Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Descrição, Posologia, Efeitos secundários, Contraindicações. Data from EMA, URPL, openFDA and other regulatory sources.
| Omeprazole | Esomeprazole | |
|---|---|---|
| Substâncias ativas | OMEPRAZOLE | ESOMEPRAZOLE |
| Código ATC | A02BC01 | A02BC01 |
| Forma | TABLET, DELAYED RELEASE | CAPSULE, DELAYED RELEASE |
| Posologia | 20 mg/1 | 20 mg/1 |
| Via de administração | ORAL | ORAL |
| Fabricante | Meijer, Inc. | Dolgencorp Inc |
| Indicações | Adultos: Tratamento de úlceras duodenais Prevenção da recidiva de úlceras duodenais Tratamento de úlceras gástricas Prevenção da recidiva de úlceras gástricas Em combinação com antibióticos adequados, para erradicação do Helicobacter pylori (H.pylori) na úlcera péptica Tratamento de úlceras gástricas e duodenais relacionadas com a toma de AINEs Prevenção de úlceras gástricas e duodenais relacionadas com a toma de AINEs em doentes de risco Tratamento da esofagite de refluxo Tratamento de manutenção em doentes após cura da esofagite de refluxo Tratamento sintomático da doença de refluxo gastro-esofágico Tratamento da síndrome de Zollinger-Ellison Uso pediátrico: Crianças com mais de 1 ano de idade e peso ≥10 kg Tratamento da esofagite de refluxo. Tratamento sintomático da azia e regurgitação ácida na doença de refluxo gastro-esofágico. Crianças e adolescentes com mais de 4 anos de idade Em combinação com antibióticos no tratamento da úlcera duodenal causada pelo H.pylori. Omeprazol está indicado para o tratamento de: - Úlceras duodenais. - Úlceras gástricas benignas. - Esofagite de refluxo. - Tratamento de manutenção da esofagite de refluxo para prevenção da recidiva. - Síndrome de Zollinger-Ellison. - Tratamento de úlceras gástricas e duodenais ou erosões relacionadas com AINEs. - Tratamento de manutenção de úlceras gástricas e duodenais ou erosões relacionadas com AINEs para prevenção de recidivas. - Tratamento sintomático da doença do refluxo gastro-esofágico. - Em combinação com regimes terapêuticos antibacterianos adequados para erradicação do Helicobacter pyloriem doentes com H. pyloriassociado a úlceras pépticas. - Dispepsia ácida. Hipersensibilidade conhecida ao Omeprazol. |
Omeprazole (INN: OMEPRAZOLE, ATC A02BC01) and Esomeprazole (INN: ESOMEPRAZOLE, ATC A02BC01) differ in active substance, indications, and safety profile. The table above summarizes the clinical differences from regulatory documents.
Combination safety depends on mechanisms and your health profile. Use our interactions checker and always consult your doctor or pharmacist before combining medications.
Both drugs are approved when used per label. Safety is patient-specific — the better choice depends on your condition, other medications, allergies, and comorbidities. Consult a healthcare professional for personalized advice.
Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
| Adultos e jovens com idade igual ou superior a 12 anos - “Doença de refluxo gastroesofágico” (DRGE), que acontece quando o ácido sobe do estômago e atinge o esófago (o tubo que liga a garganta ao estômago), provocando dor, inflamação e azia. - Úlceras no estômago ou na parte superior do intestino que estão infectadas por uma bactéria denominada “Helicobacter pylori”. Se tem esta patologia, o seu médico poderá também receitar antibióticos para tratar a infeção e permitir curar a úlcera. Adultos - Úlceras do estômago causadas por medicamentos designados AINE (Medicamentos Anti-inflamatórios não-esteróides). Esomeprazol também pode ser utilizado para impedir a formação de úlceras do estômago se estiver a tomar AINE. - Ácido em excesso no estômago causado por um tumor no pâncreas (Síndrome de Zollinger-Ellison). - Tratamento prolongado após prevenção da recidiva hemorrágica de úlceras com esomeprazol intravenoso. Adultos Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) - tratamento da esofagite de refluxo erosiva - tratamento prolongado de doentes com esofagite curada para evitar recidivas - tratamento sintomático da doença de refluxo gastroesofágico (DRGE) Em associação com regimes terapêuticos antibacterianos apropriados para a erradicação de Helicobacter pylori e - cicatrizacção da úlcera duodenal associada a Helicobacter pylori - prevenção da recorrência de úlceras pépticas em doentes com úlceras associadas a Helicobacter pylori Doentes que exigem terapêutica continuada com AINE Cicatrizacção de úlceras gástricas associadas à terapêutica com AINE. Prevenção de úlceras gástricas e duodenais associadas à terapêutica com AINE, nos doentes em risco. Tratamento da Síndrome de Zollinger-Ellison Adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) - tratamento da esofagite de refluxo erosiva - tratamento prolongado de doentes com esofagite curada para evitar recidivas - tratamento sintomático da doença de refluxo gastroesofágico (DRGE) Em associação com antibióticos no tratamento de úlceras duodenais provocadas por Helicobacter pylori. Hipersensibilidade ao esomeprazol, ou a benzimidazois. O esomeprazol não deverá ser utilizado concomitantemente com nelfinavir. |
