PillsCard
Preparing your view…
PillsCard
Preparing your view…
Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Descrição, Posologia, Efeitos secundários, Contraindicações. Data from EMA, URPL, openFDA and other regulatory sources.
| Simvastatin | Atorvastatin | |
|---|---|---|
| Substâncias ativas | SIMVASTATIN | ATORVASTATIN |
| Código ATC | C10AA01 | C10AA05 |
| Forma | SUSPENSION | TABLET |
| Posologia | 40MG/5ML | 20 mg/1 |
| Via de administração | ORAL | ORAL |
| Fabricante | SALERNO PHARMACEUTICALS | DirectRX |
| Indicações | — | A Atorvastatina é utlizada principalmente para o tratamento de dislipidemia e a prevenção de doenças cardiovasculares. A Atorvastatina utiliza-se para reduzir os níveis de colesterol em doentes em quem o Médico considera que a dieta, de forma isolada, não é suficiente. – Hipersensibilidade a dihidropiridinas, ou à atorvastatina. – Doença hepática ativa ou elevações inexplicáveis persistentes das transaminases séricas que ultrapassem 3 vezes o limite superior do normal. – Hipotensão grave. – Choque (incluindo choque cardiogénico). – Obstrução do tracto de saída do ventrículo esquerdo (p. ex., estenose aórtica de elevado grau). – Insuficiência cardíaca hemodinamicamente instável após enfarte agudo do miocárdio. – Gravidez e aleitamento e em mulheres de idade fértil que não utilizem medidas contraceptivas apropriadas. – Uso concomitante com itraconazol, cetoconazol e telitromicina. |
Simvastatin (INN: SIMVASTATIN, ATC C10AA01) and Atorvastatin (INN: ATORVASTATIN, ATC C10AA05) differ in active substance, indications, and safety profile. The table above summarizes the clinical differences from regulatory documents.
Combination safety depends on mechanisms and your health profile. Use our interactions checker and always consult your doctor or pharmacist before combining medications.
Both drugs are approved when used per label. Safety is patient-specific — the better choice depends on your condition, other medications, allergies, and comorbidities. Consult a healthcare professional for personalized advice.
Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
| Efeitos secundários | — | Frequentes (poderão afetar 1 em 10 pessoas): – reações alérgicas que podem incluir elevações na pele (pápulas) vermelhas, que provocam comichão (urticária). Pouco frequentes (poderão afetar 1 em 100 pessoas): – inflamação do pâncreas (pancreatite). Os sintomas podem incluir dor intensa no abdómen e nas costas, náuseas e vómitos. – inflamação do fígado (hepatite). Os sintomas podem incluir amarelecimento da pele, perda de apetite e geralmente sensação de mal-estar. Raros (poderão afetar 1 em 1000 pessoas): – Fraqueza, cãibras, sensibilidade ou dor musculares inexplicáveis, especialmente se forem acompanhadas por uma sensação inusual de mal-estar ou febre (em casos raros, esta associação de sintomas levou a uma patologia grave, por vezes fatal, designada rabdomiólise, que significa rotura das células musculares). – reações alérgicas cutâneas graves com sintomas como manchas vermelhas na pele, erupção cutânea, formação de bolhas (erupção bolhosa), descolamento da pele que poderá rapidamente espalhar-se a todo o corpo. Podem também ocorrer concomitantemente sintomas gripais, como febre, garganta inflamada e fadiga. Muito raros (poderão afetar 1 em 10000 pessoas): – Uma reação alérgica grave (designada anafilaxia) que inclui sintomas como um rápido inchaço da face, língua ou garganta que poderão provocar grandes dificuldades respiratórias, erupção cutânea com comichão e baixa pressão arterial. – Insuficiência hepática. Os sintomas poderão incluir amarelecimento da pele e dos olhos, abdómen inchado, urina escura, náuseas, perda de apetite, febre e fadiga. Outros efeitos secundários possíveis: Frequentes (poderão afetar 1 em 10 pessoas): – Constipacção (infeção do tracto respiratório superior com sintomas como tosse, garganta inflamada, corrimento nasal e febre) – Aumento dos níveis de açúcar no sangue – Dores de cabeça, tonturas, cansaço, sonolência – Vermelhidão da pele (rubor) – Dor de garganta, sangramento do nariz – sensação de enjoo (náusea), dor abdominal, problemas gástricos (indigestão), diarreia, obstipação e flatulência (gases) – Dor muscular e articular, cãibras musculares, espasmos musculares, dor lombar, dor nos membros – Articulações e tornozelos inchados (edema) – Observadas alterações nas análises ao sangue, nomeadamente aumento da enzima “creatina fosfocinase” e de certas enzimas hepáticas. Pouco frequentes (poderão afetar 1 em 100 pessoas): – Dificuldade em dormir – Diminuição dos níveis de açúcar no sangue – Desmaios (síncope) – Perda de apetite – Aumento ou perda de peso – Alterações do humor, ansiedade, depressão, tremores, pesadelos – Perda de