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J01DC04
Fonte
AIFA
O Cefaclor é um antibiótico cefalosporínico semi-sintético.
A ação batericida das cefalosporinas resulta da inibição da síntese da parede bacteriana.
Cefaclor é ativo in vitro contra os seguintes micro-organismos:
Gram-positivos:
Staphylococcus aureus (incluindo estirpes produtoras de beta-lactamase), Staphylococcus epidermidis (incluindo estirpes produtoras de beta-lactamase), Staphylococcus saprophyticus, Streptococcus pnmeumoniae, estirpes susceptíveis à penicilina, Streptococcus pyogenes (estreptococus do grupo A).
Gram-negativos:
Citrobater diversus, Haemophilus parainfluenza,; Haemophilus influenzae (incluindo estirpes produtoras de beta-latamase), Moraxella catarrhalis, (incluindo estirpes produtoras de beta-latamase), Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Proteus mirabilis, Neisseria gonorrhea.
Anaeróbios:
Propionibaterium acnes, Bateróides spp. (excluindo Bateróides fragilis), Peptococci, Peptostreptococci.
O Cefaclor é inativo contra estafilococos meticilino-resistentes.
Pseudomonas spp., Acinetobater calcoaceticus, a maior parte das estirpes de enterococci, Enterobater spp., Morganella morganii, Providencia rettgeri, H. influenzae beta-latamase negativo e ampicilino-resistente, Proteus e Serraria spp. índole-positivos, são resistentes ao Cefaclor.
⚠️ Avisos
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Reduzir dose em 50% na IR grave.
Gravidez
Gravidez:
O Cefaclor só deve ser utilizado durante a gravidez, se claramente necessário.
Aleitamento
Aleitamento:
Deve ter-se o máximo cuidado quando se administrar cefaclor a mulheres a amamentar.
Antes de instituir o tratamento com Cefaclor, deve averiguar-se se o doente apresentou anteriormente hipersensibilidade às cefalosporinas e à penicilina.
Os derivados da cefalosporina C devem ser administrados com precaução a doentes alérgicos à penicilina.
Observaram-se casos de alergia cruzada parcial entre as penicilinas e as cefalosporinas.
Em alguns doentes verificaram-se reações graves (incluindo as do tipo anafiláctico) aos dois antibióticos.
No caso de se manifestar algum tipo de reação alergiforme ao Cefaclor, o tratamento deverá ser interrompido e o doente medicado com uma terapêutica apropriada.
A utilização prolongada do Cefaclor pode levar ao desenvolvimento exagerado de micro-organismos não sensíveis.
É essencial uma observação cuidada do doente.
Se ocorrer uma superinfecção durante a terapêutica devem ser tomadas medidas adequadas.
Verificaram-se testes de Coombs positivos durante a terapêutica com antibióticos do grupo das cefalosporinas.
Em estudos hematológicos ou nas provas de compatibilidade sanguínea, quando se realizam testes antiglobulínicos no lado menor ou em testes de Coombs de recém-nascidos (cujas mães haviam sido medicadas com cefalosporinas antes do parto), deve admitir-se que o teste de Coombs positivo pode ser atribuído à utilização deste medicamento.
O Cefaclor deve ser administrado com precaução na presença de uma função renal marcadamente diminuída.
Dado que a semivida do Cefaclor em anúria é de 2,3 a 2,8 horas, geralmente não é necessário ajustar a dose em doentes com disfunção renal moderada ou grave.
Os antibióticos de largo espectro devem ser prescritos com precaução em indivíduos com história de patologia gastrintestinal, especialmente colite.
A colite pseudomembranosa foi referida com praticamente todos os antibióticos de largo espectro.
A segurança e a eficácia do Cefaclor em crianças com idades inferiores a 1 mês ainda não foram estabelecidas.
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Verificado por editor médico
Dr. Ozarchuk, PharmD · April 2026
Source: РЛС РФ · rlsnet.ru
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