| Efeitos secundários | Distúrbios gastrointestinais: Frequentes: diarreia, obstipação, flatulência (possivelmente dor abdominal), náuseas e vómitos. Na maioria destes casos, os sintomas melhoram se a terapêutica for continuada. Muito raros: secura da boca, estomatite e candidíase gastrointestinal. Pele e distúrbios do tecido subcutâneo: Pouco frequentes: prurido e erupções cutâneas. Raros: alopécia, eritema multiforme ou fotossensibilidade e tendência para sudorese, síndroma de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica (NET). Distúrbios músculo-esqueléticos: Raros: fraqueza muscular, mialgia e dor articular. Distúrbios renais: Muito raros: nefrite (nefrite intersticial). Distúrbios do sistema nervoso: Frequentes: sonolência, distúrbios do sono (insónia), vertigens e cefaleias. Estas queixas geralmente melhoram durante a continuação do tratamento. Raros: parestesias e ligeiras dores de cabeça. Confusão mental e alucinações, predominantemente em indivíduos gravemente doentes ou idosos. Muito raros: agitação, agressividade e reações depressivas, sobretudo em indivíduos gravemente doentes ou doentes idosos. Distúrbios em órgãos sensoriais: Pouco frequentes: distúrbios da visão (visão turva, perda da acuidade visual ou redução do campo de visão) ou distúrbios do paladar. Estas condições geralmente resolvem-se com a interrupção da terapêutica. Distúrbios hematológicos: Raros: alterações das contagens sanguíneas, leucopenia e trombocitopenia reversível, pancitopenia ou agranulocitose. Distúrbios hepáticos: Raros: aumento da enzimologia hepática. Muito raros: encefalopatia em doentes com doença hepática grave pré-existente, hepatite com ou sem icterícia, insuficiência hepática. Reações de hipersensibilidade: Muito raros: urticária, temperatura corporal elevada, angioedema, broncoconstrição, choque anafiláctico e febre. Outros efeitos adversos: Pouco frequentes: edema periférico (o qual foi resolvido com a interrupção da terapêutica). Muito raros: hiponatrémia, ginecomastia. | Se detetar alguns dos seguintes efeitos secundários graves, pare de tomar Esomeprazol e contacte imediatamente um médico: - Dificuldade repentina em respirar, inchaço dos lábios, língua e garganta ou do corpo, erupção cutânea, desmaio ou dificuldades em engolir (reação alérgica grave). - Vermelhidão da pele com bolhas ou descamação da pele. Também podem ocorrer bolhas graves e hemorragia nos lábios, olhos, boca, nariz e genitais. Isto poderá ser “síndrome de Stevens-Johnson” ou “necrólise epidérmica tóxica”. - Pele amarela, urina de cor escura e cansaço que poderão ser sintomas de problemas de fígado. Estes efeitos são raros (podem afetar 1 em 1000 pessoas). Outros efeitos secundários incluem: Frequentes (podem afetar 1 em 10 pessoas) - Dor de cabeça. - Efeitos no estômago ou intestinos: diarreia, dor no estômago, obstipação, gases (flatulência). - Enjoos (náuseas) ou vómitos. Pouco frequentes (podem afetar 1 em 100 pessoas) - Inchaço dos pés e dos tornozelos. - Perturbação do sono (insónia). - Tonturas, sensação de picadas como “formigueiros”, sonolência. - Sensação de andar à volta (vertigens). - Boca seca. - Alterações nas análises ao sangue relativas ao funcionamento do fígado. - Erupção na pele, erupção com pápulas (urticária) e comichão na pele. - Fractura da anca, do pulso ou na coluna (se Esomeprazol for utilizado em doses elevadas e durante períodos prolongados). Raros (podem afetar 1 em 1000 pessoas) - Problemas sanguíneos como um reduzido número de glóbulos brancos ou plaquetas. Isto pode originar fraqueza, nódoas negras ou tornar as infeções mais prováveis. - Baixos níveis de sódio no sangue. Isto pode provocar fraqueza, vómitos e cãibras. - Sensação de agitação, confusão ou depressão. - Alterações do paladar. - Problemas de visão tais como visão turva. - Sensação repentina de dificuldade de respirar ou de falta de ar (broncospasmo). - Uma inflamação no interior da boca. - Uma infeção designada por “sapinhos” que pode afetar o intestino e é causada por um fungo. - Problemas hepáticos, incluindo icterícia, que podem originar pele amarela, urina de cor escura e cansaço. - Queda de cabelo (alopecia). - Erupção na