⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Não se recomenda o Prednisolona durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
Não se recomenda o Prednisolona durante o período de amamentação.
Se tiver uma infeção (vírus, bactérias ou fungos) precisa de vigilância médica estreita.
A Prednisolona, como todos os glucocorticóides, pode dissimular sinais de infeção e aumentar o seu risco de infeção.
O tratamento prolongado aumenta a possibilidade de infeção dos olhos, por vírus ou fungos.
Se tiver tuberculose latente ou reação positiva à tuberculina, precisa de exames médicos periódicos, dado o risco de reactivação da tuberculose; o médico decidirá a oportunidade de prescrição de tratamento preventivo.
Quando se suspende a Prednisolona após tratamento prolongado podem aparecer dores musculares e nas articulações, febre e mal-estar.
Há que ter precaução nas seguintes situações:
- Doenças cardíacas, tromboembolismo e hipertensão.
Pode ser preciso diminuir o sal nos alimentos e ingerir frutos ricos em potássio (bananas, laranjas).
- Gastrite ou esofagite, diverticulite, colite ulcerosa (se houver risco iminente de perfuração, abcesso ou infeção com pús), operação cirúrgica recente com sutura de parede intestinal, úlcera do estômago ou do duodeno.
- Diabetes, osteoporose, miastenia grave, insuficiência renal.
- Instabilidade emocional.
- Tendência psicótica.
- Epilepsia.
- Hipotiroidismo ou cirrose hepática podem aumentar os efeitos do medicamento.
- Herpes simples ocular (risco de perfuração da córnea).
- Tratamento prolongado em crianças (atraso do crescimento e do desenvolvimento).
Perante grave situação agressiva (por exemplo, operação de grande cirurgia), durante tratamento prolongado com Prednisolona ou nos 12 meses após suspensão de tratamento prolongado, pode necessitar de dose aumentada, de retomar a medicação ou receber por via endovenosa um corticosteróide adequado à situação.
Consulte o médico; é importante informá-lo que está ou esteve medicado durante meses com Prednisolona.
Fale com o médico ou farmacêutico antes de tomar Prednisolona, se tem: Esclerodermia (também conhecida como esclerose sistémica, uma doença autoimune), pois doses diárias de 15 mg ou superiores podem aumentar o risco de uma complicação grave chamada crise de esclerodermia renal.
Os sinais de crise de esclerodermia renal incluem o aumento da tensão arterial e a diminuição do débito urinário.
O médico pode aconselhá-lo a verificar regularmente a tensão arterial e a urina.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos.
A fenobarbital, a fenitoína, a rifampicina, os anticoagulantes cumarínicos e a efedrina diminuem o efeito do Prednisolona, o que condiciona o aumento da dose de manutenção.
Por outro lado, a eritromicina, os estrogénios e os contracetivos orais aumentam o efeito do Prednisolona, o que pode condicionar a redução da dose de manutenção.
Existe também a possibilidade de interação da prednisolona com as quinolonas (como ofloxacina, norfloxacina e ciprofloxacina, entre outras).
Informe o médico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.
Alguns medicamentos podem potenciar os efeitos de Prednisolona e o médico poderá querer monitorizá-lo cuidadosamente se estiver a tomá-los (incluindo alguns medicamentos utilizados para tratar as infeções por VIH: ritonavir, cobicistato).