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Adalvo Competence Center S.R.L. (ES)
Fonte
CIMA_ES
A actividade antibacteriana da rifamicina SV deve-se à inibição da polimerase-RNA dependente do DNA das bactérias sensíveis, sem que sejam afectados os sistemas enzimáticos dos eucariotas.
In vitro, a rifamicina é habitualmente activa em frações de mcg/ml contra Staphylococcus aureus e epidermidis, Streptococcus viridans e Mycobacterium tuberculosis; em concentrações superiores, actua também contra numerosas estirpes de Streptococcus pyogenes e faecallis.
As bactérias Gram-negativas raramente são sensíveis a concentraçõess de rifamicina SV inferiores a 10 mcg/ml.
A rifamicina SV não tem resistências cruzadas com outras famílias de antibióticos, o que pode ter interesse no tratamento de infecções por estirpes poli-resistentes a outros antibióticos.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Como medida de precaução, Rifamicina não deve ser utilizado durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
Tem de ser tomada uma decisão sobre a descontinuação da amamentação ou a abstenção da terapêutica com Rifamicina tendo em conta os benefícios da amamentação para a criança e o benefício da terapêutica para a mulher.
Condução
Condução:
Não foram realizados estudos dos efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas. Deve ter-se atenção à ocorrência de tonturas e cansaço no que se refere à capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Em caso de septicemia, as taxas séricas de rifamicina SV obtidas com a posologia recomendada não são bactericidas para a maior parte das estirpes em causa, pelo que convirá recorrer a outro tratamento.
Deve evitar-se o uso de Rifocina nos dontes em que a administração de 10 mg de lidocaína, por ampola, possa ser inconveniente.
Tal como com outros antibióticos, o uso prolongado de rifamicina pode resultar no supracrescimento de organismos não sensíveis (particularmente Staphylococcus).
É necessário e essencial repetir a avaliação da condição do doente.
No caso de ocorrer uma superinfeção, o tratamento deverá ser interrompido e medidas terapêuticas adequadas deverão ser tomadas.
A administração de rifamicina deverá estar limitada a um determinado período de tempo a definir pelo médico, e sempre que possível, o tratamento deverá ser feito com doses baixas e alternadamente com outros agentes terapêuticos.