Esta informação destina-se apenas a fins educativos. Não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado.
OTC
Eritromicina
INN: ERITROMICINA ESTEDI
Atualizado: 2026-04-11
Disponível em:
🇩🇪🇬🇧🇪🇸🇵🇹
Forma
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Posologia
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Via de administração
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Armazenamento
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Sobre este produto
Fabricante
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Laboratorio Estedi S.L. (ES)
Fonte
CIMA_ES
A Eritromicina é produzida por uma estirpe de Streptomyces erythraeus e pertence ao grupo dos antibióticos Macrólidos.
É uma substância básica formando de imediato sais com os ácidos.
A Eritromicina exerce a sua ação antibacteriana pela ligação à subunidade 50S dos ribossomas das bactérias sensíveis.
Não afeta a síntese do ácido nucleico.
Foi demonstrado antagonismo in vitro entre a Eritromicina e clindamicina, lincomicina e cloranfenicol.
Muitas estirpes de Hemophilus influenzae são resistentes à Eritromicina, mas são sensíveis à associação de Eritromicina com sulfonamidas.
No decurso da terapêutica poderá surgir resistência estafilocócica à Eritromicina.
Tanto in vitro como nas infeções clínicas, a Eritromicina é geralmente ativa contra a maioria das estirpes dos seguintes micro-organismos:
Micro-organismos gram-positivos: Corynebacterium diphtheriae; Corynebacterium minutissimum Listeria monocytogenes
Staphilococcus aureus (poderão surgir micro-organismos resistentes durante a terapêutica) Streptococcus pneumoniae
Streptococcus pyogenes
Micro-organismos gram-negativos:
Bordetella pertussis,
Legionella pneumophila,
Neisseria gonorrheae;
Outros micro-organismos: Chlamydia trachomatis,
Entamoeba histolytica,
Mycoplasma pneumoniae,
Ureaplasma urealyticum;
A Eritromicina revelou ser ativa in vitro contra a maioria das estirpes dos seguintes micro-organismos; no entanto, a segurança e eficácia da Eritromicina no tratamento de infeções causadas por estes micro-organismos ainda não foi determinada em estudos adequados e bem controlados.
Micro-organismos gram-positivos:
Alpha hemolytic streptococci (grupo viridans);
Micro-organismos gram-negativos:
Moraxella (Branhamella) catarrhalis;
Outros micro-organismos:
Entamoeba histolytica,
Treponema pallidum.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
A Eritromicina apenas deve ser administrada durante a gravidez se absolutamente necessário.
Aleitamento
Aleitamento:
Deve ter-se precaução aquando da administração de Eritromicina a mulheres a amamentar.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Maior risco de toxicidade idiossincrásica.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Dose máxima – 1,5 g/dia na IR grave; risco de ototoxicidade.
CREME
Evitar que o creme entre em contacto com os olhos, boca, feridas abertas e membranas mucosas.
A eritromicina tópica tem maior eficácia no tratamento do acne quando utilizada em associação com retinóides tópicos ou peróxido de benzoílo.
Nas formas mais graves deve ser utilizada terapêutica antibiótica oral.
SUSPENSÃO ORAL
Disfunção hepática incluindo enzimas hepáticas aumentadas e hepatite hepatocelular e/ou colestática, com ou sem icterícia, foram raramente descritas com Eritromicina.
Tem sido descrita colite pseudomembranosa com praticamente todos os antibacterianos, incluindo Macrólidos, que pode ser de gravidade ligeira ou chegar a ser de compromisso vital.
Existem relatórios que sugerem que a Eritromicina não atinge o feto em concentrações adequadas de modo a evitar a sífilis congénita. Os recém-nascidos de mães que durante a gravidez receberam Eritromicina oral para tratamento da sífilis primária devem ser devidamente medicados com penicilina.
Foram descritos casos de rabdomiólise com ou sem disfunção renal em indivíduos gravemente doentes tomando concomitantemente Eritromicina com lovastatina.
Dado que a Eritromicina é excretada principalmente pelo fígado, tal facto deve ser tido em atenção quando se administre o antibiótico em doentes com a função hepática diminuída.
A utilização prolongada ou repetida da Eritromicina pode provocar desenvolvimento excessivo de bactérias ou fungos não-sensíveis. Se se verificar superinfeção, a Eritromicina deve ser suspensa e instituído tratamento adequado.
Quando indicado, as áreas de infeções localizadas podem requerer incisão, drenagem cirúrgica ou outros atos cirúrgicos, adicionalmente ao tratamento com antibiótico.
A Eritromicina interfere com a determinação fluorimétrica das catecolaminas na urina.
Foi descrito que a Eritromicina pode agravar a função muscular dos doentes que sofrem de miastenia gravis.
Foram descritos casos de estenose hipertrófica do piloro em crianças após o tratamento com Eritromicina. Num grupo de 157 recém-nascidos que receberam Eritromicina para profilaxia da tosse convulsa, sete (5%) desenvolveram sintomas de vómitos não biliosos ou irritabilidade ao serem alimentados, tendo sido subsequentemente diagnosticados com estenose hipertrófica do piloro e requerendo piloromiotomia.
Dado que a Eritromicina pode ser usada no tratamento de crianças em situações associadas a mortalidade e morbilidade importantes (como a tosse convulsa ou Chlamydia) o benefício do tratamento com Eritromicina deverá ser avaliado relativamente ao potencial risco de desenvolvimento de estenose hipertrófica do piloro.
Deverão avisar-se os pais para contactar o médico assistente, caso se verifiquem vómitos ou irritabilidade quando os bebés são alimentados.