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Código ATC
A06AD11
Fonte
OPENFDA_NDC
A lactulose atinge inalterada o cólon e aqui é cindida pela flora bacteriana em ácidos orgânicos de baixo peso molecular que vão reduzir o pH do lúmen do cólon e vão levar a um aumento do volume do conteúdo do cólon através de um efeito osmótico.
Este efeito leva a um alívio da obstipação e o ritmo fisiológico do cólon é restaurado.
Na encefalopatia porto-sistémica, pré-coma e coma hepático, o efeito da lactulose foi atribuído à supressão das bactérias proteolíticas devido ao aumento das bactérias acidófilas (ex.: lactobacilos), à retenção de amónia na forma iónica provocada pela acidificação do conteúdo do cólon, catarse devido ao pH baixo do cólon assim como ao efeito osmótico e alteração do metabolismo bacteriano do nitrogénio devido à estimulação de bactérias que utilizam a amónia na sua síntese proteica.
Deve-se notar que as manifestações neuropsiquiátricas da encefalopatia porto-sistémica não podem ser explicadas apenas pela hiperamoniemia.
No entanto, a amónia poderá servir como um modelo composto para outras substâncias nitrogénicas.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Lactulose pode ser usado durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
Lactulose pode ser usado durante a amamentação.
Se a obstipação persistir após alguns dias de tratamento ou voltar a ocorrer após o tratamento, deve consultar-se o médico.
A dose normalmente usada para tratamento da obstipação não deverá representar problema para os diabéticos.
A dose usada para o tratamento da encefalopatia porto-sistémica e do (pré) coma hepático é habitualmente mais elevada.
Tal deve ser tido em consideração pelos doentes diabéticos.
O uso de laxantes em crianças deve ser feito sob supervisão médica.