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Sobre este produto
Fabricante
Sandoz Gmbh (ES)
Código ATC
J04AB02
Fonte
CIMA
A isoniazida é um pró-fármaco e deve ser activado pela catalase bacteriana.
Particularmente, a activação é associada à redução da micobactéria férrica KatG catalase-peroxidase por hidrazina e reacção com o oxigénio para formar um complexo enzimático oxiferroso.
Uma vez activado, a isoniazida inibe a síntese do ácido micoloico, um componente essencial da parede celular bacteriana.
A níveis terapêuticos a isoniazida é bactericida contra organismos de Mycobacterium tuberculosis extracelulares e intracelulares crescendo activamente.
Especificamente a isoniazida inibe a InhA, enoil-redutase de Mycobacterium tuberculosis por formação de um aduto covalente com o cofactor NAD.
É o aduto INH-NAD que actua como um inibidor competitivo lento, de ligação forte de InhA.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A prescrição a mulheres grávidas deverá ser feita cautelosamente.
Aleitamento
Aleitamento:
Este medicamento deverá ser utilizado com precaução em mulheres a amamentar.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Precaução; vigiar a função hepática.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Dose máxima – 200 mg/dia na IR grave (maior risco de neuropatia periférica).
Condução
Condução:
Devido à possibilidade de efeitos adversos neurológicos com a administração de isoniazida, deve ter-se precaução na condução ou utilização de máquinas.
Tome especial cuidado com Isoniazida:
Se manifestar sinais e sintomas das doenças do fígado como qualquer sintoma próprio da hepatite (ex: fadiga, cansaço, mal-estar, náuseas, vómitos e anorexia).
Na presença de tais sintomas ou de sinais que sugiram lesões hepáticas, Isoniazida deve ser imediatamente retirada temporária ou definitivamente.
Os doentes que estão a fazer tratamento com Isoniazida devem fazer testes periódicos da função hepática.
A Isoniazida deve ser usada com precaução em consumidores diários de álcool e em doentes com doenças hepáticas crónicas ou insuficiência hepática.
Deve também ser usada com precaução nos doentes epilépticos uma vez que pode desencadear convulsões (contrações involuntárias e instantâneas determinando movimentos localizados em um ou vários grupos musculares ou generalizados a todo o corpo)
Os doentes em tratamento com isoniazida devem ser submetidos a exame clinico neurológico regular.
Em doentes mal nutridos ou com predisposição para neuropatias (ex: diabéticos, alcoólicos) deve ser administrada piridoxina (vit. B6) juntamente com a Isoniazida.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos.
Este medicamento pode afectar o modo como outros medicamentos actuam (interacção).
A Isoniazida pode potenciar a toxicidade de outros medicamentos quando tomados simultaneamente:
Antiepilépticos: carbamazepina, fenitoína.
Antituberculosos: Cicloserina
Vacina BCG: a isoniazida inibe a multiplicação de BCG, deste modo a vacina BCG pode não ser eficaz se administrada concomitantemente com isoniazida.
Benzodiazepinas: diazepam, triazolam
Anticoagulantes orais: varfarina (diminuição do efeito anticoagulante)
Teofilina: a isoniazida pode aumentar a concentração da teofilina
Dissulfiram: dificuldades de coordenação e episódios psicóticos
Insulina: a isoniazida interfere com a acção da insulina, elevando os niveis de açúcar no sangue.
Antiácidos: os antiácidos contendo aluminio diminuem a absorção gastrointestinal da isoniazida.
A Isoniazida deve ser administrada pelo menos uma hora antes do antiácido
Alimentos ricos em tiramina (queijo e peixe): a isoniazida com o consumo destes alimentos, pode causar elevação da tensão arterial, palpitações e rubor facial.