utilização regular de medicamentos para a dor de cabeça. Pacientes que relatam distúrbios oculares durante o tratamento com ibuprofeno devem descontinuar o tratamento e devem ser realizados exames oftalmológicos. Os idosos apresentam um maior risco de desenvolver efeitos secundários quando tomam AINEs, especialmente os efeitos secundários relacionados com o estômago e intestino. Doentes com história de toxicidade gastrointestinal, particularmente doentes idosos, devem comunicar ao médico qualquer sintoma abdominal não usual (especialmente hemorragia gastrointestinal) particularmente nas fases iniciais do tratamento. Informe o médico ou farmacêutico se estiver a utilizar, tiver utilizado recentemente, ou se vier a utilizar outros medicamentos. Ibuprofeno pode afectar ou ser afectado por outros medicamentos. Por exemplo: - medicamentos que são anticoagulantes (isto é, fluidificam o sangue/previnem a coagulação, por exemplo, ácido acetilsalicílico, varfarina, ticlopidina). - medicamentos que reduzem a hipertensão arterial (inibidores da ECA, como o captopril, bloqueadores dos receptores beta, como o atenolol, antagonistas dos receptores da angiotensina II, como o losartan). Outros medicamentos podem também afectar ou ser afectados pelo tratamento com ibuprofeno. Por esse motivo procure sempre o aconselhamento do médico ou farmacêutico antes de utilizar Ibuprofeno com outros medicamentos. Em particular, informe-os se estiver a tomar: Outros AINEs incluindo inibidores da COX-2: podem aumentar o risco de efeitos secundários. Digoxina (para a insuficiência cardíaca): o efeito da digoxina pode ser aumentado. Glucocorticóides (medicamentos que contenham cortisona ou substâncias semelhantes à cortisona): podem aumentar o risco de úlceras ou sangramento gastrointestinal. Agentes antiplaquetários podem aumentar o risco de hemorragias. Ácido acetilsalicílico (doses baixas) uma vez que o efeito fluidificante do sangue pode ser afectado. Medicamentos para diluir o sangue (como a varfarina): o ibuprofeno pode aumentar os efeitos destes medicamentos. Fenitoína (para a epilepsia): o efeito da fenitoína pode ser aumentado. Inibidores selectivos da recaptação da serotonina (medicamentos utilizados para a depressão): podem aumentar o risco de hemorragia gastrointestinal. Lítio (um medicamento para a doença maníaco-depressiva e depressão): o efeito do lítio pode ser aumentado. Probenecida e sulfimpirazonas (medicamentos para a gota): podem atrasar a eliminação do ibuprofeno do organismo. Medicamentos para a hipertensão arterial e diuréticos: o ibuprofeno pode diminuir os efeitos destes medicamentos e pode haver um possível aumento do risco para o rim. Diuréticos poupadores de potássio, por ex., amilorida, canrenoato de potássio, espironolactona, triamtereno podem causar aumento dos níveis de potássio no sangue (hipercaliémia). Metotrexato (um medicamento para o cancro ou reumatismo). Mifepristona (para a interrupção da gravidez): o efeito do metotrexato pode ser aumentado. O efeito da mifepristona pode ser reduzido. Tacrolímus e ciclosporina (medicamentos imunossupressores): pode ocorrer lesão dos rins. Zidovudina (um medicamento para o tratamento da Sida/VIH): a utilização de ibuprofeno pode causar o aumento do risco de hemorragias nas articulações ou hemorragias que causam inchaço em hemofílicos VIH(+). Sulfonilureias (medicamentos antidiabéticos): uma vez que os níveis de açúcar podem ser afectados. Quinolonas o risco de convulsões pode ser aumentado. Voriconazol e fluconazol (inibidores do CYP2C9) usados para infecções fúngicas: o efeito do ibuprofeno pode aumentar. Uma redução na dose de ibuprofeno pode ser considerada, particularmente quando estão a ser administradas doses elevadas de voriconazol ou fluconazol. Aminiglicosídeos: os AINEs podem diminuir a excreção dos aminoglicosídeos. Ginkgo biloba uma vez que o risco de hemorragia pode ser aumentado. |
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