⚠️ Avisos
Condução
Condução:
A condução de veículos automóveis ou uso de máquinas só poderão ser efectuados quando tiver passado tempo suficiente após a administração de Sufentanilo.
Gravidez
Gravidez:
Em mulheres grávidas, tal como com outros fármacos, os riscos deverão ser ponderados em relação aos potenciais benefícios para a doente.
Aleitamento
Aleitamento:
Deve-se administrar Sufentanilo a lactantes com precaução. Sufentanilo é excretado através do leite materno.
À semelhança do que acontece com todos os opióides potentes:
A depressão respiratória está relacionada com a dose e pode ser revertida com a administração de um antagonista narcótico (naloxona), mas pode ser necessário administrar doses adicionais deste antagonista, pois a depressão respiratória pode ter uma maior duração do que a da acção do antagonista opióide.
A analgesia profunda é acompanhada por depressão respiratória marcada, que pode persistir no período pós-operatório e poderá até recorrer, se Sufentanilo tiver sido administrado por via intravenosa.
Assim, os doentes deverão permanecer sob vigilância adequada.
Equipamento de reanimação e antagonistas narcóticos devem estar prontamente disponíveis.
A hiperventilação durante a anestesia pode alterar a resposta do doente ao CO2, afetando a respiração, no período pós-operatório.
A indução de rigidez muscular, podendo envolver os músculos torácicos, poderá ocorrer mas será evitável com as seguintes medidas: injecção intravenosa lenta (habitualmente suficiente para doses mais baixas), pré-medicação com benzodiazepinas e uso de relaxantes musculares.
Podem surgir movimentos (mio)clónicos não epilépticos.
Se o doente recebeu uma quantidade insuficiente de anticolinérgico, ou quando o Sufentanilo é associado com um relaxante muscular não-vagolítico pode surgir bradicardia e, possivelmente paragem cardíaca.
A bradicardia pode ser tratada com a administração de atropina.
Os opióides podem causar hipotensão, especialmente em doentes com hipovolémia.
Devem-se tomar medidas adequadas para manter a tensão arterial estável.
Em doentes com compromisso da compliance intracerebral deve-se evitar o uso de injecções rápidas de bólus de opióides; nestes doentes, a diminuição transitória na pressão arterial média foi ocasionalmente acompanhada por uma redução de curta duração da pressão de perfusão cerebral.
Os doentes em tratamento crónico com opióides ou com uma história de abuso de opióides, podem precisar de doses mais elevadas.
Recomenda-se reduzir a dose em doentes idosos ou debilitados.
A titulação dos opióides deve ser efectuada com precaução em doentes com qualquer das seguintes condições: hipotiroidismo, doença pulmonar; diminuição na reserva respiratória; alcoolismo; insuficiência hepática ou renal.
Estes doentes também precisam de monitorização prolongada no pós-operatório.
A administração intravenosa durante o trabalho de parto, ou antes de se clampar o cordão umbilical em cesarianas, não está recomendada pela possibilidade de depressão respiratória no recém-nascido.
Pelo contrário, na administração por via epidural durante o parto, Sufentanilo em doses até 30 microgramas, não influencia o estado da mãe ou do recém-nascido.
Devem ser tomadas precauções na administração, por via epidural em situações de depressão respiratória, compromisso da função respiratória, ou na presença de sofrimento fetal.
Deve-se monitorizar cuidadosamente os doentes, durante pelo menos uma hora, após cada administração, uma vez que pode surgir depressão respiratória precoce.