Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A Azitromicina apenas deve ser utilizada em casos de risco de vida durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
O aleitamento deve ser interrompido durante o tratamento com Azitromicina.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Evitar; risco de icterícia.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Usar com precaução na IR grave.
Foram notificadas reacções alérgicas sérias raras incluindo edema angioneurótico e anafilaxia (raramente fatais). Algumas destas reacções com Azitromicina resultaram em sintomas recorrentes e necessitaram de um período de observação e tratamento mais longo.
São recomendadas observações para sinais de superinfecção com organismos não susceptíveis, incluindo fungos. Foi notificada colite pseudomembranosa com a utilização de antibióticos macrólidos.
Como tal, este diagnóstico deve ser considerado em doentes que sofram de diarreia após o início do tratamento com Azitromicina.
Se a Azitromicina induzir colite pseudomembranosa, então os agentes antiperistálticos estão contra-indicados.
Não existe experiência em relação à segurança e eficácia da aplicação a longo termo da Azitromicina para as indicações mencionadas anteriormente. Em caso de infecções rapidamente recorrentes, deve ser considerado o tratamento com um outro agente antibateriano.
Devido à possibilidade teórica de ergotismo, a Azitromicina e os derivados da ergotamina não devem ser coadministrados.
Foi observada repolarizacção cardíaca e intervalo QT prolongados, acarretando um risco de desenvolvimento de arritmia cardíaca e torsades de pointes, no tratamento com outros macrólidos. Um efeito similar com Azitromicina não pode ser completamente excluído em doentes com um risco aumentado de repolarizacção cardíaca prolongada.
Como tal, a Azitromicina não deve ser administrada: em doentes com prolongamento do intervalo QT congénito ou adquirido documentado; com outras substâncias activas que prolonguem o intervalo QT tais como os antiarrítmicos das classes IA e III, cisapride e terfenadina; em doentes com desequilíbrio electrolítico, particularmente em caso de hipocaliémia e hipomagnesémia; em doentes com bradicardia clinicamente relevante, arritmia cardíaca ou insuficiência cardíaca grave.
A Azitromicina não é a substância de primeira escolha para o tratamento de faringite e amigdalite causadas por Stretococcus pyogenes. Para estas indicações e para a profilaxia da febre reumática aguda, a penicilina é o tratamento de primeira escolha.
Em caso de doenças sexualmente transmissíveis, deve ser excluída uma infecção concomitante por T.palidum.
Utilização na insuficiência renal
Não é necessário um ajuste da dose em doentes com insuficiência renal ligeira a moderada (TFG: 10 – 80 ml/min).
É aconselhada precaução em doentes com insuficiência renal grave (TFG <10 ml/min) uma vez que a exposição sistémica pode estar aumentada.
Utilização na insuficiência hepática
Uma vez que a azitromicina é metabolizada no fígado e excretada na bílis, o medicamento não deve ser administrado a doentes sofrendo de doença hepática grave.
Não foram conduzidos estudos relativamente ao tratamento destes doentes com azitromicina. Quando ocorre insuficiência hepática grave, o tratamento com Azitromicina deve ser interrompido.
A Azitromicina deve ser administrada com precaução a doentes com perturbações neurológicas ou psiquiátricas.
A Azitromicina não está indicada para o tratamento de feridas de queimaduras infectadas.
Os comprimidos revestidos por película de Azitromicina não são adequados para o tratamento de infecções graves em que uma elevada concentração sanguínea do antibiótico é rapidamente necessária.
Se utiliza qualquer outro medicamento para aplicar no olho, deverá: aplicar o outro medicamento oftálmico, esperar durante 15 minutos e por último aplicar a Azitromicina.