Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Se está grávida não tome Glibenclamida.
Aleitamento
Aleitamento:
Se está a amamentar, não tome Glibenclamida.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Ver Sulfonilureias.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Evitar na IR grave.
Condução
Condução:
Risco de hipoglicemia.
A observação da dieta prescrita e a toma regular dos comprimidos são da maior importância para garantir a eficiência do tratamento e evitar modificações indesejáveis dos níveis de glicémia.
A ingestão simultânea de álcool pode provocar uma indesejável potenciação da ação hipoglicemiante de Glibenclamida.
As reações de hipoglicémia podem ser provocadas por sobredosagem de glibenclamida e interações com outras substâncias, erros dietéticos (refeições omitidas), consumo de álcool, exercício físico intenso e insuficiência hepática e renal.
Daí ser indispensável uma dieta rigorosa e a toma regular de comprimidos para se manter a forma física e evitar o aumento da glicémia.
Os sinais das alterações do nível sanguíneo de glucose são:
- Hiperglicémia: sede intensa, secura da boca, noctúria frequente, pele seca.
- Hipoglicémia: fome intensa, sudação, tremor, inquietação, irritabilidade, humor depressivo, cefaleias, transtornos do sono ou perturbações neurológicas transitórias.
Os sinais de alarme de uma crise hipoglicémica podem estar ausentes ou ser mascarados em doentes com neuropatias diabéticas ou a serem tratados com bloqueadores beta, clonidina ou outros fármacos de ação similar.
Os mecanismos contra-reguladores podem ser ineficazes em doentes com insuficiência hepática.
Os sintomas de hipoglicémia podem quase sempre corrigir-se com a administração de hidratos de carbono (açúcar nas suas variadas formas, também em sumos de frutas ou chá açucarado), mas não por adoçantes artificiais.
Estas situações devem ser comunicadas de imediato ao médico assistente, em especial se não for possível dominá-las com rapidez.
As doenças que apareçam durante o tratamento com Glibenclamida devem ser comunicadas ao médico assistente.
No caso de mudança de médico (por ex. admissão num hospital após acidente, doença nas férias), o doente deve dizer que é diabético.
As mulheres que pretendam engravidar devem consultar o médico assistente sobre a viabilidade do tratamento com Glibenclamida.
O tratamento de doentes com deficiência em glucose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) com sulfonilureias pode provocar anemia hemolítica.
Pelo facto da glibenclamida pertencer à classe das sulfonilureias a sua administração em doentes com deficiência em G6PD deverá ser realizada com precaução, devendo nestes doentes ser ponderada a administração de outro antidiabético que não seja uma sulfonilureia.