pele aquando da exposição ao sol. - Dores nas articulações (artralgia) e dores musculares (mialgia). - Sensação de mal-estar geral e falta de energia. - Aumento da sudação. Muito raros (podem afetar 1 em 10000 pessoas) - Alterações na contagem de células do sangue incluindo agranulocitose (falta de glóbulos brancos). - Agressividade. - Ver, sentir e ouvir coisas que não existem (alucinações). - Problemas graves do fígado que levam a insuficiência hepática e inflamação no cérebro. - Início repentino de casos graves de erupção cutânea, formação de bolhas ou descamação da pele. Isto pode estar associado a febres elevadas e dores nas articulações (Eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica). - Fraqueza muscular. - Problemas renais graves. - Aumento das mamas nos homens. Esomeprazol pode em casos muito raros afetar os glóbulos brancos originando uma deficiência imunitária. Se tiver uma infeção com sintomas como febre acompanhada de uma condição geral gravemente debilitada ou febre com sintomas de uma infeção local como dor no pescoço, na garganta ou na boca ou dificuldades em urinar, deve contactar quanto antes o seu médico, para que seja possível excluir a falta de glóbulos brancos (agranulocitose) através de análises sanguíneas. É importante para si que dê informação sobre a sua medicação nesta altura. Desconhecida (não é possível estimar a frequência a partir dos dados disponíveis) - inflamação dos intestinos (que leva a diarreia). Se estiver a efectuar tratamento com Esomeprazol há mais de três meses, é possível que os níveis de magnésio no seu sangue diminuam. Níveis baixos de magnésio podem traduzir-se em fadiga, contrações musculares involuntárias, desorientação, convulsões, tonturas, aumento do ritmo cardíaco. Se tiver algum destes sintomas, informe imediatamente o seu médico. Os baixos níveis de magnésio também podem levar a uma redução dos níveis de potássio ou cálcio no sangue. O médico poderá decidir efectuar análises sanguíneas regulares para monitorizar os seus níveis de magnésio. |
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| Avisos | Gravidez Gravidez: O omeprazol pode ser usado durante a gravidez. Aleitamento Aleitamento: O omeprazol quando usado nas doses terapêuticas pode ser usado na amamentação. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Não exceder 20 mg/dia. Condução Condução: Podem ocorrer reacções adversas tais como tonturas e perturbações visuais. Se forem afectados, os doentes não devem conduzir ou operar máquinas. No caso de ocorrer qualquer sintoma de alarme (por ex.: perda de peso significativa não intencional, vómitos recorrentes, disfagia, hematemese ou melena) e quando se suspeita de uma úlcera gástrica, deve excluir-se a possibilidade de malignidade antes de se instituir o tratamento com Omeprazol, uma vez que o tratamento pode aliviar os sintomas e atrasar o diagnóstico. A acidez gástrica diminuída por quaisquer meios (incluindo os inibidores da bomba de protões) aumenta as contagens gástricas de bactérias normalmente presentes no tracto gastrointestinal. Assim, o tratamento com fármacos redutores do ácido conduz a um ligeiro aumento das infeções gastrointestinais, tais como as por Salmonella e Campylobacter. O Omeprazol deve ser usado com precaução em doentes idosos e nos insuficientes renais ou hepáticos, especialmente em elevadas doses. Os valores das enzimas hepáticas devem ser verificados periodicamente em doentes com insuficiência hepática grave. O tratamento de manutenção de úlceras associado à ingestão de anti-inflamatórios não esteróides deve ser restringido a doentes de risco. No uso prolongado, especialmente quando se excede 1 ano, o médico deve proceder a uma revisão regular do tratamento e avaliação periódica da relação benefício-risco. Durante a terapêutica com Omeprazol, nos casos que requerem a administração combinada de outros medicamentos (úlceras relacionadas com AINEs ou erradicação), deve-se ter cuidado quando se administram adicionalmente outros medicamentos pois poder-se-á verificar o aparecimento ou potenciação de interações. Deve-se ter também cuidado durante o tratamento de combinação em doentes com insuficiência renal ou hepática. O Omeprazol não deve ser usado em bebés ou crianças com menos de 2 anos. | Gravidez Gravidez: Como medida de precaução é preferível evitar o uso de Esomeprazol durante a gravidez. Aleitamento Aleitamento: O esomeprazol não deve ser utilizado durante a amamentação. