⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
É possível que possa tomar Nifedipina durante a gravidez, mas só depois do parecer positivo e autorização do médico.
Aleitamento
Aleitamento:
Se precisar de tomar Nifedipina, deve parar de amamentar antes de começar a tomar os comprimidos.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Reduzir a posologia.
Condução
Condução:
Nifedipina pode causar tonturas, desmaio, cansaço extremo ou perturbações da visão.
Não conduza nem utilize máquinas, caso se sinta afectado desta forma.
Isto pode ser mais provável quando iniciar o tratamento, se mudar de medicação ou se tiver consumido álcool.
É necessário ter cuidado nos doentes com tensão arterial muito baixa (hipotensão grave com tensão sistólica inferior a 90 mm Hg), em casos de evidente insuficiência cardíaca e no caso de estenose aórtica grave.
A nifedipina não deve ser utilizada durante a gravidez, a não ser que a situação clínica da mulher requeira um tratamento com nifedipina.
A nifedipina deve ficar reservada para mulheres com hipertensão grave que não respondam à terapêutica padrão.
Não é recomendada a utilização de nifedipina durante o período de amamentação porque foi comunicado que a nifedipina é excretada no leite materno e desconhecem-se os efeitos da absorção oral de pequenas quantidades de nifedipina.
Deve ser feita uma monitorização cuidada da tensão arterial quando se administrar nifedipina com sulfato de magnésio intravenoso, dada a possibilidade de uma descida excessiva da tensão arterial, o que poderia ser prejudicial tanto para a mãe como para o feto.
A nifedipina de libertação prolongada pode ser utilizada em associação com beta-bloqueadores e outros agentes anti-hipertensivos, mas a possibilidade de um efeito aditivo resultante em hipotensão postural deve ser tida em consideração.
A nifedipina de libertação prolongada não prevenirá os possíveis efeitos rebound após a interrupção de outra terapêutica antihipertensiva.
A nifedipina de libertação prolongada deve ser utilizada com precaução nos doentes cuja reserva cardíaca é fraca.
Ocasionalmente foi observada deterioração da insuficiência cardíaca com a nifedipina.
Os doentes diabéticos que tomem nifedipina de libertação prolongada podem necessitar de ajustes nos controlos glicémicos.
A segurança dos comprimidos de libertação prolongada de nifedipina na hipertensão maligna não foi estabelecida.
Nos doentes sujeitos a diálise com hipertensão maligna e hipovolemia, pode ocorrer uma acentuada descida na tensão arterial.
Em doentes com compromisso da função hepática, pode ser necessária uma monitorização cuidada e, em casos mais graves, pode ser necessário proceder à redução da dose.
A nifedipina é metabolizada através do sistema do citocromo P450 3A4.
Os medicamentos conhecidos por inibir ou induzir este sistema enzimático podem, por conseguinte, alterar a primeira passagem ou a depuração da nifedipina.
Os medicamentos que são inibidores do sistema do citocromo P450 3A4 e que por conseguinte, podem levar a um aumento das concentrações plasmáticas da nifedipina são os antibióticos macrólidos (por exemplo, a eritromicina), inibidores da protease anti-VIH (por exemplo, o ritonavir), antimicóticos azóis (por exemplo, o cetoconazol), os antidepressivos nefazodona e fluoxetina, quinupristina/dalfopristina, ácido valpróico e cimetidina.
Com a administração concomitante destes medicamentos, a tensão arterial deve ser monitorizada e, se necessário, deve ser considerada uma redução da dose de nifedipina.
Como a membrana exterior do comprimido de libertação prolongada de nifedipina não é digerida, é possível ver o que parece ser o comprimido inteiro na sanita ou nas fezes do doente.
Portanto, como resultado disto, é preciso precaução quando se administrar nifedipina de libertação prolongada a doentes com estenose/estreitamento gastrointestinal grave pré-existentes, visto que podem ocorrer sintomas de obstrução intestinal.
Em casos muito raros podem ocorrer bezoares que requerem uma intervenção cirúrgica.
Os comprimidos de libertação prolongada de nifedipina devem ser utilizados com precaução em doentes com antecedentes de obstrução gastrointestinal, obstrução esofágica ou qualquer grau de redução no diâmetro do lúmen do tracto gastrointestinal.
Em casos específicos, os sintomas obstrutivos foram descritos sem uma conhecida história de distúrbios gastrointestinais.
Pode dar-se um efeito de falso positivo aquando da realização de um raio-X com contraste de bário (por exemplo, deficiências de enchimento interpretadas como pólipos).