Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A rifabutina apenas deve ser utilizada em mulheres grávidas se o potencial benefício justificar o potencial risco para o feto.
Os doentes deverão ser advertidos de que a Rifabutina pode conferir uma coloração vermelho-alaranjada à urina e possivelmente à pele e secreções corporais.
Lentes de contacto, especialmente as moles, podem ficar permanentemente manchadas.
De acordo com os critérios aceites para o tratamento de infecções micobacterianas, a Rifabutina deve ser sempre administrado em combinação com outros fármacos antimicobacterianos não pertencentes à família das rifamicinas.
É recomendado que a contagem de glóbulos brancos e de plaquetas, assim como as enzimas hepáticas sejam monitorizadas periodicamente durante o tratamento.
Quando este mediacemnto é administrado concomitantemente com a claritromicina para o tratamento do MAC, recomenda-se uma redução da dose deste medicamento, devido ao aumento das concentrações plasmáticas de Rifabutina.
Devido à possibilidade de ocorrência de uveíte, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados, quando se administra Rifabutina em combinação com claritromicina (ou outros macrólidos) e/ou fluconazol (e compostos relacionados).
Se tal acontecer, os doentes devem ser encaminhados para um oftalmologista e, se se considerar necessário, o tratamento com Rifabutina deve ser suspenso.
Os inibidores da protease actuam como substratos ou inibidores do metabolismo mediado pelo CYP450 IIIA4.
Deste modo, graças às significativas interacções farmacológicas entre os inibidores da protease e rifabutina, o seu uso concomitante deverá ser baseado na avaliação geral do doente e no perfil específico do fármaco no doente.
Para mais recomendações em relação aos inibidores da protease, ver as actuais monografias oficiais dos produtos ou contactar o fabricante específico.
Foi notificada diarreia associada a Clostridium difficile (colite pseudomembranosa) com o uso de antibióticos, incluindo arifabutina, cuja gravidade poderá variar desde ligeira a colite fatal.
O tratamento com antibióticos altera a flora normal do cólon permitindo um crescimento excessivo da C. difficile. C. difficile produz toxinas A e B que contribuem para o desenvolvimento da colite pseudomemebranosa.
As etirpes de C. difficile produtoras de hipertoxinas causam um aumento da morbilidade e mortalidade, visto estas infecções poderem ser refractárias à terapêutica antimicrobiana podendo ser necessária colectomia.
Deve ser considerado o diagnóstico de colite pseudomembranosa em doentes que desenvolvam diarreia após administração de antibióticos.
É necessário uma análise cuidadosa da história clínica visto terem sido notificados casos de colite pseudomembranosa 2 meses após a administração de antibióticos.