memória, reduzido sentido do tato ou dor, formigueiros ou sensação de picadas nos dedos das mãos ou dos pés – Perturbações da visão, visão turva, zumbidos ou campainhas nos ouvidos (acufenos) – percepção de batimentos cardíacos inusuais (palpitações) – Pressão arterial reduzida – Falta de ar – Boca seca, alterações do paladar, vómitos, nariz entupido (rinite), eructacção – Erupção na pele ou comichão, erupção na pele com comichão (urticária), queda de cabelo, nódoas negras ou pequenas manchas na pele, descoloração da pele, sudação aumentada – Dor no pescoço, fraqueza muscular – Dor no peito – Perturbações urinárias (micção nocturna excessiva e aumento da frequência de mições) – Impotência, inchaço do tecido mamário nos homens – sensação de desconforto, sensação de fraqueza, dor, sensação geral de mal-estar, febre – Glóbulos brancos na urina. Raros (poderão afetar 1 em 1000 pessoas): – Reduzido número de plaquetas no sangue – sensação de confusão – Problemas nos nervos dos braços ou das pernas com sintomas como reduzida sensibilidade e fraqueza (“neuropatia periférica”) – Dor no peito (angina) – Bloqueio dos ductos biliares (colestase) com sintomas como amarelecimento dos olhos e da pele e urina escura – Inchaço da pele ou das membranas mucosas – inflamação ou inchaço dos músculos esqueléticos (miosite), inflamação dos tendões ou lesão dos tendões. Muito raros (poderão afetar 1 em 10000 pessoas): – Diminuição do número de glóbulos brancos – Rigidez ou tensão muscular, inflamação dos tendões ou lesão dos tendões – Ritmo cardíaco anormal (lento ou rápido), ataque de coração, inflamação dos pequenos vasos sanguíneos – inflamação das gengivas (hiperplasia gengival) – inflamação do revestimento do estômago (gastrite) – Tosse – Diminuição da audição – Inchaço das camadas profundas da pele incluindo inchaço dos lábios, pálpebras e língua, descamação da pele, sensibilidade da pele à luz solar. Desconhecida (não é possível estimar a frequência a partir dos dados disponíveis): – inflamação dos pulmões designada “doença pulmonar intersticial” que origina dificuldades respiratórias, tosse persistente e febre. – Patologia designada “síndrome extrapiramidal” com sintomas como movimentos involuntários, tremores, rigidez muscular e espasmos, geralmente na face e no pescoço – Diabetes, que é mais provável se tiver elevados níveis de açúcar e gorduras no sangue, excesso de peso e pressão arterial alta. O seu Médico irá monitorizá-lo enquanto estiver a tomar este medicamento. |
|---|
| Avisos | — | Gravidez Gravidez: Não tome Atorvastatina se estiver grávida. Aleitamento Aleitamento: Não tome Atorvastatina se estiver a amamentar. Insuf. Hepática Insuf. Hepática: Ver Estatinas. Condução Condução: Normalmente este medicamento não afecta a sua capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. No entanto, não conduza caso este medicamento afecte a sua capacidade para conduzir. Não utilize quaisquer ferramentas ou máquinas caso este medicamento afecte a sua capacidade de as utilizar. Efeitos hepáticos Deverão ser efectuadas análises da função hepática antes do início do tratamento, periodicamente após o início do tratamento e em doentes que desenvolvam algum sinal ou sintoma sugestivo de lesão hepática. Caso se verifiquem níveis aumentados das transaminases, deverá ser efectuada monitorização até que essa anomalia desapareça. Caso persista um aumento da ALT ou da AST superior a 3 vezes o limite superior do normal (LSN), o tratamento deverá ser descontinuado. Atorvastatina deverá ser utilizada com precaução em doentes que consumam quantidades substanciais de álcool, em doentes com insuficiência hepática e/ou nos que tenham antecedentes de doenças hepáticas. Efeitos no músculo-esquelético Tal como com outros inibidores da HMG-CoA reductase, a Atorvastatina poderá afetar o músculo esquelético e provocar mialgia, miosite e miopatia que, raramente, poderão progredir para rabdomiólise, caracterizada por níveis acentuadamente elevados de CPK (>10 vezes o LSN), mioglobinemia e mioglobinúria que poderão conduzir a insuficiência renal e, em casos raros, poderão ser fatais. Não é recomendado um controlo regular dos níveis de CPK ou de outras enzimas musculares em doentes assintomáticos tratados com estatinas. No entanto, é recomendada a monitorização da CPK antes de iniciar qualquer tratamento com uma estatina e durante o tratamento com uma estatina em doentes com fatores predisponentes para rabdomiólise e nos que apresentam sintomas musculares. Antes do tratamento Atorvastatina deverá ser prescrita com precaução em doentes com fatores predisponentes para rabdomiólise. Deverá medir-se o nível de creatina fosfocinase (CPK) antes de iniciar o tratamento com uma estatina nas seguintes situações: – Em