⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Não se recomenda a utilização de Osimertinib durante a gravidez a menos que a condição clínica da mulher requeira tratamento com osimertinib.
Aleitamento
Aleitamento:
A amamentação deve ser interrompida durante o tratamento com Osimertinib.
Quando se considera a utilização de Osimertinib no tratamento de CPCNP localmente avançado ou metastático, é importante que o estado da mutação T790M do EGFR seja determinado.
Deve ser realizado um teste validado, utilizando ADN tumoral derivado de uma amostra de tecido ou ADN tumoral circulante (ADNct) obtido de uma amostra de plasma.
Apenas devem ser realizados testes robustos, fiáveis e sensíveis, com utilidade demonstrada para a determinação do estado da mutação T790M de ADN derivado do tumor (a partir de amostras de tecido ou plasma).
Um resultado positivo para o estado da mutação T790M quer utilizando o teste baseado em plasma, quer o teste baseado em tecido, indica elegibilidade para tratamento com Osimertinib.
No entanto, se for utilizado um teste ADNct baseado em plasma e o resultado for negativo, é aconselhável realizar um teste baseado em tecido, sempre que possível, devido ao potencial para resultados falsos negativos utilizando o teste baseado em plasma.
Nos estudos clínicos em doentes tratados com Osimertinib foi observada doença pulmonar intersticial grave, com risco de vida ou que foi fatal, ou com reacções adversas semelhantes a DPI (p.ex. pneumonite).
A maior parte dos casos melhorou ou foram resolvidos com interrupção do tratamento.
Doentes com história médica prévia de DPI, DPI induzida por fármaco, pneumonite por radiações que implicou tratamento com esteróides, ou qualquer evidência de DPI clinicamente activa, foram excluídos dos estudos clínicos.
Nos ensaios clínicos, em 1.221 doentes que receberam Osimertinib foram notificadas Doença Pulmonar Intersticial ou reacções adversas semelhantes a DPI (p.ex. pneumonite) em 2,9% e foram fatais em 0,3%.
A DPI ou reacções adversas semelhantes a DPI foram notificadas em 11/411 (2,7%) doentes que receberam TAGRISSO nos estudos de Fase II, dos quais 0,7% foram de Grau 3 ou 4 e 1% foram fatais.
A incidência de DPI foi de 6,2% em doentes de etnia Japonesa, 1,2% em doentes de etnia Asiática e 2,4% em doentes não-Asiáticos.
Uma avaliação cuidadosa de todos os doentes com inicio e/ou agravamento de sintomas pulmonares inexplicáveis (dispneia, tosse, febre) deve ser realizada para excluir DPI.
O tratamento com este medicamento deve ser interrompido até conclusão da investigação destes sintomas.
Se for diagnosticada DPI, o Osimertinib deve ser permanentemente interrompido e iniciado tratamento apropriado se necessário.
Ocorre prolongamento do intervalo QTc em doentes tratados com Osimertinib.
O prolongamento do intervalo QTc pode originar um aumento do risco de taquiarritmia ventricular (p.ex. torsade de pointes) ou morte súbita.
Não foram notificados acontecimentos de arritmia no AURAex ou AURA2.
Doentes com alterações clinicamente importantes no ritmo e condução, medidas por electrocardiograma (ECG) em repouso (p.ex. intervalo QTc superior a 470 ms) foram excluídos destes estudos.
Sempre que possível, deve ser evitada a utilização de osimertinib em doentes com síndrome do segmento QT largo congénito.
Deve ser realizada monitorização periódica com electrocardiogramas (ECGs) e electrólitos em doentes com insuficiência cardíaca congestiva, alterações electrolíticas, ou os que estão a tomar medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QTc.
O tratamento deve ser interrompido em doentes que desenvolvam um intervalo QTc superior a 500 mseg em pelo menos 2 ECGs distintos até que o intervalo QTc seja inferior a 481 mseg ou recuperar até baseline se o intervalo QTc é superior ou igual a 481 mseg, em seguida retomar Osimertinib numa dose reduzida.
O osimertinib deve ser interrompido permanentemente em doentes que desenvolvam prolongamento do intervalo QTc em combinação com qualquer um dos seguintes: torsade de pointes, taquicardia ventricular polimórfica, sinais/sintomas graves de arritmia.