Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
OTC
Sibutramina
膠囊劑
INN: SIBUTRAMINE HYDROCHLORIDE MONOHYDRATE
Atualizado: 2026-04-11
Disponível em:
🇩🇪🇬🇧🇵🇹🇷🇺
Forma
膠囊劑
Posologia
—
Via de administração
—
Armazenamento
—
Sobre este produto
User Reviews
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Fabricante
聯亞生技開發股份有限公司新竹廠 (TW)
Código ATC
A08AA10
Fonte
TFDA
A sibutramina exerce os seus efeitos terapêuticos predominantemente através dos seus metabólitos activos amina secundários e primários (metabólito 1 e metabólito 2) os quais são inibidores da recaptação da noradrenalina, serotonina (5-hidroxitriptamina; 5-HT) e dopamina.
No tecido cerebral humano, o metabólito 1 e o metabólito 2 são ≈ 3 vezes mais potentes como inibidores in vitro da recaptação da noradrenalina e da serotonina do que da recaptação da dopamina.
As amostras de plasma colhidas em voluntários tratados com sibutramina induziram uma inibição significativa tanto da recaptação da noradrenalina (73%) como da recaptação da serotonina (54%) sem inibir significativamente a recaptação da dopamina (16%).
A sibutramina e os seus metabólitos não são agentes libertadores das monoaminas nem inibidores da monoaminoxidase.
Não possuem afinidade para um grande número de receptores dos neurotransmissores, incluindo os receptores serotoninérgicos (5-HT1, 5-HT1A, 5-HT1B, 5-HT2A, 5-HT2C), adrenérgicos (β1, β2, β3, α1, α2), dopaminérgicos (D1-like, D2-like), muscarínicos, histaminérgicos (H1), benzodiazepínicos e NMDA.
Em modelos animais em que foram utilizados ratos magros em fase de crescimento e obesos, foi comprovado que a sibutramina provoca uma redução do ganho ponderal.
Pensa-se que esta redução resulta do seu impacto sobre a ingestão de alimentos, i.e. de um aumento da saciedade, embora a potenciação da termogénese contribua igualmente para a perda de peso.
Foi demonstrado que estes efeitos são mediados pela inibição da recaptação da serotonina e noradrenalina.
Em ensaios clínicos realizados no homem, a sibutramina demonstrou induzir perda ponderal por aumento da saciedade.
Dispõe-se igualmente de dados comprovativos do efeito termogénico de sibutramina na atenuação do declínio adaptativo da taxa metabólica em repouso no decurso da perda de peso.
A redução ponderal induzida por sibutramina é acompanhada de alterações benéficas dos níveis lipídicos e controlo da glicémia em doentes com dislipidémia e diabetes tipo 2, respectivamente.
Em doentes obesos com diabetes mellitus tipo 2 a perda de peso foi associada a uma redução de 0,6% de HbA1c.
Da mesma forma, em doentes obesos com dislipidémia, a perda de peso foi associada a um aumento de 12-22% de HDL-colestrol e a uma redução média de 9-21% de triglicéridos.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A sibutramina não deverá ser utilizada durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
A administração de sibutramina está contraindicada durante o aleitamento.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Usar com precaução na IR ligeira a moderada; evitar na IR grave.
Condução
Condução:
Os doentes devem ser advertidos de que a sua capacidade de conduzir um veículo, utilizar máquinas ou trabalhar num ambiente perigoso poderá ser afectada durante o tratamento com sibutramina.
Dopping
Dopping:
Estimulantes específicos.
Advertências:
Deve proceder-se à monitorização da pressão arterial e da frequência cardíaca em todos os doentes submetidos a um tratamento com sibutramina, visto que a sibutramina tem provocado aumentos clinicamente relevantes da pressão arterial em alguns doentes.
Nos primeiros 3 meses de tratamento, estes parâmetros devem ser verificados em intervalos de 2 semanas; entre o 4º e o 6º mês estes parâmetros devem ser verificados uma vez por mês e posteriormente em intervalos regulares, até um máximo de três meses.
O tratamento deve ser suspenso nos doentes para os quais, em duas consultas consecutivas, seja detectado um aumento da frequência cardíaca em repouso ≥10 bpm ou da pressão arterial sistólica/diastólica ≥10 mmHg.
O tratamento deve ser também suspenso em doentes hipertensos, anteriormente bem controlados, se a pressão arterial for superior a 145/90 mm/Hg em duas medições consecutivas.
Em doentes com síndroma de apneia do sono devem ser tomados cuidados especiais na monitorização da pressão arterial.
No uso concomitante de sibutramina com simpaticomiméticos.
Embora a sibutramina não tenha sido associada à ocorrência de hipertensão pulmonar primária, é importante vigiar, devido às preocupações gerais com os fármacos antiobesidade, no decurso de check-ups de rotina, o aparecimento de sintomas tais como dispneia progressiva, dor torácica e edema maleolar.
O doente deve ser aconselhado a consultar imediatamente um médico caso se manifestem estes sintomas.
A sibutramina deve ser administrada com precaução a doentes com epilepsia.
Têm sido observados aumentos dos níveis plasmáticos de sibutramina em doentes com insuficiência hepática ligeira a moderada.
Embora não tenham sido referidos efeitos adversos, a sibutramina deve ser usada com precaução nestes doentes.
Embora só os metabólitos inactivos sejam excretados por via renal, a sibutramina deve ser utilizada com precaução em doentes com insuficiência renal ligeira a moderada.
A sibutramina deve ser administrada com precaução a doentes com antecedentes familiares de alterações motoras ou verbais.
As mulheres em idade fértil devem utilizar medidas contraceptivas adequadas durante o tratamento com sibutramina.
Existe a possibilidade de consumo abusivo de fármacos com acção ao nível do SNC.
No entanto, os dados clínicos disponíveis não revelam quaisquer sinais de consumo abusivo com a sibutramina.
Determinados fármacos antiobesidade estão associados a um aumento do risco de valvulopatias cardíacas.
No entanto, dados clínicos com sibutramina não revelam quaisquer sinais de um aumento desta incidência.
Doentes com antecedentes de perturbações major do comportamento alimentar, tais como anorexia nervosa ou bulimia nervosa estão contra-indicados.
Não existem dados disponíveis de sibutramina no tratamento de doentes com perturbações alimentares compulsivas.
A sibutramina deve ser administrada com precaução em doentes com glaucoma de ângulo aberto com história familiar de risco de pressão intra-ocular elevada.
Tal como com outros agentes que inibem a recaptação da serotonina, há um potencial aumento de risco de hemorragia em doentes sob tratamento com sibutramina.
Assim, a sibutramina deverá ser administrada com precaução em doentes com predisposição para hemorragias e que tomem concomitantemente outros medicamentos que afectem a hemostase ou a função plaquetária.
Foram reportados casos muito raros de depressão, tendência para suicídio e suicídios em doentes sob tratamento com sibutramina.
Recomenda-se pois especial atenção em doentes com história de depressão.
Em caso de ocorrerem durante o tratamento com sibutramina, sinais ou sintomas de depressão, deve-se considerar a suspensão de sibutramina e iniciar tratamento apropriado.