O etoricoxib é um inibidor seletivo da ciclo-oxigenase-2 (COX-2), oral, nas posologias utilizadas na clínica.
Nos vários estudos de farmacologia clínica, a substância produziu uma inibição da COX-2 dependente da dose, sem inibição da COX-1, com doses diárias até 150 mg.
O etoricoxib não inibiu a síntese das prostaglandinas gástricas e não afectou a função plaquetária.
A ciclo-oxigenase é responsável pela produção de prostaglandinas.
Foram identificadas duas isoformas, a COX-1 e a COX-2.
A COX-2 é a isoforma da enzima que demonstrou ser induzida por estímulos pro-inflamatórios, admitindo-se que seja a principal responsável pela síntese de mediadores prostanóides da dor, inflamação e febre.
A COX-2 está também envolvida na ovulação, implantação e encerramento do canal arterial, regulação da função renal, e nas funções do sistema nervoso central (indução da febre, percepção da dor e função cognitiva). Pode também ter um papel na cicatrização de úlceras.
A COX-2 foi identificada no tecido circundante das úlceras gástricas na espécie humana mas não foi estabelecida a sua relevância na cicatrização de úlceras.
⚠️ Avisos
Aleitamento
Aleitamento:
As mulheres que tomam etoricoxib não devem amamentar.
Gravidez
Gravidez:
O etoricoxib está contraindicado na gravidez.
Condução
Condução:
Doentes a tomar etoricoxib que sintam tonturas, vertigens ou sonolência devem evitar conduzir ou trabalhar com máquinas.
Ter história de úlcera ou hemorragia do estômago.
Estar desidratado em consequência, por exemplo, de vómitos ou diarreia prolongados.
Ter inchaço devido a retenção de líquidos.
Ter história de insuficiência cardíaca ou de alguma outra forma de doença cardíaca.
Ter história de pressão arterial elevada. Em algumas pessoas, especialmente em doses elevadas, pode aumentar a pressão arterial por isso o médico deve verificar a sua pressão arterial regularmente.
Ter história de doença do fígado ou dos rins.
Estar a ser tratado para uma infeção.
A substância pode mascarar ou esconder a febre, que é um sinal de infeção.
Estar a tentar engravidar.
Se for idoso (isto é, ter idade superior a 65 anos).
Ter diabetes, colesterol elevado, ou ser fumador.
Estas situações podem aumentar o seu risco de doença cardíaca.