Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
⚠️ Avisos
Aleitamento
Aleitamento:
Uma vez que a quinina se distribui no leite, o fármaco deve ser usado com precaução em mulheres a amamentar.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Reduzir dose, quando de administração IV no tratamento da malária.
Gravidez
Gravidez:
A quinina está contraindicada na gravidez.
Fale com o médico ou farmacêutico antes de tomar Quinina.
Informe o médico se tiver nascido com ou tiver alguma doença que provoque um ritmo cardíaco anormal.
Os riscos potenciais da quinina no doente idoso são originados da sua interacção com fármacos cardiovasculares.
Doses excessivas repetidas de quinina podem precipitar efeitos tóxicos (cinchonismo).
Os sintomas mais suaves incluem zumbidos, dor de cabeça, náusea e distúrbios ligeiros na visão, que normalmente diminuem rapidamente depois da descontinuação do fármaco.
Quando a quinina é administrada de forma continuada ou depois de uma dose única elevada os sintomas envolvem também o trato gastrointestinal, os sistemas cardiovascular e nervoso e a pele.
A ocorrência de hemólise (destruição de glóbulos vermelhos) tem sido associada com uma deficiência em glucose -6- fosfato desidrogenase em pacientes a tomar quinina e a terapia deve ser interrompida imediatamente se ocorrer hemólise.
A quinina deve ser usada com precaução na presença de arritmias cardíacas; a quinina tem actividade semelhante à quinidina.
No tratamento da malária por Plasmodium vivax e Plasmodium ovale, deve ser instituída terapêutica com primaquina, um derivado das 8-aminoquinolinas.
Informe o médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente ou vier a tomar outros medicamentos.
Informe o médico se estiver a tomar:
- Medicamentos conhecidos por causarem perturbações no ritmo cardíaco.
- Barbitúricos ou carbamazepina (medicamentos para tratar a epilepsia).
- Antiácidos, utilizados para neutralizar a acidez no estômago, que contêm alumínio podem atrasar ou diminuir a absorção da quinina administrada concomitantemente.
- Anticoagulantes orais, utilizados para diluir o sangue: a quinina pode deprimir o sistema de enzimas hepáticas que sintetiza a vitamina K dependente de factores coagulantes e deste modo pode aumentar a acção da varfarina e outros anticoagulantes orais.
- Rifampicina, um antibiótico: o uso em simultâneo da quinina e de indutores de enzimas como a Rifampicina pode levar ao aumento do metabolismo da quinina e desse modo dificultar a obtenção de níveis eficazes.
- Digoxina, utilizada no tratamento de problemas cardíacos: as concentrações plasmáticas podem ser aumentadas pela administração concomitante de quinina.
- Mefloquina, um agente antimalárico: não deve ser usada concomitantemente com a quinina.
Se os dois fármacos necessitarem de ser usados no tratamento inicial da malária, a administração de mefloquina deve ser atrasada pelo menos 12 horas após a última dose de quinina.
A coadministração aumenta o risco de anomalias no ECG, paragem cardíaca e convulsões.
- Agentes bloqueadores neuromusculares, utilizados em anestesia: o bloqueio neuromuscular pode ser potenciado pela quinina e pode resultar em dificuldade respiratória.
- Os alcalinizadores da urina como por ex.: a acetazolamida e o bicarbonato de sódio administrados concomitantemente com dicloridrato de quinina podem aumentar os níveis sanguíneos de quinina com potencial para toxicidade.
- Amantidina; utilizada no tratamento da doença de Parkinson: a quinina reduz a clearance renal da amantidina em cerca de 36%, somente em pacientes do sexo masculino.