⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Este medicamento não deve ser administrado durante a gravidez excepto se absolutamente necessário.
Aleitamento
Aleitamento:
O Médico irá considerar cuidadosamente se o aleitamento ou a terapêutica com gentamicina devem ser descontinuados.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Ver Aminoglicosídeos.
Condução
Condução:
É aconselhada precaução na condução devido à possibilidade de ocorrência de efeitos indesejáveis tais como tonturas e vertigens.
Nos indivíduos portadores de anomalia vestibular e coclear.
A nefrotoxicidade e a ototoxicidade da Gentamicina, impõem as seguintes precauções de emprego:
– em caso de insuficiência renal, utilizar a Gentamicina só em situações de estrita necessidade e adaptar a posologia em função do clearance de creatinina.
É necessária, portanto, a vigilância médica sobre as funções renal e auditiva.
As taxas séricas do antibióticos deverão ser controladas dentro da medida do possível;
– tendo em conta a farmacocinética do produto e o mecanismo de ototoxicidade e de nefrotoxicidade, evitar os tratamentos iterativos e/ou prolongados, particularmente nos idosos; associação com diuréticos muito ativos.
Utilizar com grande precaução em doentes com parkinsonismo e outras situações caracterizadas por fraqueza muscular. Em caso de intervenção cirúrgica, informar o anestesista-reanimador da toma do medicamento.
Embora fossem observadas concentrações séricas baixas de Gentamicina quando se utiliza o implante, dever-se-ão ponderar cuidadosamente os benefícios resultantes deste tratamento em doentes com insuficiência renal grave relativamente aos possíveis efeitos adversos na função renal.
Embora em estudos clínicos as concentrações séricas de Gentamicina não tenham atingido geralmente níveis tóxicos durante o tratamento com o implante, é, do mesmo modo, recomendada a determinação dos níveis séricos de Gentamicina e a monitorização da função renal através do doseamento dos níveis séricos de creatinina.
O tratamento concomitante com aminoglicosidos sistémicos deve ser evitado.
No entanto, se o uso destes medicamentos for considerado necessário, este deverá ser feito mediante a monitorização dos níveis séricos de aminoglicosidos e da função renal.
Os aminoglicosidos devem ser utilizados com precaução em indivíduos com doenças neuromusculares, nomeadamente, miastenia grave ou parkinsonismo, uma vez que estes fármacos podem agravar a fraqueza muscular devido aos potenciais efeitos do tipo curare que exercem sobre a junção neuromuscular.
Existem reações de hipersensibilidade cruzada entre aminoglicosidos.
Não foi estabelecida a segurança do Implante em doentes pediátricos.
No caso de se utilizarem diversos implantes aconselha-se a inserção de uma drenagem livre.
Não existem dados disponíveis sobre a administração do implante em doentes com doenças imunológicas ou do tecido conjuntivo.
Embora não esteja ainda provado que o uso de colagénio de origem animal leve a exacerbações de doenças imunológicas e do tecido conjuntivo, como por exemplo, o lupus eritematoso, esclerodermia e poliartrite crónica, é aconselhável a administração do implante nestes doentes, apenas, sob vigilância apertada.
É recomendada a colheita de amostras adequadas para identificação do micro-organismo responsável pela patologia ocular antes do início do tratamento com gentamicina.
A terapêutica contínua de longa duração deve ser evitada, podendo levar à sensibilização e emergência de micro-organismos resistentes.
Tem sido demonstrada hipersensibilidade cruzada entre os aminoglicosídeos pelo que quando um paciente se sensibiliza à gentamicina tópica existe a possibilidade de sensibilizar a outro aminoglicosídeo (tópico e/ou sistémico).
Utilizar com precaução nos doentes insuficientes renais, bem como durante a fase de gravidez e aleitamento.