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Forma
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Posologia
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Via de administração
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Armazenamento
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Sobre este produto
Fabricante
Dari Pharma S.L. (ES)
Código ATC
C07AB03
Fonte
CIMA_ES
A Clortalidona é quimicamente relacionada às sulfonamidas, no entanto, é um diurético do grupo das tiazidas com acção prolongada.
A tiazida e os diuréticos semelhantes à tiazida agem principalmente na porção proximal do túbulo contornado distal, inibindo a reabsorção de NaCl (antagonizando o co-transporte de Na+ e Cl-) e promovendo a reabsorção de Ca++ (mecanismo desconhecido).
O aumento de libertação de Na+ e água para o túbulo coletor cortical e, ou o aumento da velocidade do fluxo conduz a um aumento da secreção e excreção de K+ e H+.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
O uso durante a gravidez deve ser evitado.
Aleitamento
Aleitamento:
O uso deve ser evitado durante a amamentação.
Insuficiência hepática:
Nenhum ajuste da dose inicial é necessário para pacientes com insuficiência hepática leve ou moderada.
Quando usado para tratar a ascite cirrótica, assim como outros diuréticos, Clortalidona pode precipitar desequilíbrio electrolítico, encefalopatia hepática e síndrome hepato-renal.
Insuficiência renal:
A Clortalidona comprimido deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência renal grave (clearance de creatinina < 30 mL/min).
Os diuréticos tiazídicos podem precipitar azotemia nos pacientes, com insuficiência renal grave, e os efeitos de administrações repetidas podem ser cumulativos.
Electrólitos:
O tratamento com diuréticos tiazídicos tem sido associado com distúrbios electrolíticos como hipocalemia, hipomagnesemia, hipercalcemia e hiponatremia.
Os diuréticos tiazídicos podem precipitar o aparecimento de uma nova hipocalemia ou agravar a hipocalemia pré-existentes.
Correção da hipocalemia e qualquer hipomagnesemia coexistente é recomendada antes do início das tiazidas.
As concentrações séricas de potássio e magnésio devem ser verificadas periodicamente.
Todos os pacientes que recebem diuréticos devem ser monitorizados para desequilíbrios de electrólitos especialmente de potássio.
Hipocalemia pode sensibilizar o coração ou aumentar sua resposta aos efeitos tóxicos dos digitálicos.
Como ocorre com todos os diuréticos tiazídicos, a perda urinária de potássio induzida por Clortalidona comprimido é dose-dependente e sua extensão varia de indivíduo para indivíduo.
Com doses de 25 a 50 mg/dia, a concentração sérica de potássio diminui em média 0,5 mmol/L.
Para tratamento crónico, as concentrações séricas de potássio devem ser monitorizadas no início do tratamento e após 3 a 4 semanas.
Depois disso, se o balanço de potássio não for perturbado por factores adicionais (por ex., vómito, diarreia, alteração na função renal etc.), devem ser feitos controles periodicamente.
Se necessário, Clortalidona pode ser combinado com suplementos orais de potássio ou com um diurético poupador de potássio (por ex., triantereno).
A coadministração titulada de um sal de potássio por via oral (por exemplo, KCl) pode ser considerada em pacientes recebendo digitálicos; em pacientes que apresentam sinais de doença cardíaca coronária, a menos que eles também estejam recebendo um inibidor da ECA; em pacientes com altas doses de um agonista beta adrenérgico; e em todos os casos onde a concentração de potássio no plasma é <3,0 mmol/L.
Se as soluções orais de potássio não forem toleradas, Clortalidona pode ser combinado com um diurético poupador de potássio.
Mesmo nos casos de tratamento combinado, o potássio sérico deve ser monitorizado.
Se ocorrer hipocalemia acompanhada por sinais clínicos (por ex., fraqueza muscular, paresia e alteração no ECG), Clortalidona deve ser descontinuado.
