Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
OTC
Ácido fusídico
2 g acido fusidico; 0,1 g betametasona valerato, Crema
INN: FUSIDICO ACIDO, BETAMETASONA 17-VALERATO
Atualizado: 2026-04-11
Disponível em:
🇨🇿🇩🇪🇬🇧🇪🇸🇵🇹🇸🇰
Forma
CREMA
Posologia
2 g acido fusidico; 0,1 g betametasona valerato
Via de administração
USO CUTÁNEO
Armazenamento
—
Sobre este produto
User Reviews
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Fabricante
Laboratorios Leo Pharma S.A. (ES)
Código ATC
D07C
Fonte
CIMA
O Ácido fusídico pertence a um grupo único de antibióticos, os fusidaninos, que agem inibindo a síntese proteica bacteriana, bloqueando o fator de alongamento G.
A ligação do fator de alongamento G aos ribossomas e GTP é dificultada, em resultado da interrupção do processamento de energia para a síntese de proteínas.
Como é o único produto disponível na família dos fusidaninos, não existem relatos de resistência cruzada ao ácido fusídico.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
O Ácido fusídico administrado sistemicamente durante o terceiro trimestre de gravidez pode, com base na actividade farmacológica, ter um risco de hiperbilirrubinemia no recém-nascido.
Aleitamento
Aleitamento:
Pode ser usado durante o período de aleitamento materno, se a terapêutica for de curto prazo e se o creme for aplicado em pequenas áreas.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Evitar ou reduzir a dose; excreção biliar; risco de hepatotoxicidade.
Cutâneo:
O medicamento não deve ser dispensado nas situações abaixo descritas, excepto por indicação médica:
- Gravidez e amamentação
- Grandes áreas infetadas
- Região ocular
Foi reportada a ocorrência de resistência bacteriana do Staphylococcus aureus com a utilização de Ácido fusídico tópico. Tal como acontece com todos os antibióticos, o uso prolongado ou recorrente de ácido fusídico pode aumentar o risco de desenvolvimento de resistência ao antibiótico.
Oral:
Tome especial cuidado com Ácido fusídico se está a fazer tratamento concomitante com estatinas.
Dado que o Ácido fusídico é metabolizado no fígado e é essencialmente excretado pela bílis, devem ser efectuados testes periódicos à função hepática nos doentes com insuficiência hepática, perturbações das vias biliares se o produto for administrado em altas doses por longos períodos de tempo ou quando for administrado em associação com outros antibióticos que sejam excretados pela mesma via, como por exemplo a lincomicina e rifampicina.
Deve-se ter especial precaução quando o Ácido fusídico é administrado a crianças prematuras, ou a crianças com icterícia, acidose, ou outras doenças graves.
Intravenosa:
Tome especial cuidado com Ácido fusídico se está a fazer tratamento concomitante com estatinas.
Dado que o Ácido fusídico é metabolizado no fígado e é essencialmente excretado pela bílis, devem ser efectuados testes periódicos à função hepática nos doentes com insuficiência hepática, perturbações das vias biliares ou quando for administrado por longos períodos de tempo.
O Ácido fusídico para perfusão intravenosa deverá ser utilizado com precaução em doentes com patologias hepáticas crónicas, em particular em doentes portadores de infeção pelo VHC e VHB.
A co-administração por via sistémica de Ácido fusídico e de inibidores da HMG-CoA reductase tais como as estatinas causa o aumento significativo das concentrações séricas de ambos os agentes.
Isto pode resultar no aumento da creatinina quinase e no risco de rabdomiólise, astenia muscular e mialgias.
Como tal, o tratamento concomitante com estatinas está contraindicado.
O Ácido fusídico administrado por via sistémica e concomitantemente com anticoagulantes orais tais como os derivados cumarínicos ou anticoagulantes com ação semelhante poderá aumentar a concentração sérica destes agentes desenvolvendo o efeito anticoagulante.
Poderá ser necessário proceder ao ajuste da dose do anticoagulante oral de modo a manter o nível desejado de anticoagulação.
O mecanismo desta suposta interação permanece desconhecido.
As interações do metabolismo hepático do Ácido fusídico são desconhecidas.
No entanto, suspeita-se de uma interação entre Ácido fusídico e medicamentos biotransformados pelo CYP-3A4.
Presume-se que o mecanismo desta ação seja uma inibição mútua do metabolismo.
O uso de Ácido fusídico comprimidos deve ser evitado em doentes tratados com medicamentos biotransformados pelo CYP-3A4.
A co-administração por via sistémica de Ácido fusídico e de inibidores da protease HIV tais como Ritonavir e Saquinavir causam o aumento das concentrações séricas de ambos os agentes o que pode resultar em hepatotoxicidade.
Existem relatos de casos em que a co-administração por via sistémica de Ácido fusídico e de Ciclosporina causa o aumento da concentração sérica de Ciclosporina.
Oftálmico:
Foi reportada a ocorrência de resistência bacteriana com a utilização de ácido fusídico.
Tal como acontece com todos os antibióticos, o uso prolongado ou recorrente de ácido fusídico pode aumentar o risco de desenvolvimento de resistência ao antibiótico.
Utilize sempre o este medicamento durante o tempo indicado pelo médico.
Não devem ser utilizadas lentes de contacto durante o tratamento.
O ácido fusídico microcristalino pode riscar as lentes de contacto ou arranhar a córnea.
Não utilize qualquer tipo de lentes de contacto quando estiver a utilizar este medicamento.
Se tiver uma sensação estranha nos olhos, picadas ou ardor no olho após utilizar este medicamento, fale com o médico.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a utilizar, tiver utilizado recentemente, ou se vier a utilizar outros medicamentos.