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Fabricante
Laboratorios Cinfa S.A. (ES)
Código ATC
A07D
Fonte
CIMA
A loperamida liga-se aos recetores opiáceos da parede intestinal.
Consequentemente inibe a libertação de acetilcolina e de prostaglandinas, e deste modo, reduz o peristaltismo propulsivo, aumentando o tempo de trânsito intestinal.
A loperamida aumenta o tónus do esfíncter anal, reduzindo a incontinência.
Devido à sua elevada afinidade para a parede intestinal e considerável metabolismo de primeira passagem, a loperamida praticamente não atinge a circulação sistémica.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Antes de administrar Loperamida durante a gravidez, especialmente, durante o primeiro trimestre, devem-se ponderar os benifícios terapêuticos para a mãe, em relação aos potenciais riscos para o feto.
Aleitamento
Aleitamento:
Loperamida não é recomendado durante o período de aleitamento.
Condução
Condução:
Cansaço, tonturas ou vertigens podem ocorrer num síndroma diarreico tratado com Loperamida. Por essa razão é aconselhável não conduzir veículos, nem trabalhar com máquinas.
O tratamento da diarreia com Loperamida é apenas sintomático.
Sempre que se possa determinar uma etiologia subjacente, deve-se proceder quando apropriado (ou quando indicado) ao tratamento da causa da diarreia.
Em doentes com diarreia, particularmente em crianças, pode ocorrer deplecção de fluidos e electrólitos.
Em tais casos, a medida mais importante a tomar é a administração de terapêutica adequada de substituição dos fluidos e electrólitos.
Loperamida não deve ser administrado a crianças idade entre os 2 e os 6 anos de idade sem prescrição e controlo médico.
Na diarreia aguda, caso não se observe melhoria clínica no prazo de 48 horas, deve-se interromper a administração de Loperamida e os doentes devem consultar o médico assistente.
Doentes com SIDA tratados com Loperamida para a diarreia devem interromper a terapia nos primeiros sinais de distensão abdominal.
Tem havido casos isolados de megacólon tóxico em doentes com SIDA com infeções de colite de patogénese tanto viral como bacteriana tratados com cloridrato de loperamida.
Embora não estejam disponíveis nenhuns dados farmacocinéticos em doentes com insuficiência hepática, Loperamida deve ser usado com precaução nestes doentes devido à redução do metabolismo da primeira passagem.
Os doentes com disfunção hepática devem ser rigorosamente monitorizados em relação a sinais de toxicidade a nível do sistema nervoso central.
Uma vez que a maioria do fármaco é metabolizado, e os metabólitos ou o fármaco não metabolizado são excretados nas fezes, não é necessário ajuste das doses em doentes com insuficiência renal.
Informe o seu médico se está a tomar:
- quinidina (utilizado no tratamento de arritmias cardíacas)
- ritonavir (utilizado no tratamento de infeções por VIH)
- itraconazol e cetoconazol (utilizado para tratamento de infeções por fungos)
- gemfibrozil (utilizado para reduzir triglicéridos)
- desmopressina oral (utilizado nas crianças para não urinar durante a noite).
A toma destes medicamentos simultaneamente com Loperamida pode provocar um aumento no efeito de Loperamida.