Reviews reflect personal experiences and are not medical advice. Always consult your doctor.
Laboratorios Rubio S.A. (ES)
Fonte
CIMA_ES
A ação antimalárica da cloroquina é atribuída, nomeadamente, à sua ligação às porfirinas, induzindo a destruição ou inibição das formas assexuadas de plasmódios não-resistentes a nível dos eritrócitos e à interferência com o desenvolvimento das formas sexuadas (gametócitos) de P. ovale, P. vivax, P.malariae e formas imaturas de P. falciparum.
Em combinação com derivados da emetina, a cloroquina é também eficaz contra a amebíase extraintestinal.
A cloroquina é uma substância que, quando administrada durante um período prolongado, pode modificar o curso da artrite reumatóide de uma forma que possibilita a indução de remissão.
A substância não evidencia atividade anti-inflamatória na maioria dos modelos animais de inflamação.
A sua ação antirreumática poderá dever-se a um efeito imunossupressor.
Encontra-se confirmada a sua eficácia no lúpus eritematoso sistémico.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
O medicamento apenas deverá ser utilizado na gravidez se absolutamente necessário.
Aleitamento
Aleitamento:
Durante o aleitamento e nas situações em que é inevitável a administração de cloroquina à mãe, deverá interromper-se o aleitamento até estar concluído o tratamento com cloroquina.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Reduzir dose na IR ligeira a moderada, excepto em profilaxia; evitar na IR grave.
Condução
Condução:
Os efeitos secundários a nível do sistema nervoso central (cefaleias, tonturas, sonolência, estados confusionais) poderá ser afectada a capacidade de condução de veículos e a utilização de máquinas, resultante de perturbações de acomodação e de teicopsia. Tal aplica-se em particular no início do tratamento e durante o tratamento, em presença de consumo simultâneo de álcool ou utilização de sedativos.
A cloroquina deve ser administrada com precaução em doentes com insuficiência hepática.
Nos doentes com insuficiência renal com taxa de depuração da creatinina inferior a 10 ml/min deve administrar-se 50% da dose habitual.
A cloroquina pode precipitar sintomas constitucionais graves e um aumento das porfirinas eliminadas pela urina.
Esta reação ocorre particularmente em doentes com grande consumo de álcool.
A Cloroquina deve ser administrada com precaução em doentes com porfíria.
Visando a detecção de possíveis efeitos adversos a nível ocular, recomenda-se a realização de exame oftalmológico antes do início de uma terapêutica prolongada e sua repetição a intervalos de 3 meses durante o período de tratamento.
Aos primeiros sinais de retinopatia (perda da capacidade de identificação da cor vermelha) o tratamento deverá ser interrompido.
Recomenda-se controlo regular dos parâmetros hematológicos durante terapêutica prolongada, uma vez que pode ocorrer, raramente, depressão da medula óssea.
Os doentes epilépticos submetidos a tratamento com cloroquina deverão efectuar exames médicos regulares.
A utilização de Cloroquina em doentes com artrite psoriática pode precipitar exacerbação aguda grave das lesões cutâneas.
Doentes com deficiência latente ou real da atividade da glucose-6 fosfato desidrogenase podem ser susceptíveis a reações hemolíticas quando tratados com cloroquina, pelo que a Cloroquina deve ser usada com precaução.
Nos doentes com Miastenia gravis a administração de cloroquina pode agravar o quadro.
As mulheres doentes que estão a tomar cloroquina para a profilaxia a longo prazo da malária deverão assegurar uma adequada utilização de métodos de contraceção durante este período e deverão evitar a gravidez durante os três primeiros meses após terminar tratamento de profilaxia.
Cloroquina não deve ser administrada a crianças para a profilaxia a longo prazo da malária.
A cloroquina tem demonstrado provocar hipoglicemia grave incluindo perda de consciência e que pode ser fatal em doentes tratados com e sem medicamentos antidiabéticos.
Os doentes medicados com cloroquina devem ser avisados sobre o risco de hipoglicemia e os sinais e sintomas associados.
Os doentes que, durante o tratamento com cloroquina, apresentem sintomas clínicos sugestivos de hipoglicemia devem ser monitorizados quanto aos níveis de glucose no sangue e o tratamento deve ser reavaliado de forma adequada.