⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Albendazol está contraindicado durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
Não existe informação suficiente sobre a excreção de albendazol/metabólitos no leite humano e no leite animal. Não pode ser excluído qualquer risco para os recém-nascidos/lactentes.
Fale com o médico ou farmacêutico antes de tomar Albendazol.
1 - Uso em infestações intestinais e por Larva migrans cutânea: tratamento de curta duração e baixa dosagem: Nas mulheres em idade fértil, Albendazol deve ser administrado nos primeiros sete dias após o início da menstruação ou após um teste de gravidez negativo.
O tratamento com albendazol pode revelar uma neurocisticercose pré-existente, nomeadamente em áreas onde a infeção pela Taenia é elevada.
Os doentes podem apresentar sintomas neurológicos tais como convulsões, aumento da pressão intracraniana e sinais focais, como resultado da reação inflamatória desencadeada pela morte do parasita instalado no cérebro.
Estes sintomas podem surgir logo após o tratamento, pelo que o doente deverá iniciar imediatamente a terapêutica adequada com esteroides ou anticonvulsivantes.
2 - Uso em infestações helmínticas sistémicas: Tratamento de longa duração e elevada dosagem: Albendazol tem sido associado a uma elevação leve a moderada das enzimas do fígado.
Estas regressam aos valores normais se o tratamento é descontinuado.
O médico poderá desejar realizar testes ao seu fígado antes e durante o tratamento. Albendazol pode causar redução no número total de glóbulos brancos.
Este acontecimento é geralmente reversível, mas o médico poderá desejar controlar o seu nível.
Os doentes com doenças do fígado devem ter um maior controlo.
O albendazol demonstrou causar, ocasionalmente, supressão da medula óssea e por isso deverão ser realizadas análises ao sangue no começo do tratamento e de duas em duas semanas, durante os ciclos de 28 dias.
Doentes com doença hepática, incluindo infeção do fígado por Echinococcus, são mais susceptíveis de sofrer supressão da medula óssea, conduzindo a situações de pancitopenia, anemia aplástica, agranulocitose e leucopenia, implicando um acompanhamento rigoroso dos hemogramas.
O tratamento com albendazol poderá ser continuado se a diminuição no número total de glóbulos brancos for pequena e não mostrar progressão.
Albendazol é contra-indicado durante a gravidez.
As mulheres em risco de engravidar deverão utilizar um método contraceptivo eficaz durante e até um mês após o tratamento.
O tratamento só deverá ser iniciado após teste de gravidez negativo.
Este teste deverá ser repetido pelo menos uma vez antes de iniciar o próximo ciclo menstrual.
Doentes a tomar albenzadol para tratar uma neurocisticercose, podem apresentar sintomas associados à reação inflamatória desencadeada pela morte do parasita instalado no cérebro.
Esta sintomatologia inclui convulsões, aumento da pressão intracraniana e sinais focais.
Nestes casos os doentes deverão receber tratamento com esteroides apropriados ou anticonvulsivantes.
Os corticosteróides orais, assim como os intravenosos, estão indicados na prevenção de episódios de hipertensão intracraniana durante a primeira semana do tratamento.
Poderá ser detectada uma neurocisticercose pré-existente em doentes a tomar albendazol para outras situações, principalmente em áreas onde a infeção pela Taenia é elevada.
Os doentes podem apresentar sintomas neurológicos tais como convulsões, aumento da pressão intracraninana e sinais focais, resultantes da reação inflamatória desencadeada pela morte do parasita instalado no cérebro.
Estes sintomas podem surgir logo após o tratamento, pelo que o doente deverá iniciar imediatamente a terapêutica adequada com esteroides ou anticonvulsivante.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar, ou tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos.
Tem sido relatado, que a cimetidina, o praziquantel e adexametasona podem aumentar os níveis plasmáticos do metabólito responsável pela eficácia sistémica do albendazol.
Por outro lado, existem medicamentos que potencialmente podem reduzir as concentrações plasmáticas do sulfóxido de albendazol, metabólito activo do albendazol.
Estes são o ritonavir, fenitoína, carbamazepina e fenobarbital.
A relevância clínica deste facto é desconhecida, mas poderá resultar numa diminuição da eficácia, especialmente no tratamento de infecções helmínticas sistémicas.
Os doentes deverão ser monitorizados e eventualmente poderão requerer doses e terapêuticas alternativas.