Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
OTC
Lauromacrogol 400
2% polidocanol, SOLUCIÓN INYECTABLE
INN: LAUROMACROGOL 400
Atualizado: 2026-04-11
Disponível em:
🇨🇿🇩🇪🇬🇧🇪🇸🇫🇷🇵🇹🇸🇰
Forma
SOLUCIÓN INYECTABLE
Posologia
2% polidocanol
Via de administração
VÍA INTRAVENOSA
Armazenamento
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Sobre este produto
User Reviews
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Fabricante
Chemische Fabrik Kreussler & Co Gmbh (ES)
Código ATC
A06AD15
Fonte
CIMA
O lauromacrogol 400 danifica o endotélio dos vasos sanguíneos e possivelmente outras camadas da parede das veias, sendo o seu efeito dependente da concentração e do volume. A longo prazo as veias afectadas transformam-se definitivamente num cordão fibroso. O resultado funcional da escleroterapia é equivalente ao da remoção cirúrgica de uma veia varicosa.
A aplicação de compressão após a escleroterapia de veias varicosas comprime as paredes das veias que apresentam lesões, de forma a evitar uma excessiva formação de trombos e a recanalização do trombo parietal inicialmente formado. Tal dá origem à desejada transformação em tecido fibroso e, consequentemente, à esclerose.
A escleroterapia da doença hemorroidal provoca uma reacção inflamatória discreta do tecido em redor do local da injecção. Esta reacção resulta numa esclerose localizada do tecido submucoso e consequentemente na fixação do tecido hemorroidal ao tecido subjacente, evitando assim o prolapso. Adicionalmente, a obliteração dos vasos sanguíneos no nódulo hemorroidário e na sua proximidade origina uma diminuição do aporte sanguíneo ao nódulo hemorroidário e assim uma redução do volume da massa hemorroidária.
Adicionalmente, o lauromacrogol 400 possui um efeito anestésico local e suprime, a nível local e de forma reversível, a excitabilidade das terminações dos órgãos sensoriais (receptores) assim como a capacidade de condução das fibras nervosas sensoriais.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Não deve ser usado durante a gravidez a menos que a sua utilização seja claramente necessária.
Aleitamento
Aleitamento:
Caso seja necessário efectuar uma escleroterapia durante a amamentação, é aconselhável suspender a amamentação durante 2-3 dias.
Fale com o médico, farmacêutico ou enfermeiro antes de utilizar este medicamento:
se tem febre;
se sofre de episódios de dificuldade em respirar (asma brônquica);
se sofre de uma forte predisposição para alergias;
se o seu estado de saúde geral é muito débil;
se pretende efectuar escleroterapia de veias muito finas: em doentes com alterações na circulação arterial (doença arterial oclusiva, grau II da classificação de Fontaine);
se tem as pernas inchadas com acumulação de líquido (edema) e se este inchaço não melhorar com a aplicação de ligaduras de compressão ou meia elástica;
se sofre de uma doença inflamatória da pele na zona do tratamento;
se tem sintomas de uma oclusão dos vasos sanguíneos mais pequenos, por exemplo, devido a diabetes (microangiopatia) e diminuição das sensações (neuropatia);
se a sua mobilidade é reduzida.
Fale com o médico, farmacêutico ou enfermeiro antes de efectuar escleroterapia com microespuma:
se tem uma abertura no septo cardíaco diagnosticada, mesmo que o desvio de sangue da direita para a esquerda não provoque sinais de doença/não seja acompanhado de quaisquer sintomas (“shunt” direita - esquerda conhecido assintomático);
se tem antecedentes de perda de visão ou disfunção dos nervos (sintomas visuais ou neurológicos) após uma escleroterapia com microespuma efectuada anteriormente.
Advertências e precauções no tratamento de hemorróidas
se tem febre;
se sofre de episódios de dificuldade em respirar (asma brônquica);
se sofre de uma forte predisposição para alergias;
se o seu estado de saúde geral é muito débil;
se tem uma doença inflamatória crónica do intestino (por exemplo, doença de Crohn).