A substância activa, amorolfina, pertence a uma classe química mais recente de substâncias antifúngicas.
A sua acção fungistática e fungicida é principalmente baseada na alteração da biosíntese dos esteróides na membrana celular dos fungos.
O teor de ergosterol reduz-se e ao mesmo tempo acumulam-se esteróides estranhos à célula.
A amorolfina tem um vasto espectro de acção antifúngico in vitro, sendo efectiva contra:
- dermatófitos: Trichophyton, Mycrosporum, Epidermophyton
- leveduras: Candida, Cryptococcus, Malassezia
- bolores: Alternaria, Hendersonula, Scopulariopsis
- dematiaceae: Cladosporium, Fonsecaea, Wangiella
- fungos dimórficos: Coccidióides, Histoplasma, Sporothrix
Com a excepção dos Actinomyces, as bactérias não são sensíveis à amorolfina.
O Propionibacterium acnes é apenas ligeiramente sensível.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Em grávidas, o tratamento deve ser evitado devido à falta de experiência clínica.
Aleitamento
Aleitamento:
Devido à falta de experiência clínica este tratamento deve ser evitado durante a amamentação.
Evitar o contacto do verniz com os olhos, ouvidos e membranas mucosas.
Os doentes com doenças subjacentes que os predisponham a infecções fúngicas das unhas devem consultar um médico relativamente ao tratamento adequado.
Essas doenças incluem perturbações circulatórias periféricas, diabetes mellitus e imunossupressão.
Os doentes com distrofia das unhas e com destruição da placa ungueal devem analisar com um médico qual o tratamento adequado.
A utilização de verniz de unhas cosmético ou de unhas artificiais deve ser evitada durante o tratamento.
Dado que não existem dados clínicos, a amorolfina não é recomendada em crianças.