⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
As mulheres grávidas apenas devem ser tratadas com nalbufina, cloridrato se os benefícios esperados para a mãe superarem os possíveis riscos para o feto.
Aleitamento
Aleitamento:
Deve ser interrompida a amamentação durante 24 horas após tratamento com Nalbufina.
Condução
Condução:
Nalbufina reduz a capacidade de reacção e tem, por isso, grande influência na capacidade de conduzir.
Dependência de opióides
Nalbufina não pode ser utilizada como um substituto da heroína, metadona ou outros opióides no caso de pacientes dependentes.
Nestes casos, os sintomas de carência podem ser significativamente aumentados
Podem surgir sintomas de carência, inclusive dores mais fortes, em pacientes com dores crónicas tratadas com outros opióides agonísticos μ, por exemplo morfina e fentanilo.
A utilização indevida de Nalbufina pode provocar dependência psíquica e física.
Deve ter um cuidado especial no tratamento de pacientes emocionalmente instáveis ou pacientes com utilização indevida de opióides no passado.
Ferimentos na cabeça e pressão intracraniana elevada
É possível que os analgésicos fortes aumentem a pressão intracraniana, podendo assim causar depressão respiratória.
No caso de ferimentos na cabeça, ferimentos internos na cabeça ou elevada pressão intracraniana já existente, este efeito pode ainda ser maior.
Os efeitos dos analgésicos fortes podem ainda encobrir o desenvolvimento da doença em pacientes com ferimentos na cabeça.
Daí que nestes casos, Nalbufina deva ser utilizada com muito cuidado e apenas se for realmente necessário.
Doenças hepáticas/renais
Uma vez que a Nalbufina é metabolizada no fígado e é excretado pelos rins, a nalbufina, cloridrato está contraindicada em pacientes com doenças hepáticas e insuficiência renal grave.
Os pacientes com insuficiência renal moderada a ligeira podem manifestar reações anormais às dosagens habituais.
Nestes pacientes é preciso ter especial cuidado.
Utilização obstétrica
Se administrarem à mãe nalbufina, cloridrato durante as contrações, podem surgir efeitos secundários no feto e recém-nascido, tais como bradicardia fetal, depressão respiratória durante o parto, apneia, cianose e hipotensão.
Alguns destes efeitos secundários constituíam um risco para a vida.
Em alguns casos foi possível anular estes efeitos secundários através da administração de naloxona à mãe durante das contrações.
A nalbufina, cloridrato apenas deve ser administrada durante as contrações e o parto se for claramente indicada e se o possível benefício superar o risco para a criança.
Os recém-nascidos têm de ser observados quanto a depressões respiratórias, apneias, bradicardias e arritmias cardíacas quando tiver sido administrada nalbufina, cloridrato.
Medidas de precaução 10 mg de Nalbufina provocam uma depressão respiratória igualável a uma depressão respiratória causada por 10 mg de morfina.
Ao contrário da morfina há um efeito máximo na depressão respiratória causada por nalbufina.
Numa dose de aproximadamente 30 mg a depressão respiratória chega a um máximo e um máximo analgésico é atingido numa dose de aproximadamente 50 mg administrada num curto espaço de tempo.
Os pacientes com dores que necessitem de uma dose elevada de opióides, devem administrar um opióide sem efeito analgésico máximo.
A depressão respiratória causada por Nalbufina pode, se necessário, ser tratada com naloxona, cloridrato.
Nalbufina tem de ser administrada com muito cuidado e apenas em pequenas doses em pacientes com insuficiência respiratória (por ex. causada por outros medicamentos, urémia, asma brônquica, graves infeções, cianose ou obstrução das vias respiratórias).
A nalbufina, cloridrato deve ser administrada com muito cuidado em pacientes com insuficiência cardíaca, íleo paralítico, cólica biliar, epilepsia e hipertiroidismo.
Durante a administração deve ter um antagonista (naloxona) à disposição.