⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A sua dose de insulina pode ter que ser alterada durante a gravidez. É necessário um controlo cuidadoso da sua diabetes durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
Pode ser necessário ajustar a dose de insulina e/ou a dieta em diabéticas que estejam a amamentar.
Condução
Condução:
Os doentes devem ser avisados para tomarem precauções a fim de evitarem uma hipoglicemia enquanto conduzem.
Quando nos doentes há uma transferência para outro tipo ou marca de insulina, esta deve ser feita sob rigorosa vigilância médica.
Mudanças de dosagem, marca (fabricante), tipo (solúvel, isofano, lenta, etc), espécie (animal, humana, análogo de insulina humana) e/ou método de fabrico (DNA recombinante versus insulina de origem animal), pode resultar na necessidade de mudança de dosagem.
Nas insulinas de acção rápida, qualquer doente que faça também uma insulina basal, deve optimizar a dose de ambas as insulinas de modo a obter um melhor controlo da glucose durante todo odia, particularmente o controlo da glucose nocturna e da glucose em jejum.
Este medicamento de acção mais curta, deve ser introduzido primeiro na seringa, a fim de evitar a contaminação do frasco para injectáveis pela insulina de acção mais longa.
A mistura de insulinas antecipada ou imediatamente antes da injecção deve fazer-se a conselho médico.
No entanto, deve seguir-se uma rotina uniforme.
As situações clínicas que podem conduzir a sintomas prematuros de alerta de hipoglicemia diferentes ou menos evidentes incluem diabetes prolongada, terapêutica com insulina intensificada, neuropatia diabética ou medicamentações tais como com os beta-bloqueadores.
Os poucos doentes que sofreram reacções hipoglicémicas após a mudança de insulina de origem animal para insulina humana, comunicaram que os primeiros sintomas de alerta foram menos pronunciados ou diferentes dos que tinham experimentado com a insulina previamente utilizada.
As reacções de hipoglicemia ou hiperglicemia não corrigidas podem causar perda de consciência, coma ou morte.
A administração de doses inadequadas ou a descontinuação do tratamento, especialmente em diabéticos insulino-dependentes, pode conduzir a hiperglicemia e cetoacidose diabética; situações que são potencialmente fatais.
As necessidades de insulina podem estar diminuídas na presença de compromisso renal.
As necessidades de insulina podem estar diminuídas em doentes com compromisso hepático devido a uma diminuição da neoglucogénese e do catabolismo da insulina; no entanto, em doentes com compromisso hepático crónico, um agravamento da insulino-resistência, pode levar a um aumento das necessidades de insulina.
As necessidades de insulina podem aumentar durante uma doença ou perturbações emocionais.
No caso dos doentes aumentarem a sua actividade física ou modificarem a dieta habitual, também pode ser necessário ajustar a dose de insulina.
Fazer exercício físico imediatamente a seguir às refeições pode aumentar o risco de hipoglicemia.
Uma consequência da farmacodinamia dos análogos de insulina de acção rápida é que, no caso de ocorrer hipoglicemia, esta pode ocorrer mais cedo após uma administração, comparativamente com a insulina humana solúvel.
Este medicamento só deve ser utilizado em crianças como substituição da insulina solúvel quando uma rápida acção da insulina possa ser benéfica.
Por exemplo o momento das injecções em relação às refeições.
A insulina lispro em combinação com pioglitazona:
Foram notificados casos de insuficiência cardíaca quando se utilizou pioglitazona em combinação com insulina, especialmente em doentes com factores de risco para desenvolvimento de insuficiência cardíaca.
Este facto deve ser tido em conta se for considerado o tratamento com a combinação de pioglitazona e a insulina lispro.
Se esta combinação for utilizada,os doentes devem ser observados no que diz respeito a sinais e sintomas de insuficiência cardíaca, aumento de peso e edema.
Deve descontinuar-se a pioglitazona se occorer alguma deteriorização dos sintomas cardíacos.