⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
O triazolam não deve ser utilizado durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
O triazolam não deve ser utilizado durante a amamentação.
Condução
Condução:
Os doentes devem ser alertados para não conduzir ou utilizar máquinas durante o tratamento até ter sido estabelecido que não são afectados por sonolência ou tonturas diurnas.
Devem tomar-se precauções no tratamento de doentes com insuficiência hepática ligeira a moderada.
Em doentes com a função respiratória comprometida, foram notificadas, pouco frequentemente, depressão respiratória e apneia.
As benzodiazepinas produzem um efeito aditivo quando coadministradas com álcool ou com outros depressores do Sistema Nervoso Central (SNC).
Não é recomendada a toma concomitante com álcool.
Triazolam deve ser utilizado com precaução quando combinado com depressores do SNC.
As benzodiazepinas devem ser utilizadas com extrema precaução em doentes com antecedentes de abuso de álcool ou drogas.
Pode ocorrer alguma perda de eficácia dos efeitos hipnóticos das benzodiazepinas após a utilização repetida durante algumas semanas.
A utilização de benzodiazepinas pode levar ao desenvolvimento de dependência física e psíquica destes medicamentos.
No entanto, como com todas as benzodiazepinas, o risco de dependência aumenta com a dose e duração do tratamento, sendo ainda mais elevado em doentes com história de alcoolismo ou abuso de drogas.
Sintomas de privação: Quando se desenvolve a dependência, a interrupção brusca pode ser acompanhada de síndrome de privação.
Isto pode manifestar-se através de cefaleias, mialgias, ansiedade extrema, tensão, inquietação, confusão e irritabilidade.
Em situações graves, podem ocorrer os seguintes sintomas: sensação de irrealidade, despersonalização, hiperacúsia, entorpecimento e parestesias das extremidades, hipersensibilidade à luz, ao ruído e ao contacto físico, alucinações ou convulsões.
Insónia rebound: É uma síndrome transitória na qual a indicação para tratamento (insónia) que levou ao tratamento com benzodiazepinas reaparece mas com maior severidade do que inicialmente, podendo ocorrer aquando da descontinuação do tratamento.
Este facto pode ser acompanhado de outros sintomas como alterações de humor, ansiedade ou distúrbios do sono e inquietação.
Como o risco do fenómeno de privação / rebound é maior após interrupção brusca do tratamento, é recomendado que a dosagem seja diminuída gradualmente.
Apesar das benzodiazepinas não serem depressogénicas, podem estar associadas com depressão mental que pode ou não estar associado com ideação suicida ou com tentativas de suicídio.
Isto ocorre raramente e de forma imprevisível.
Deste modo, o triazolam deve ser utilizado com precaução e a quantidade prescrita deve ser limitada em doentes com sinais e sintomas de perturbações depressivas ou tendências suicidas.
As benzodiazepinas podem induzir amnésia anterógrada.
Esta situação ocorre mais frequentemente várias horas após a ingestão do medicamento e, por isso, para reduzir o risco, os doentes devem assegurar que serão capazes de ter um sono sem interrupções de 7-8 horas.
Em doentes idosos e/ou debilitados, é recomendado que o tratamento com triazolam seja iniciado com 0,125 mg para diminuir a possibilidade de desenvolvimento de sobressedação, tonturas ou coordenação comprometida.
Nos adultos é recomendada a dose 0,25 mg.
Triazolam não é recomendado para utilização em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos devido a dados insuficientes de segurança e eficácia.
Durante a utilização de benzodiazepinas podem ocorrer reacções como inquietação, agitação, irritabilidade, agressividade, alucinação, raiva, pesadelos, alucinações, psicoses, comportamento inapropriado e outros efeitos adversos comportamentais.
Se isto ocorrer, a utilização do medicamento deve ser descontinuada.
É mais provável que ocorram em crianças e idosos.
Foram notificados acontecimentos relacionados com o comportamento do sono complexos, como “dormir a conduzir” (isto é, conduzir enquanto não está completamente acordado após a ingestão de um sedativo hipnótico, com amnésia para o acontecimento) em doentes que não estavam completamente despertos após a toma de um sedativo hipnótico, incluindo o triazolam.
Estes e outros acontecimentos relacionados com o comportamento do sono complexos podem ocorrer com sedativos hipnóticos, incluindo o triazolam, isolados em doses terapêuticas.
A utilização de álcool e outros depressores do SNC com sedativos hipnóticos parece aumentar o risco de tais comportamentos, assim como a utilização de sedativos hipnóticos em doses superiores à dose máxima recomendada.
Devido ao risco para o doente e para a comunidade, deve ser fortemente considerada a descontinuação destes medicamentos em doentes que apresentam tais acontecimentos.
Foram notificadas reacções anafilácticas e anafilactóides graves, incluindo casos raros fatais de anafilaxia, em doentes em tratamento com triazolam.
Foram notificados casos de angioedema envolvendo a língua, glote ou laringe após a toma da primeira dose ou de doses subsequentes de sedativos hipnóticos, incluindo o triazolam.