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台灣陽生製藥工業股份有限公司 (TW)
Código ATC
R06AD07
Fonte
TFDA
A mequitazina é um anti-histamínico fenotiazínico H1 que se caracteriza por:
- um efeito sedativo central histamininérgico e adrenolítico, menos intenso do que os anti-histamínicos H1 de primeira geração.
A ausência de sedação foi demonstrada com uma dose de 5 mg num número limitado de voluntários saudáveis.
Pode não acontecer em sujeitos mais sensíveis (crianças e idosos).
A mequitazina é normalmente não sedativa na dose de 5 mg, mas a margem terapêutica é estreita, uma vez que ocorre sedação na dose de 10 mg.
- um efeito anticolinérgico, responsável pelos efeitos adversos periféricos.
Todos os anti-histamínicos têm em comum a propriedade de se oporem aos efeitos da histamina por antagonismo competitivo.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A mequitazina não deve ser utilizada durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
A utilização deste medicamento está contraindicada durante a amamentação.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Ver Anti-histamínicos.
Condução
Condução:
Pode alterar a capacidade de condução.
Mequitazina é um racémico cujo enantiómero, a levomequitazina, mostrou, num estudo específico, um potencial para prolongar o intervalo QT.
Mequitazina deve ser utilizado com precaução em doentes com metabolização lenta do citocromo P-450 2 D6 (CYP2D6) ou que tomem medicamentos inibidores do CYP2D6.
Com base no perfil cinético da levomequitazina, as elevadas concentrações sistémicas de Primalan nestes doentes podem levar a um risco de prolongamento do intervalo QT.
Se os sintomas persistirem ou se agravarem, a terapêutica deverá ser reavaliada.
Foram descritos casos de agranulocitose com fenotiazinas.
Os doentes deverão ser alertados para o caso de aparecer febre ou uma infeção durante o tratamento, uma vez que deverão consultar um médico rapidamente.
O tratamento deverá ser interrompido no caso de alterações significativas na contagem de células sanguíneas.
A mequitazina deve ser administrada com precaução:
- em idosos, devido à sua elevada sensibilidade para a sedação,
- no caso de insuficiência hepática grave, devido ao risco de reduzida depuração e acumulação da mequitazina,
- no caso de epilepsia, devido à possível diminuição do limiar epileptogénico, que ocorre com fenotiazinas.
Nestes doentes a monitorização deve ser aumentada.