Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
Rx
Sapropterina
500 mg, Proszek do sporządzania roztworu doustnego
INN: Sapropterinum
Atualizado: 2026-04-13
Disponível em:
🇨🇿🇩🇪🇬🇧🇵🇱🇵🇹🇸🇰
Forma
Proszek do sporządzania roztworu doustnego
Posologia
500 mg
Via de administração
doustna
Armazenamento
—
Sobre este produto
User Reviews
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Fabricante
BioMarin International Ltd. (Irlandia)
Composição
Sapropterin dihydrochloride 500 mg
Código ATC
A16AX07
Fonte
URPL
A hiperfenilalaninemia (HFA) é diagnosticada como uma elevação anormal dos níveis de fenilalanina no sangue e é geralmente provocada por mutações autossómicas recessivas dos genes que codificam para a enzima fenilalanina hidroxilase (no caso da fenilcetonúria, PKU) ou para as enzimas envolvidas na biossíntese da 6R-tetrahidrobiopterina (6R-BH4) ou na sua regeneração (no caso da deficiência em BH4).
A deficiência em BH4 é um grupo de doenças que surgem de mutações ou delecções nos genes que codificam para uma das cinco enzimas envolvidas na biossíntese ou reciclagem da BH4.
Em ambos os casos, a fenilalanina não pode ser eficazmente transformada no aminoácido tirosina, originando um aumento dos níveis de fenilalanina no sangue.
A sapropterina é uma forma sintética do composto que ocorre naturalmente, a 6R-BH4, o qual é um cofactor das hidroxilases para a fenilalanina, tirosina e triptofano.
O objectivo para a administração de Sapropterina em doentes com PKU que respondem à BH4 é aumentar a actividade da fenilalanina hidroxilase não funcional e consequentemente aumentar ou restaurar o metabolismo oxidativo da fenilalanina o suficiente para reduzir ou manter os níveis sanguíneos de fenilalanina, prevenir ou reduzir a acumulação posterior de fenilalanina e aumentar a tolerância à ingestão de fenilalanina na dieta alimentar.
O racional para a administração de Sapropterina em doentes com deficiência em BH4 é repor os níveis insuficientes de BH4 e consequente restaurar da actividade da fenilalanina hidroxilase.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
É necessária precaução ao prescrever o medicamento a mulheres grávidas.
Aleitamento
Aleitamento:
Desconhece-se se a sapropterina ou os seus metabólitos são excretados no leite humano. Sapropterina não deve ser utilizado durante a amamentação.
Consumo dietético
Os doentes em tratamento com Sapropterina devem manter uma dieta restrita em fenilalanina e devem ser submetidos regularmente a uma avaliação clínica (níveis de fenilalanina e de tirosina no sangue, aporte nutricional e desenvolvimento psicomotor).
Níveis sanguíneos baixos de fenilalanina e tirosina
A deficiência na via metabólica de fenilalanina-tirosina-dihidroxi-L-fenilalanina (DOPA) de forma sustentada ou recorrente, pode resultar numa síntese deficiente das proteínas corporais e dos neurotransmissores.
A exposição prolongada a baixos níveis de fenilalanina e de tirosina no sangue, durante a infância, tem sido associada a um desenvolvimento neurológico insuficiente.
Enquanto tomar Sapropterina é necessária a monitorização activa da fenilalanina ingerida na dieta e da ingestão total de proteínas para garantir o controlo adequado dos níveis de fenilalanina no sangue e o equilíbrio nutricional.
Alterações da saúde
Recomenda-se a supervisão de um médico ao longo da doença, uma vez que os níveis de fenilalanina no sangue podem aumentar.
Doenças convulsivas
Devem tomar-se precauções ao prescrever Sapropterina a doentes submetidos a tratamento com levodopa.
Observaram-se casos de convulsões, exacerbação de convulsões, aumento da excitabilidade e irritabilidade durante a coadministração de levodopa e sapropterina em doentes com deficiência em BH4.
Descontinuação do tratamento
Ao interromper o tratamento pode ocorrer um fenómeno de rebound, definido como um aumento nos níveis de fenilalanina no sangue superior aos níveis anteriores ao tratamento.
Os dados relativos à utilização prolongada de Sapropterina são limitados.
Deve ter cuidado ao administrar Sapropterina com:
- levodopa (utilizada para tratar a doença de Parkinson)
- medicamentos para tratamento do cancro (p. ex., metotrexato)
- medicamentos para o tratamento de infecções bacterianas (p. ex., trimetoprim)
- medicamentos que causam dilatação dos vasos sanguíneos (como trinitrato de glicerilo (GTN), dinitrato de isossorbido (ISDN), nitroprussiato de sódio (SNP), molsidomina, minoxidil).