Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Recomenda-se a não utilização de ropinirol durante a gravidez a menos que o potencial benefício para o doente ultrapasse os potenciais riscos para o feto.
Aleitamento
Aleitamento:
O ropinirol não deverá ser utilizado em mulheres a amamentar pois poderá inibir o aleitamento.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Evitar na IR grave.
Condução
Condução:
Os doentes que estão a ser tratados com ropinirol e que apresentam sonolência e/ou episódios de adormecimento súbito devem ser informados para se absterem de conduzir ou de se envolverem em actividades onde o comprometimento do estado de vigília possa implicar para eles ou para outros um risco de lesões graves ou de morte (p. ex., operação de máquinas) até que esses episódios recorrentes e a sonolência estejam resolvidos.
Ropinirol foi associado com sonolência e episódios de adormecimento súbito, particularmente em doentes com doença de Parkinson.
Foi notificado, pouco frequentemente, adormecimento súbito durante as actividades diárias, nalguns casos sem consciencialização nem sinais de aviso.
Os doentes devem ser informados deste fenómeno e devem ser aconselhados a tomar precaução durante a condução de veículos ou a operação de máquinas durante o tratamento com ropinirol.
Os doentes que experimentaram sonolência e/ou algum episódio de adormecimento súbito devem abster-se de conduzir veículos ou operar máquinas.
Poderá considerar-se uma redução da posologia ou o término da terapia.
Os doentes com perturbações do foro psiquiátrico ou psicóticas importantes ou com antecedentes destas perturbações, não deverão ser tratados com agonistas da dopamina a menos que os potenciais benefícios sejam superiores aos riscos.
Foram notificadas perturbações relacionadas com o controlo de impulsos incluindo jogo patológico e hipersexualidade, e aumento da libido, em doentes tratados com agonistas da dopamina, incluindo ropinirol, principalmente para a doença de Parkinson.
Estas perturbações foram notificadas especialmente em doses elevadas e foram geralmente reversíveis com a redução da dose ou a descontinuação do tratamento.
Nalguns casos estavam presentes factores de risco, tais como antecedentes de comportamentos compulsivos.
Devido ao risco de hipotensão, recomenda-se a monitorização da pressão arterial, particularmente no início do tratamento, em doentes com doença cardiovascular grave (em particular insuficiência coronária).