Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A halofantrina não deve ser administrada durante a gravidez, a menos que o potencial benefício seja superior ao eventual risco para a mãe, feto ou recém-nascido.
Aleitamento
Aleitamento:
A halofantrina não deve ser administrada durante o aleitamento, a menos que o potencial benefício seja superior ao eventual risco para a mãe, feto ou recém-nascido.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Evitar.
Condução
Condução:
Não existe evidência que a halofantrina afecte a capacidade do doente para conduzir ou utilizar máquinas.
Tome especial cuidado com Halofantrina:
- se está a tomar medicamentos ou com situações clínicas que se sabe prolongarem o intervalo QTc;
- se tem disrritmias ventriculares, perturbações da condução AV ou episódios de síncopes inexplicados.
A halofantrina demonstrou produzir um prolongamento do intervalo QTc dose-dependente, o qual é normalmente reversível em 3 a 4 dias.
Este efeito foi associado a arritmias graves (por vezes fatais), mesmo com as doses terapêuticas recomendadas.
Por este motivo, os médicos devem ter em consideração a história do doente e recomenda-se a realização de um ECG antes de iniciar a terapêutica.
Devido ao efeito sobre o intervalo QTc ser de natureza dose-dependente, deve ter-se cuidado e evitar um aumento das concentrações sanguíneas, que poderão corresponder a doses mais elevadas que as recomendadas, a administração concomitante com medicamentos que inibam significativamente o citocromo P450 3A4 ou a um aumento da absorção causado por uma alimentação rica em gorduras.
É fundamental:
- tomar a dose recomendada e com o estômago vazio;
- evitar alimentos ricos em gordura por um período de 24 horas.
Precauções específicas durante um segundo ciclo de tratamento: A halofantrina associada a mefloquina pode potenciar cardiotoxicidade.
O risco de prolongamento do intervalo QTc com quinina deve ser tido em consideração.
A administração de um segundo ciclo de tratamento a doentes sem sintomatologia de malária para reduzir o risco de recidivas, pode aumentar os níveis plasmáticos do fármaco, os quais estão associados ao prolongamento do intervalo QTc e arritmias cardíacas, pelo que pelo que devem ser tomadas precauções adicionais.
Poderá ser aconselhável a realização de um ECG antes deste tratamento.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos sem receita médica.
A interacção com a mefloquina demonstrou prolongar ainda mais o intervalo QTc.