⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Cilostazol não deve ser utilizado durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
Não se recomenda a administração de Cilostazol durante a amamentação.
Condução
Condução:
Cilostazol pode causar tonturas e os doentes devem ser advertidos para terem precaução antes de conduzirem ou operarem máquinas.
A adequação do tratamento com cilostazol deve ser considerada cuidadosamente, comparativamente a outras opções de tratamento, como a revascularização.
Com base no seu mecanismo de ação, cilostazol pode induzir taquicardia, palpitações, taquiarritmia e/ou hipotensão.
O aumento na frequência cardíaca associado a cilostazol é de cerca de 5 a 7 bpm; consequentemente, nos doentes de risco, tal pode induzir angina de peito.
Os doentes que possam estar em maior risco de acontecimentos adversos cardíacos graves devido ao aumento da frequência cardíaca como, por exemplo, indivíduos com doença coronária estável, devem ser cuidadosamente monitorizados durante o tratamento com cilostazol.
Está contraindicada a utilização de cilostazol em doentes com angina de peito instável, ou com enfarte do miocárdio / intervenção coronária nos últimos 6 meses, ou com antecedentes clínicos de taquiarritmias graves.
Deve ter-se precaução ao prescrever cilostazol a doentes com ectopia auricular ou ventricular e a doentes com fibrilhação auricular.
Os doentes devem ser alertados para comunicar qualquer episódio hemorrágico ou de formação fácil de contusões (easy bruising) durante o tratamento.
No caso de hemorragia retiniana, a administração de cilostazol deve ser interrompida.
Devido ao efeito inibitório da agregação plaquetária de cilostazol, é possível que ocorra um maior risco de hemorragia em associação com cirurgia (incluindo medidas invasivas minor como a extracção dentária).
Se um doente tiver de ser submetido a uma cirurgia programada e o efeito antiplaquetário não for necessário, cilostazol deve ser interrompido 5 dias antes da cirurgia.
Foram observados casos raros ou muito raros de alterações hematológicas, incluindo trombocitopenia, leucopenia, agranulocitose, pancitopenia e anemia aplástica.
A maioria dos doentes recuperou com a interrupção do tratamento com cilostazol.
No entanto, alguns casos de pancitopenia e anemia aplásica causaram a morte dos doentes.
Para além de serem notificadas as hemorragias e a formação fácil de contusões, os doentes devem ser alertados para notificarem de imediato quaisquer outros sinais que também possam sugerir o desenvolvimento precoce de discrasia sanguínea, como pirexia e garganta inflamada.
Deve ser efectuado um hemograma completo caso haja suspeita de infeção ou haja qualquer outra evidência clínica de discrasia sanguínea.
Cilostazol deve ser interrompido de imediato caso haja evidência clínica ou laboratorial de alterações hematológicas.
No caso de doentes a receber inibidores potentes da CYP3A4 ou da CYP2C19, foi demonstrado que os níveis plasmáticos de cilostazol aumentavam.
Nestes casos, recomenda-se uma dose de cilostazol 50 mg duas vezes por dia.
É necessária precaução ao coadministrar cilostazol com qualquer outro medicamento com potencial para reduzir a pressão arterial, devido à possibilidade de ocorrer um efeito hipotensor aditivo com taquicardia reflexa.
Deve haver precaução ao coadministrar cilostazol com qualquer outro medicamento que iniba a agregação plaquetária.