idosos (idade >70 anos); a necessidade dessa medição deverá ser considerada, de acordo com a presença de outros fatores predisponentes para rabdomiólise; – Insuficiência renal; – Hipotiroidismo; – Antecedentes pessoais ou familiares de doenças musculares hereditárias; – Antecedentes de toxicidade muscular com uma estatina ou um fibrato; – Abuso de álcool; – Situações em que possa ocorrer um aumento dos níveis plasmáticos, como interações e populações especiais, incluindo subpopulações genéticas. Nessas situações, deverá considerar-se o risco do tratamento em relação ao possível benefício e é recomendada monitorização clínica. Se os níveis basais de CPK estiverem significativamente elevados (>5 vezes o LSN), não se deverá iniciar o tratamento. Medição da creatina fosfocinase A creatina fosfocinase (CPK) não deve ser medida após exercício físico vigoroso ou na presença de qualquer causa alternativa plausível de aumento da CPK, pois isso torna difícil a interpretação dos resultados. Se os níveis basais de CPK estiverem significativamente elevados (>5 vezes o LSN), os níveis devem ser medidos após 5 a 7 dias para confirmar os resultados. Se os níveis basais de CPK > 5 vezes o LSN forem confirmados, o tratamento não deverá ser iniciado. Durante o tratamento – Deve ser pedido aos doentes para comunicarem imediatamente dores musculares, cãibras ou fraqueza musculares inexplicáveis especialmente se acompanhadas por mal-estar ou febre. – Se esses sintomas ocorrerem enquanto um doente estiver a receber tratamento, os seus níveis de CPK deverão ser medidos. Caso se verifique que esses níveis estão significativamente aumentados (>5 vezes o LSN), o tratamento deverá ser interrompido. – Se os sintomas musculares forem graves e provocarem desconforto diário, mesmo se os níveis de CPK estiverem aumentados para ≤5 x LSN, deverá ser considerada a descontinuação do tratamento. – Se os sintomas se resolverem e os níveis de CPK regressarem ao normal, então poderá ser considerada a reintrodução de Amlodipina Atorvastatina com monitorização apertada. – Atorvastatina deve ser descontinuado se ocorrer uma elevação clinicamente significativa dos níveis de CK (> 10 x LSN) ou caso se suspeite de rabdomiólise ou se a mesma for diagnosticada. Medicação concomitante A associação de Atorvastatina com dantroleno (perfusão), gemfibrozil e outros fibratos não é recomendada. Como com outros fármacos da classe das estatinas, o risco de rabdomiólise e miopatia é aumentado quando Atorvastatina é administrada concomitantemente com certos medicamentos como: ciclosporina, eritromicina, claritromicina, itraconazol, cetoconazol, nefazodona, niacina, gemfibrozil, outros derivados do ácido fíbrico ou inibidores da protease do VIH. O uso concomitante de Atorvastatina e ácido fusídico não é recomendado. Poderá ser necessária a suspensão temporária da terapia com Atorvastatina durante o tratamento com ácido fusídico. Prevenção de AVC por redução agressiva dos níveis de colesterol Numa análise post-hoc dos subtipos de AVC em doentes sem doença cardíaca coronária (DCC) que tinham sofrido há pouco tempo um AVC ou um acidente isquémico transitório (AIT), verificou-se uma maior incidência de AVC hemorrágico em doentes que iniciaram tratamento com 80 mg de Atorvastatina em comparação com placebo. O risco aumentado foi particularmente notado em doentes com um AVC hemorrágico ou enfarte lacunar anterior à entrada no estudo. Para os doentes com um AVC hemorrágico ou enfarte lacunar anterior, o balanço dos riscos e benefícios de 80 mg de Atorvastatina é incerto, e o potencial risco de AVC hemorrágico deverá ser cuidadosamente considerado antes de iniciar o tratamento. Doença intersticial pulmonar Foram notificados casos expcecionais de doença pulmonar intersticial com algumas estatinas, especialmente com o tratamento prolongado. As características com que se manifesta podem incluir dispneia, tosse não produtiva e deterioração do estado geral de saúde (fadiga, perda de peso e febre). Caso se suspeite que um doente desenvolveu doença pulmonar intersticial, o tratamento com estatinas deverá ser descontinuado. Diabetes Mellitus Alguns dados sugerem que as estatinas como classe aumentam a glicemia e nalguns doentes, com elevado risco de surgimento de diabetes, poderão originar um nível de hiperglicemia em que são apropriados cuidados formais da diabetes. No entanto, este risco é superado pela redução do risco vascular com estatinas e, por conseguinte, não deverá constituir um motivo para interrupção do tratamento com estatinas. Os doentes em risco (glucose em jejum de 5,6 a 6,9 mmol/L, IMC>30 kg/m2, triglicéridos aumentados, hipertensão) deverão ser monitorizados clínica e bioquimicamente de acordo com as directrizes nacionais. |
|---|