Reviews reflect personal experiences and are not medical advice. Always consult your doctor.
Fabricante
Bristol-Myers Squibb Pharma Eeig (ES)
Código ATC
L04A
Fonte
CIMA
A pomalidomida tem um actividade tumoricida directa antimieloma, actividades imunomoduladoras e inibe o suporte de células do estroma necessário ao crescimento de células tumorais do mieloma múltiplo.
Especificamente, a pomalidomida inibe a proliferação e induz a apoptose de células tumorais hematopoiéticas.
Além disso, a pomalidomida inibe a proliferação de linhas celulares de mieloma múltiplo resistentes à lenalidomida e cria uma sinergia com a dexametasona nas linhas celulares de mieloma múltiplo, resistentes à lenalidomida e sensíveis à lenalidomida, para induzir a apoptose das células tumorais.
A pomalidomida aumenta a imunidade mediada pelas células T e pelas células natural killer (NK) e inibe a produção de citocinas pró-inflamatórias (por exemplo, TNF-α e IL-6) pelos monócitos.
A pomalidomida também inibe a angiogénese bloqueando a migração e adesão de células endoteliais.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A pomalidomida é contraindicada durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
Devido ao potencial de reacções adversas em lactentes causadas pela pomalidomida, tem de ser tomada uma decisão sobre a descontinuação da amamentação ou a descontinuação do medicamento tendo em conta o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica para a mulher.
Condução
Condução:
Os efeitos de pomalidomida sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas são reduzidos ou moderados. Foram notificados casos de fadiga, nível de consciência diminuído, confusão e tonturas com a utilização de pomalidomida. Caso sejam afectados, os doentes devem ser instruídos no sentido de não conduzir, utilizar máquinas ou realizar actividades perigosas enquanto estiverem a ser tratados com pomalidomida.
- já teve coágulos de sangue no passado. Durante o tratamento com este medicamento existe um risco aumentado de desenvolver coágulos de sangue nas suas veias e artérias. O médico pode recomendar-lhe que faça tratamentos adicionais (por exemplo, varfarina) ou baixar a dose deste medicamento para reduzir a possibilidade de vir a ter coágulos no sangue.
- já teve uma reacção alérgica como uma erupção na pele, comichão, inchaço, sensação de tonturas ou dificuldade em respirar enquanto estava a tomar medicamentos relacionados chamados ‘talidomida’ ou ‘lenalidomida’.
- teve um ataque cardíaco, tem dificuldades em respirar ou se é fumador, tem tensão alta ou elevados níveis de colesterol.
- tem uma quantidade grande de tumor no seu corpo, incluindo na medula óssea. Este pode levar a uma condição em que o tumor se desintegra e provoca níveis anormalmente elevados de compostos químicos no sangue que podem provocar falência renal. Pode também sentir um batimento cardíaco irregular. Esta condição chama-se síndrome de lise tumoral.
- tem ou já teve neuropatia (danos nos nervos que provocam sensação de formigueiro ou dores nas mãos e nos pés).
É importante notar que os doentes com mieloma múltiplo tratados com pomalidomida podem vir a desenvolver outros tipos de cancro. Desta forma, o médico deve avaliar cuidadosamente o benefício e o risco quando lhe for prescrito este medicamento.
No final do tratamento deve devolver todas as cápsulas não usadas ao farmacêutico.
A utilização deste medicamento não é recomendada em crianças e jovens com menos de 18 anos de idade.
Informe o médico, farmacêutico ou enfermeiro antes de tomar Pomalidomida se está a tomar algum dos seguintes medicamentos:
- alguns antifúngicos como o cetoconazol
- alguns antibióticos (por ex., ciprofloxacina, enoxacina)
- certos antidepressivos, tais como a fluvoxamina.