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Fabricante
Laboratorios Cinfa S.A. (ES)
Código ATC
M04A
Fonte
CIMA
O Alopurinol e o seu metabólito activo, oxipurinol, inibe a enzima xantina-oxidase, bloqueando a conversão da hipoxantina oxipurinas e xantina em ácido úrico.
As concentrações elevadas de oxipurina e inibição da xantina oxidase oxipurina através de resultados de feedback negativo em uma diminuição nas concentrações de ácido úrico no soro e urina.
Alopurinol também facilita a incorporação de hipoxantina e xantina em ADN e ARN, conduzindo a uma retro-inibição da síntese de novo de purina e uma diminuição nas concentrações de ácido úrico de soro como resultado de um aumento na concentração de nucleótidos.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
O alopurinol deve ser utilizado na gravidez apenas se não existir uma alternativa mais segura e quando a doença em si apresenta riscos para a mãe ou para a criança.
Aleitamento
Aleitamento:
O alopurinol e o seu metabólito oxipurinol são excretados no leite materno humano. O alopurinol não é recomendado durante a amamentação.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Reduzir a dose.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
100 a 200 mg/dia na IR moderada e 100 mg em dias alternados na IR grave; aumento do risco de toxicidade (erupções cutâneas).
Condução
Condução:
Os efeitos de alopurinol sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas são moderados.
A dosagem em caso de insuficiência renal depende da depuração renal, deve contudo corresponder em caso de ligeira insuficiência renal a ½ até 1 comprimido de Alopurinol e em caso de grave insuficiência renal a no máximo ½ comprimido de Alopurinol.
No início da terapêutica podem surgir em alguns doentes casos agudos de gota.
Devem ser controlados através de administração simultânea e profiláctica de colquicina em dose subclínica (todos os dias ou em dias alternados 0,5 mg de colquicina).
Síndrome de hipersensibilidade, Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e Necrólise Epidérmica Tóxica (NET).
As reacções de hipersensibilidade ao Alopurinol podem manifestar-se de diferentes formas, incluindo exantema maculopapular, síndrome de hipersensibilidade (DRESS) e SSJ/NET.
Estas reacções são diagnósticos clínicos e as suas apresentações clínicas são a base do processo de decisão.
Se estas reacções ocorrerem a qualquer altura durante o tratamento, o alopurinol deve ser imediatamente retirado.
O medicamento não deve ser re-introduzido no tratamento de doentes com síndrome de hipersensibilidade (DRESS) e SSJ/NET.
Foram notificadas reacções cutâneas graves e potencialmente fatais de síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) ou de necrólise epidérmica tóxica (NET) com o uso de alopurinol.
Os corticosteróides podem apresentar benefícios no tratamento das reacções de hipersensibilidade cutâneas.
O diagnóstico precoce e a descontinuação imediata do medicamento suspeito permitem a obtenção de melhores resultados na abordagem de SSJ e de NET.
A descontinuação precoce está associada a um melhor prognóstico.
Os doentes devem ser alertados para os sinais e sintomas das reacções cutâneas e devem ser atentamente monitorizados.
O risco de ocorrência de síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) ou de necrólise epidérmica tóxica (NET) é maior durante as primeiras semanas de tratamento.
O alelo HLA-B*5801 está demonstradamente associado ao risco de desenvolvimento da síndrome de hipersensibilidade (DRESS) e de SSJ/NET com o Alopurinol.
A frequência do alelo HLA-B*5801 varia bastante com a etnia das populações: até 20% na população chinesa Han, cerca de 12% na população coreana e 1-2% nos indivíduos de origem japonesa ou europeia.
A utilização de genotipagem como ferramenta de rastreio para a tomada de decisão acerca do tratamento com alopurinol ainda não foi estabelecida.
Se o doente for portador conhecido do alelo HLA-B*5801, a utilização de Alopurinol pode ser considerada se os benefícios forem superiores aos riscos.
É necessária vigilância acrescida para sinais de síndrome de hipersensibilidade (DRESS) ou de SSJ/NET e o doente deve ser informado acerca da necessidade de parar imediatamente o tratamento ao aparecimento dos primeiros sintomas.