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N01AX15
Fonte
TFDA
O xénon é um anestésico de inalação, pertencente ao grupo dos gases nobres.
Dependendo da dosagem, o xénon poderá causar – reversivelmente – perda de consciência, de sensibilidade à dor, dos reflexos vegetativos e função motora.
O funcionamento respiratório e as respostas circulatórias são reduzidos.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Xénon não é recomendado durante a gravidez.
Dopping
Dopping:
Estabilizadores dos factores indutores de hipoxia (HIF). Ativadores HIF.
Condução
Condução:
O xénon, tal como todos os outros agentes anestésicos, tem grande influência sobre a sua capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Aleitamento
Aleitamento:
A decisão sobre a utilização de Xénon durante o aleitamento deve ser tomada, tendo em consideração o benefício do aleitamento para a criança e o benefício da narcose com Xénon para a mulher.
O xénon não deve ser utilizado como anestésico único.
Devido ao facto do valor da CAM se situar entre os 55-71% (v/v), não é possível aplicar uma anestesia única com xénon em todos os doentes num ambiente de pressão atmosférica normal com oxigenação adequada. Por esta razão, combina-se normalmente o xénon com opiáceos (anestesia equilibrada).
Se a profundidade da anestesia é incerta, particularmente onde há um aumento da concentração do oxigénio inalado (>35%), o procedimento anestésico deve ser alterado.
O xénon apenas deve ser administrado com um dispositivo adequado para o xénon.
A experiência adquirida até ao momento em doentes com disfunção hepática e/ou renal é muito reduzida. Por esse motivo, o xénon não deve ser utilizado nesses doentes, até que sejam disponibilizados mais dados.
Adverte-se para a utilização do xénon em doentes com risco NVPO, uma vez que o vómito e a náusea pós-operatória são comuns no procedimento de anestesia com xénon (até 45%).
Devido ao aumento do fluxo sanguíneo cerebral observado com o xénon e à ausência de dados clínicos disponíveis, não se recomenda actualmente a utilização de xénon na neurocirurgia.
As propriedades físicas do xénon provocam um aumento da pressão nas vias respiratórias.
A incidência de hipertermia maligna com anestésicos voláteis é de 1:20000. Não existe nenhuma experiência com a utilização de xénon em doentes susceptíveis a hipertermia maligna.
Adverte-se para a utilização de xénon em doentes com hipertensão.
O xénon só deve ser utilizado em combinação com pelo menos 30% de oxigénio – perigo de asfixia.
O xénon tem uma baixa solubilidade no sangue. O risco de pressão elevada nas cavidades cheias de ar por um período prolongado, não pode ser claramente excluído.
Devido à experiência clínica limitada e à ausência de dados clínicos disponíveis, não se recomenda actualmente a administração concomitante de anestésicos voláteis.
Tenha em atenção que o xénon é mais pesado do que o ar; pode actuar como asfixiante em pontos baixos deslocando o ar.