Em pacientes que também recebem inibidores da ECA, bloqueadores dos receptores da angiotensina, ou inibidores directos da renina, deve-se evitar o tratamento combinado de Clortalidona com sais de potássio ou com diuréticos poupadores de potássio.
Os diuréticos tiazídicos podem precipitar o aparecimento da hiponatremia ou exacerbar a hiponatremia pré-existentes.
Em pacientes com deplecção grave de sódio e/ou volume, como naqueles que recebem altas doses de diuréticos, podem ocorrer casos raros de hipotensão sintomática após o início do tratamento com Clortalidona.
Diuréticos tiazídicos devem ser usados somente após a correção de qualquer deplecção de sódio pré-existente e/ou de volume e com o devido cuidado na população geriátrica.
Controle regular da concentração sérica de sódio é recomendado.
As tiazidas diminuem a excreção urinária de cálcio e podem causar elevação discreta do cálcio sérico na ausência de problemas conhecidos do metabolismo de cálcio.
Uma vez que a Clortalidona pode aumentar as concentrações séricas de cálcio, deve ser usada com precaução em pacientes com hipercalcemia.
Hipercalcemia acentuada não responsiva à retirada da tiazida ou ≥ 12 mg/dL pode ser evidências de um processo de hipercalcemia independente de tiazídicos.
As alterações patológicas na glândula paratireóide com hipercalcemia e hipofosfatemia têm sido observadas em alguns pacientes sob terapia prolongada com tiazidas.
Se hipercalcemia ocorrer, esclarecimentos adicionais no diagnóstico são necessários.
A monitorização dos electrólitos séricos está particularmente indicada em pacientes idosos, em pacientes com ascite decorrente de cirrose hepática e em pacientes com edema secundário à síndrome nefrótica, sendo que nesta, Clortalidona comprimido deve ser usado somente sob controle rigoroso, em pacientes normocalémicos e sem sinais de deplecção de volume ou hipoalbuminemia grave.
Efeitos metabólicos:
As tiazidas reduzem a depuração do ácido úrico, podendo causar ou agravar a hiperuricemia e, embora raros, podem desencadear gota em pacientes susceptíveis.
Diuréticos tiazídicos, devem ser usados somente após a correção da hiperuricemia e na menor dose eficaz.
Os diuréticos tiazídicos, inclusive Clortalidona, podem alterar a tolerância à glicose e aumentar os níveis séricos de colesterol e triglicéridos.
Miopia aguda e glaucoma de ângulo estreito secundário:
A Clortalidona comprimido tem sido associada com uma reacção idiossincrática, resultando em miopia aguda transitória e glaucoma de ângulo estreito.
Os sintomas incluem início agudo de diminuição da acuidade visual ou dor ocular e ocorrem normalmente dentro de horas ou semanas após o início do tratamento. O glaucoma de ângulo estreito quando não tratado pode levar à perda permanente da visão.
O tratamento primário é descontinuar Clortalidona o mais rapidamente possível.
Tratamento médico ou cirúrgico rápido deve ser considerado se a pressão intra-ocular permanecer descontrolada.
Os factores de risco para o desenvolvimento de glaucoma de ângulo estreito podem incluir histórico de alergia à penicilina ou sulfonamidas.
Outros efeitos:
O efeito anti-hipertensivo dos inibidores da ECA, bloqueadores dos receptores da angiotensina, e inibidores directos da renina são potencializados por agentes que aumentam a actividade da renina plasmática (diuréticos).
Portanto, a dosagem adoptada deve ser cautelosa quando um inibidor da ECA (ou bloqueador dos receptores da angiotensina, ou inibidor directo da renina) for adicionado a um agente diurético particularmente a pacientes com deplecção grave de sódio e/ou de volume.
O lúpus eritematoso pode eventualmente tornar-se activo durante o tratamento com tiazidas.
Reacções de hipersensibilidade a outros medicamentos na classe dos tiazídicos (por exemplo, hidroclorotiazida) são mais prováveis em pacientes com alergia e asma.
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Verificado por editor médico
Dr. Ozarchuk, PharmD · April 2026
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