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Não exceder 20 mg/dia na IH grave. Insuf. Renal Insuf. Renal: Usar com precaução na IR grave. Condução Condução: O esomeprazol tem influência reduzida na capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. Reações adversas como tonturas e perturbações visuais são pouco frequentes. Se afectados, os doentes não devem conduzir ou utilizar máquinas. Na presença de qualquer sintoma de alarme (por ex., perda ponderal significativa e não intencional, vómitos recorrentes, disfagia, hematemese ou melenas) e em caso de úlcera gástrica suspeita ou confirmada, deve excluir-se a presença de neoplasias malignas, uma vez que o tratamento com esomeprazol poderá aliviar os sintomas e retardar o diagnóstico. Os doentes submetidos a um tratamento prolongado (em particular os medicados durante mais de um ano) devem ser mantidos sob vigilância regular. Os doentes submetidos a um tratamento em SOS deverão ser instruídos para contactar o médico no caso de alteração dos seus sintomas. Quando se prescreve esomeprazol, como terapêutica em SOS, deverão ser consideradas as implicações relativas a interações com outros fármacos, devido a variações das concentrações plasmáticas de esomeprazol. Quando se prescreve esomeprazol para erradicação de Helicobacter pylori, deverão ser consideradas as possíveis interações medicamentosas para todos os fármacos utilizados numa terapêutica tripla. A claritromicina é um potente inibidor da CYP3A4, pelo que deverão ser consideradas as contraindicações e interações da claritromicina, quando for utilizada uma terapêutica tripla em doentes que estejam a tomar simultaneamente outros fármacos metabolizados via CYP3A4, como a cisaprida. O tratamento com inibidores da bomba de protões pode conduzir a um ligeiro aumento do risco de infeções gastrointestinais, tais como as por Salmonella e Campylobacter. A coadministração de esomeprazol com atazanavir não é recomendada. Se a associação do atazanavir com um inibidor da bomba de protões for considerada inevitável, é recomendada uma monitorização apertada associada a um aumento na dose de atazanavir para 400 mg com 100 mg de ritonavir; não deverá ser excedida dose de 20 mg de esomeprazol. O esomeprazol, como todos os medicamentos que diminuem a acidez gástrica, pode reduzir a absorção de vitamina B12 (cianocobalamina) devido a hipocloridria ou acloridria. Tal deverá ser considerado em doentes com reservas corporais reduzidas ou com fatores de risco para absorção reduzida de vitamina B12 sob tratamento prolongado. O esomeprazol é um inibidor da CYP2C19. Ao iniciar ou terminar o tratamento com esomeprazol, deve ser considerado o potencial para interações com fármacos metabolizados através da CYP2C19. Observa-se uma interação entre o clopidogrel e o omeprazol. A relevância clínica desta interação é incerta. Como precaução, o uso concomitante de esomeprazol e clopidogrel deverá ser desencorajado. Foram notificados casos de hipomagnesemia grave em doentes tratados com inibidores da bomba de protões (IBP) como o esomeprazol, durante pelo menos três meses e, na maioria dos casos, durante um ano. Podem ocorrer manifestações graves de hipomagnesemia como fadiga, tetania, delírio, convulsões, tonturas e arritmia ventricular, que podem começar de forma insidiosa e, como tal, não serem identificadas. Na maioria dos doentes afetados, a hipomagnesemia melhorou após reposição de magnésio e descontinuação do inibidor da bomba de protões. Nos doentes em que se preveja uma utilização prolongada de IBP ou que tomem IBP com digoxina ou com medicamentos que possam causar hipomagnesemia (por exemplo, diuréticos), os profissionais de saúde devem considerar a monitorização dos níveis de magnésio antes do início do tratamento com IBP e periodicamente durante o mesmo. Os inibidores da bomba de protões, especialmente quando utilizados em doses elevadas e durante um período de tempo prolongado (>1 ano), podem aumentar moderadamente o risco de fracturas da anca, punho e coluna vertebral, predominantemente em idosos ou quando existem concomitantemente outros fatores de riscos reconhecidos. Estudos observacionais sugerem que os inibidores da bomba de protões poderão aumentar o risco global de fracturas em 10-40%. Parte deste aumento poderá dever-se a outros fatores de risco. Os doentes com risco de osteoporose devem receber cuidados de acordo com as directrizes clínicas em vigor e devem ter aportes adequados de vitamina D e cálcio. Interferência com análises laboratoriais O aumento do nível de CgA poderá interferir nas análises para tumores neuroendócrinos. Para evitar esta interferência, o tratamento de esomeprazol deve ser temporariamente interrompido desde pelo menos 5 dias antes das medições da CgA. |
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