Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
É preferível evitar a utilização de selegilina durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
A selegilina não deve ser utilizada durante o aleitamento.
Condução
Condução:
Altera a capacidade de condução.
Dopping
Dopping:
Estimulantes específicos.
Uma vez que a selegilina potencia o efeito da levodopa, os efeitos indesejáveis da levodopa podem ser aumentados, particularmente quando os doentes estão a tomar uma dose muito elevada de levodopa; estes doentes devem ser monitorizados cuidadosamente.
A adição de selegilina à levodopa pode causar movimentos involuntários e/ou agitação.
Estes efeitos indesejáveis desaparecem quando a dose de levodopa é diminuída.
O tratamento com levodopa pode ser reduzido em cerca de 30% quando a selegilina é adicionada ao tratamento.
A selegilina, quando administrada em doses mais elevadas do que as recomendadas (10 mg/dia), pode perder a sua selectividade MAO-B e, consequentemente aumentar o risco de hipertensão.
Consequentemente, deve-se exercer especial precaução quando forem coadministrados fármacos metabolizados pela MAO.
É recomendada precaução especial em doentes com úlcera gástrica ou duodenal, hipertensão instável, arritmia, angina pectoris grave ou psicose, pois pode ocorrer um agravamento destas condições pré-existentes durante o tratamento.
É necessária precaução em doentes que estão a tomar inibidores da MAO durante a anestesia geral na cirurgia.
Alguns estudos concluíram que existe um aumento do risco de mortalidade nos doentes a tomar selegilina e levodopa em relação aqueles a tomar apenas levodopa.
No entanto, foram identificados múltiplos viés de metodologia nesses estudos.
Uma meta-análise e estudos de coorte de grande dimensão concluíram que não existe uma diferença significativa na mortalidade nos doentes tratados com selegilina em relação aos tratados com comparadores ou com a associação selegilina e levodopa.
Recomenda-se especial cuidado na administração da selegilina a doentes que tenham disfunção renal ou hepática grave.