Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Não há dados controlados na gravidez humana. O anistreplase só deve ser administrado durante a gravidez quando o benefício supera o risco.
Aleitamento
Aleitamento:
Não existem dados sobre a excreção de anistreplase no leite humano. Recomenda-se que, devido ao potencial de reacções adversas graves em lactentes, seja tomada a decisão de interromper a amamentação ou o medicamento, levando em consideração a importância do medicamento para a mãe.
Sangramento: Monitorizar cuidadosamente sinais ou sintomas de hemorragia interna ou de superfície.
É importante lembrar que os valores de laboratório para testes de coagulação e medidas de actividade fibrinolítica após a terapia anistreplase podem não ser confiáveis.
Crianças: A segurança e a eficácia não foram estabelecidas.
Hipersensibilidade: Raramente, podem ocorrer anafilácticas e anafilactóides (com broncoespasmo ou angioedema).
Punção arterial: Se a punção arterial for necessária após a administração de anistreplase, é preferível utilizar vasos de extremidade superior que são acessíveis para compressão manual.
Aplicar curativo compressivo, verificar o local da punção com frequência para procurar provas de hemorragia.
Controlar a hemorragia menor com pressão manual.
Adrenalina: Tenha provisões de epinefrina e tratamento de emergência disponível durante a administração de anistreplase.
Readministração: Por causa da formação de anticorpos de antistreptoquinase, anistreplase pode não ser eficaz se for administrado mais de 5 dias a 6 meses após anistreplase prévia ou terapia com estreptoquinase ou após a infecção estreptocócica.
Denunciar os seguintes sintomas ao médico: hematomas, hemorragia, reações de hipersensibilidade (por exemplo, urticária, rubor, prurido, erupções cutâneas).
Evite mudanças bruscas de posição para evitar hipotensão ortostática.