⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
O tratamento com Imipramina deve ser evitado durante a gravidez, a menos que os benefícios esperados justifiquem o potencial risco para o feto.
Aleitamento
Aleitamento:
Dado que a imipramina e o seu metabólito desmetilimipramina passam para o leite materno em pequenas quantidades, deve suspender-se, gradualmente, o tratamento com Imipramina ou aconselhar-se a mãe a cessar a amamentação.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Ver Antidepressores.
Condução
Condução:
Os doentes a tomar Imipramina devem ser advertidos de que podem sofrer de visão enevoada, sonolência, sedação, tonturas, adormecimento e outros sintomas ao nível do SNC, não devendo neste caso conduzir, utilizar máquinas, ou efectuar quaisquer outras tarefas que requeiram estado de alerta.
Fale com o médico ou farmacêutico antes de tomar Imipramina.
Deve também informar o médico se sofrer de alguma das seguintes situações:
- Pensamentos de suicídio;
- Crises / ataques de epilepsia;
- Batimentos cardíacos irregulares;
- Esquizofrenia;
- Glaucoma (pressão elevada no olho);
- Doenças do fígado ou dos rins;
- Qualquer alteração do sangue;
- Dificuldade em urinar ou próstata aumentada;
- Hipertiroidismo (tiroide hiperativa);
- Abuso do álcool;
- Obstipação frequente.
O médico assistente irá ter em consideração estes factos antes e durante o seu tratamento com Imipramina.
Se se encontra deprimido e/ou tem distúrbios de ansiedade poderá por vezes pensar em se autoagredir ou até suicidar. Estes pensamentos podem aumentar no início do tratamento com antidepressivos, pois estes medicamentos necessitam de tempo para atuarem. Normalmente os efeitos terapêuticos demoram cerca de duas semanas a fazerem-se sentir mas por vezes pode demorar mais tempo.
Poderá estar mais predisposto a ter este tipo de pensamentos nas seguintes situações:
- Se tem antecedentes de ter pensamentos acerca de se suicidar ou se autoagredir.
- Se é um jovem adulto.
A informação proveniente de estudos clínicos revelou um maior risco de comportamento suicida em indivíduos jovens adultos com menos de 25 anos com problemas psiquiátricos tratados com antidepressivos.
Se em qualquer momento vier a ter pensamentos no sentido de autoagressão ou suicídio deverá contactar o médico ou dirigir-se ao hospital mais próximo imediatamente.
Poderá ser útil para si comunicar a uma pessoa próxima de si ou a um familiar que se encontra deprimido ou que tem distúrbios de ansiedade e dar-lhes este folheto a ler.
Poderá também solicitar-lhes que o informem caso verifiquem um agravamento do seu estado de depressão ou ansiedade, ou se ficarem preocupados com alterações no seu comportamento.
É importante para o médico vigiar o seu progresso clínico regularmente de modo a permitir ajustes de dose mais adequados e a minimizar os efeitos indesejáveis do medicamento.
O médico poderá pedir-lhe para fazer algumas análises ao sangue, medir a sua pressão arterial e avaliar a sua função cardíaca.
O Imipramina pode causar boca seca, aumentando desse modo o risco de deterioração dos seus dentes.
Isto significa que, em caso de tratamento a longo prazo com Imipramina, deverá consultar um dentista regularmente.
Se usar lentes de contacto e sofrer irritação ocular, fale com o médico.
Antes de se submeter a qualquer tipo de cirurgia ou tratamento dentário, avise o médico ou o dentista de que está a tomar Imipramina.
A Imipramina poderá tornar a sua pele mais sensível à luz solar.
Evite o excesso de exposição à luz solar, vista roupa que o proteja e utilize óculos de sol.
Imipramina não deve ser administrado para o tratamento da depressão em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos.
Não foi demonstrada a eficácia dos antidepressivos tricíclicos em estudos com doentes deste grupo etário com depressão.
Os estudos com outros grupos de antidepressivos, nomeadamente os Inibidores seletivos da Recaptação da Serotonina, demonstraram que estes medicamentos estavam relacionados com pensamentos suicidas, autoagressividade e hostilidade.
O risco de ocorrência destas reações não pode ser excluído para o cloridrato imipramina.
Adicionalmente, o cloridrato de imipramina está associado ao risco de eventos adversos cardiovasculares em todos os grupos etários.
Para além do exposto, não existem ainda disponíveis dados de segurança de utilização a longo prazo em crianças e adolescentes no que concerne ao crescimento, maturação e desenvolvimento cognitivo e comportamental.
Os doentes idosos necessitam geralmente de doses menores que os doentes de meia idade. Os efeitos indesejáveis são mais susceptíveis de ocorrerem em doentes idosos.
O médico prestar-lhe-á todas as informações necessárias sobre os cuidados a ter com as doses e a vigilância necessária.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar, ou tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos, tais como:
- Medicamentos utilizados para tratar a pressão arterial elevada ou função cardíaca (tais como clonidina e guanfacina e adrenalina, noradrenalina, dopamina administradas por via parentérica), e outros antidepressivos (como os inibidores da MAO, ISRS, moclobemida, toloxatona) ou linezolida, sedativos, tranquilizantes, antiepiléticos (por exemplo, barbitúricos),
- Medicamentos para impedir a coagulação do sangue (anticoagulantes),
- Medicamentos para a asma e alergias,
- Medicamentos para a doença de Parkinson,
- Preparados de hormonas da tiroide,
- Medicamentos utilizados para tratar úlceras ou azia (por exemplo, cimetidina),
- Medicamentos utilizados para tratar comportamento hiperactivo (por exemplo, metilfenidato),
- Contracetivos orais ou estrogénios.