⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
O emprego deste medicamento durante a gravidez será avaliado pelo médico, que deve considerar o risco versus benefício.
Aleitamento
Aleitamento:
O emprego deste medicamento durante a lactação será avaliado pelo médico, que deve considerar o risco versus benefício.
Condução
Condução:
Podem ocorrer reacções adversas como tonturas, vertigens, perturbações visuais e sonolência. Nestas condições, a capacidade de reacção pode ser reduzida.
Deve ser excluída a possibilidade de tumor gástrico maligno ao utilizar este medicamento, porque o dexlansoprazol pode mascarar os sintomas e retardar o diagnóstico.
O dexlansoprazol deve ser utilizado com precaução em doentes com disfunção hepática moderada.
O dexlansoprazol não é recomendado para doentes com compromisso hepático grave.
A redução da acidez gástrica por qualquer motivo, incluindo os inibidores da bomba de protões (IBP) como o dexlansoprazol, aumenta a contagem gástrica de bactérias normalmente presentes no tracto gastrointestinal.
O tratamento com IBP pode conduzir a um ligeiro aumento do risco de infecções gastrointestinais, como Salmonella, Campylobacter e Clostridium difficile.
Uma vez que os dados de segurança são limitados nos doentes em tratamento há mais de 1 ano, deve rever-se regularmente o tratamento e efectuar-se uma avaliação risco/benefício cuidadosa nestes doentes.
Foi notificada hipomagnesemia grave em doentes tratados com IBP como o dexlansoprazol durante pelo menos três meses, na maioria dos casos durante um ano.
Podem ocorrer manifestações graves de hipomagnesemia como fadiga, delírio, convulsões, tonturas e arritmia ventricular, embora estas possam iniciar-se de forma insidiosa e passar despercebidas.
Na maioria dos doentes afectados, a hipomagnesemia melhorou após a substituição do magnésio e a descontinuação do IBP.
Para os doentes cujo tratamento se prevê prolongado ou que tomam IBP com digoxina ou fármacos que podem causar hipomagnesemia (por exemplo, diuréticos), os profissionais de saúde devem considerar a medição dos níveis de magnésio antes de iniciarem o tratamento com IBP e periodicamente durante o tratamento.
Foram notificados casos muitos raros de colite em doentes a tomar lansoprazol.
Podem esperar-se efeitos semelhantes com o dexlansoprazol.
Assim, no caso de diarreia grave e/ou persistente, deve considerar-se a descontinuação da terapêutica.
Os inibidores da bomba de protões, especialmente se utilizados em doses elevadas e durante períodos prolongados (>1 ano), podem aumentar moderadamente o risco de fractura da anca, do pulso e da coluna, predominantemente nos idosos ou na presença de outros factores de risco reconhecidos.
Estudos observacionais sugerem que os inibidores da bomba de protões podem aumentar o risco geral de fractura em 10 a 40%.
Parte deste aumento pode dever-se a outros factores de risco.
Os doentes com risco de osteoporose devem ser tratados de acordo com as normas orientadoras clínicas actuais e devem ingerir uma quantidade adequada de vitamina D e cálcio.
Quando administrado juntamente com IBP, foram notificados casos de aumento dos níveis de metotrexato em alguns doentes.
Na administração de metotrexato em doses elevadas, pode ser necessário considerar a interrupção temporária do dexlansoprazol.