⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A Icodextrina não deve ser utilizado durante a gravidez a não ser que seja claramente necessário.
Condução
Condução:
Este tratamento pode causar fadiga, fraqueza, visão turva ou tonturas. Não conduza caso tenha algum destes sintomas.
Aleitamento
Aleitamento:
A Icodextrina não deve ser utilizado durante o aleitamento a não ser que seja claramente necessário.
Tomar especial cuidado:
- se é idoso, devido ao potencial risco de desidratação.
- se é diabético e estiver a utilizar esta solução pela primeira vez. Pode ter de ajustar a sua dose de insulina.
- se tem necessidade de testar o nível de glucose no sangue (por exemplo, se for diabético).
O médico irá aconselhar quanto ao kit de teste a utilizar se já tem um risco elevado de acidose láctica grave (excesso de ácido no sangue).
Está sujeito a um elevado risco de acidose láctica se:
- tem insuficiência renal grave repentina
- tem doença metabólica hereditária
- está a tomar metformina (medicamento utilizado para tratar a diabetes)
- está a tomar medicamentos para o tratamento do VIH, em particular, medicamentos denominados de NRTIs
- se tem dores abdominais ou nota que o fluido drenado está turvo, enevoado ou contém partículas. Tal pode ser um sinal de peritonite (peritoneu inflamado) ou infecção.
Deve informar a sua equipa médica com urgência.
Anote o número do lote e entregue-o, juntamente com o saco do fluido drenado, à equipa médica.
A equipa decidirá se o tratamento deve ser interrompido ou se deve ser iniciado qualquer tratamento corretivo.
Por exemplo, caso tenha uma infecção, o médico pode fazer alguns testes para descobrir qual o antibiótico mais indicado para o seu caso.
Até que o médico descubra que tipo de infecção tem, pode prescrever-lhe um antibiótico que seja eficaz contra um vasto número de diferentes bactérias.
Este é chamado de antibiótico de largo espectro.
Durante a diálise peritoneal, o seu organismo pode perder proteínas, aminoácidos, vitaminas.
O médico saberá caso a restituição seja necessária.
- Se tem problemas que afectam a parede ou cavidade abdominal.
Por exemplo, se tem uma hérnia ou uma infecção crónica ou um estado inflamatório que afecta os intestinos.
- se tem colocado um enxerto aórtico
- se sofre de doença pulmonar grave, por exemplo, enfisema
- se tem dificuldades em respirar
- se tem distúrbios que impeçam uma nutrição normal
- se tem carência de potássio.
Deve ainda ter em conta que: uma perturbação denominada de peritonite esclerosante encapsulante (EPS) considera-se ser uma complicação rara da terapia de diálise peritoneal.
O doente – possivelmente em conjunto com o médico – deve estar consciente desta possível complicação.
Causas da EPS: inflamação do abdómen (barriga) o aparecimento de camadas de tecido fibroso que cobrem e ligam os órgãos, afetando os seus movimentos normais.
Raramente estes casos foram fatais.
O doente - possivelmente em conjunto com o médico - deve manter um registo do equilíbrio hídrico e do peso corporal.
O médico irá monitorizar os parâmetros sanguíneos a intervalos regulares.
O médico verificará, regularmente, os seus níveis de potássio.
Caso estes sejam muito baixos, o médico pode prescrever-lhe cloreto de potássio para compensar.
Por vezes o tratamento com este medicamento não é recomendado, por exemplo, se:
- Tem insuficiência renal aguda.
- Tem menos de 18 anos de idade