Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Como medida de precaução, é preferível evitar a utilização do lanadelumab durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
Desconhece-se se o lanadelumab é excretado no leite humano. É conhecido que as IgGs humanas são excretadas no leite materno durante os primeiros dias após o parto, o que diminui para concentrações baixas pouco tempo depois; consequentemente, não pode ser excluído qualquer risco para os recém-nascidos/lactentes durante este breve período. Posteriormente, o lanadelumab poderá ser usado durante a amamentação se clinicamente necessário.
Foram observadas reacções de hipersensibilidade. Em caso de uma reacção de hipersensibilidade grave, a administração de Lanadelumab deverá ser imediatamente interrompida e deverá iniciar-se o tratamento adequado.
O Lanadelumab não se destina a tratamento de crises agudas de AEH. Em caso de crise abrupta de AEH, deverá ser iniciado um tratamento individualizado, com medicação de resgate aprovada.
Não existem dados clínicos disponíveis sobre a utilização de lanadelumab em doentes com AEH com actividade normal de C1-INH.
Lanadelumab pode aumentar o tempo de tromboplastina parcial activada (TTPa) devido a uma interacção de lanadelumab com o ensaio de TTPa. Os reagentes usados na análise laboratorial de TTPa iniciam a coagulação intrínseca através da activação da calicreína plasmática no sistema de contacto. A inibição da calicreína plasmática pelo lanadelumab pode aumentar o TTPa neste ensaio. Nenhum dos aumentos no TTPa em doentes tratados com Lanadelumab esteve associado a acontecimentos adversos anormais de hemorragias. Não existem diferenças na Relação Internacional Normalizada (RIN) entre grupos de tratamento.