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CIMA_ES
A ranitidina, uma amina alquil-furano quimicamente substituida, é um antagonista dos recetores H2, o qual bloqueia competitivamente a ação da histamina no recetor H2.
A ranitidina inibe portanto a secreção basal e estimulada do suco gástrico, tanto em volume como em percentagem de ácido clorídrico.
Durante a redução do volume de suco gástrico, a secreção total de pepsinogénio é também reduzida.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Tal como outros medicamentos a ranitidina só deve ser utilizada na gravidez se considerada essencial.
Aleitamento
Aleitamento:
Tal como outros medicamentos a ranitidina só deve ser utilizada durante o período de amamentação se considerada essencial.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Redução posológica; risco de confusão mental.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Reduzir dose em 50% na IR grave; risco de confusão mental.
Condução
Condução:
A toma de Ranitidina pode aumentar o efeito do álcool, além disso, podem eventualmente ocorrer efeitos secundários como, por exemplo cefaleias, tonturas, cansaço, confusão mental e alucinações. Nestas circunstâncias, a capacidade de reagir, bem como o poder de decisão podem ser reduzidos, prejudicando assim a capacidade de condução e a capacidade de operar máquinas.
A suspeita de doença ulcerosa deve ser verificada objetivamente num estadio inicial por raio X ou endoscopia, de modo a evitar tratamento desadequado.
No tratamento da úlcera gástrica, a malignidade deve ser excluida, visto o tratamento poder mascarar os sintomas de carcinoma do estômago.
A ranitidina é excretada via renal, por isso, os níveis plasmáticos do medicamento estão aumentados em doentes com um grave compromisso renal.
A dose deve ser ajustada no caso de compromisso renal.
É recomendada uma dose baixa nos doentes com comprometimento da função renal e/ou hepática e em doentes idosos.
Deve ser evitada a ranitidina em doentes com história de porfíria aguda, porque pode desencadear crises de porfíria agudas.
Um estudo epidemiológico de grande dimensão revelou um risco aumentado de desenvolvimento de pneumonia adquirida na comunidade nos actuais utilizadores de antagonistas do recetor H2 em comparação com aqueles que pararam o tratamento, com um aumento de risco relativo ajustado observado de 1,82 (IC 95%, 1,26 -2,64).
Este aumento de risco foi principalmente observado em doentes tais como idosos, pessoas com doenças pulmonares crónicas diabetes, insuficiência cardíaca ou em doentes imunocomprometidos.
É recomendada a supervisão de doentes que estejam a tomar concomitantemente medicamentos anti-inflamatórios não esteróides e ranitidina, especialmente em idosos e nos doentes que têm historial clínico de úlcera péptica.