⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A utilização de tenofovir disoproxil fumarato pode ser considerada durante a gravidez, se necessário.
Aleitamento
Aleitamento:
Tenofovir não deve ser utilizado durante a amamentação. Como regra geral, recomenda-se que mulheres infectadas pelo VIH não amamentem para evitar a transmissão de VIH à criança.
Tome precauções para não transmitir a infecção a outras pessoas.
Poderá continuar a transmitir o VIH enquanto toma este medicamento, apesar de se reduzir o risco com uma terapêutica anti-retroviral eficaz.
Converse com o médico sobre as precauções necessárias para evitar que infete outras pessoas.
Tenofovir não reduz o risco de transmitir VHB a outras pessoas através de contacto sexual ou contaminação com sangue.
Deve continuar a tomar as devidas precauções de modo a evitar a transmissão.
Se tiver tido uma doença nos rins ou se as análises tiverem apresentado alterações relativas aos seus rins, fale com o médico ou farmacêutico.
Tenofovir não deve ser dado a adolescentes com problemas de rins já existentes.
Tenofovir pode afectar os seus rins durante o tratamento.
Se for um adulto, o médico poderá aconselhá-lo a utilizar os comprimidos com menos frequência.
Não diminua a dose prescrita a menos que o médico lhe diga para o fazer.
Tenofovir não é geralmente tomado com outros medicamentos que possam prejudicar os rins.
Caso isto seja inevitável, o médico irá verificar, uma vez por semana, se os rins estão a funcionar correctamente.
- Problemas ósseos.
Alguns doentes adultos infectados pelo VIH em terapêutica anti-retroviral combinada podem desenvolver uma doença óssea chamada osteonecrose (morte do tecido ósseo provocada pela falta de fornecimento de sangue ao osso).
A duração da terapêutica anti-retroviral combinada, a utilização de corticosteróides, o consumo de álcool, a imunossupressão grave, um índice de massa corporal aumentado, entre outros, podem ser alguns dos inúmeros factores de risco para o desenvolvimento desta doença.
Os sinais de osteonecrose são rigidez, mal-estar e dores nas articulações (especialmente na anca, joelho e ombro) e dificuldade de movimentos.
Os problemas ósseos (por vezes resultando em fracturas) podem também ocorrer devido a lesão nas células tubulares do rim.
- Se tem ou tiver tido uma doença no fígado, incluindo hepatite, fale com o médico.
Os doentes com doença no fígado, incluindo hepatite B ou C crónica, que estejam a ser tratados com medicamentos anti-retrovirais, apresentam um risco superior ao normal de sofrerem complicações graves e potencialmente fatais ao nível do fígado.
- No tratamento do VIH, as terapêuticas de associação de anti-retrovirais (incluindo Tenofovir) podem elevar o açúcar no sangue, aumentar as gorduras no sangue (hiperlipidemia), causar alterações da gordura corporal e resistência à insulina.
Se é diabético, obeso ou tem o colesterol elevado, fale com o médico.
- Esteja atento a infecções.
Se tem infecção avançada pelo VIH (SIDA) e tem uma infecção, poderá desenvolver sintomas de infecção e inflamação ou piorar os sintomas de uma infecção já existente, assim que inicie o tratamento com Tenofovir.
Estes sintomas podem indicar que o seu sistema imunitário está melhor e está a combater a infecção.
Esteja atento a sinais de inflamação ou infecção assim que inicie a toma de Tenofovir.
Se se aperceber de sinais de inflamação ou infecção, informe imediatamente o médico.
Adicionalmente às infecções oportunistas, as doenças autoimunes (uma condição que ocorre quando o sistema imunitário ataca tecidos corporais saudáveis) também podem ocorrer depois de começar a tomar os medicamentos para o tratamento da sua infecção pelo VIH.
As doenças autoimunes podem ocorrer muitos meses após o início do tratamento.
Se notar quaisquer sintomas de infecção ou outros sintomas como fraqueza muscular, fraqueza a começar nas mãos e nos pés e dirigindo-se em direcção ao tronco, palpitações, tremores ou hiperactividade, informe o médico imediatamente para procurar o tratamento necessário.
- Se tem mais de 65 anos, fale com o médico ou farmacêutico.
Tenofovir não foi estudado em doentes com mais de 65 anos de idade.