⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Não é recomendada a utilização durante a gravidez sem considerar cuidadosamente os benefícios versus os riscos.
Aleitamento
Aleitamento:
A segurança da utilização da claritromicina durante o aleitamento de crianças não foi estabelecida. A claritromicina e o seu metabólito activo são excretados pelo leite materno. O benefício do tratamento para a mãe deve ser considerado contra o risco potencial para o lactente.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Pode causar disfunção hepática.
Insuf. Renal
Insuf. Renal:
Reduzir dose em 25 a 50% na IR moderada a grave.
Condução
Condução:
Não existem dados disponíveis sobre o efeito da claritromicina na capacidade de conduzir ou de usar máquinas. Deve ser tida em consideração a possível ocorrência de tonturas, vertigens, confusão e desorientação, aquando da realização destas actividades.
A claritromicina é principalmente excretada pelo fígado e rins.
Como tal, deve haver precaução na administração de claritromicina a doentes com insuficiência da função hepática ou renal.
O uso prolongado ou repetido de claritromicina pode resultar num crescimento excessivo de bactérias e fungos não susceptíveis.
Em caso de superinfeção, a terapêutica com claritromicina deve ser interrompida, devendo ser instituída uma terapêutica apropriada.
Os organismos H. pylori podem desenvolver resistência à claritromicina.
Os doentes que são hipersensíveis à lincomicina ou clindamicina também podem ser hipersensíveis à claritromicina.
Como tal, é necessária precaução quando se prescreve claritromicina a estes doentes.
Foi relatada colite pseudomembranosa com a utilização de antibióticos de largo espetro.
Consequentemente, é importante considerar o seu diagnóstico em doentes que desenvolvam diarreia grave durante ou após a terapêutica com claritromicina.
Tal como outros macrólidos, a claritromicina pode causar exacerbação ou agravamento da miastenia gravis e, portanto, deve ser utilizada com precaução em pacientes portadores dessa doença.
Devido ao risco do aumento do intervalo QT, a claritromicina deve ser usada com precaução em doentes com doenças nos vasos coronários, antecedentes de arritmia ventricular, insuficiência cardíaca grave, hipocaliemia e/ou hipomagnesemia não compensada, bradicardia (<50 bpm), ou durante a administração concomitante com outros medicamentos com efeitos de prolongamento do intervalo QT.
A claritromicina não deve ser usada em doentes com prolongamento QT congénito ou adquirido documentado.
A claritromicina deve ser usada com precaução sempre que indicada para utilização em doentes em tratamento com um indutor do CYP3A4.
A claritromicina é um inibidor do CYP3A4.
A utilização conjunta com outros medicamentos extensamente metabolizados por este enzima deve ser restringida às situações em que está claramente indicada.
A claritromicina inibe o metabolismo de alguns inibidores da HMG-CoA redutase, o que resulta num aumento das concentrações plasmáticas destes medicamentos.
Devido à resistência emergente dos Streptococcus pneumonia em relação aos macrólidos, a claritromicina não é o medicamento de primeira escolha em pneumonias adquiridas na comunidade.
Em pneumonias adquiridas no hospital, a claritromicina apenas deve ser utilizada em combinação com outros antibióticos apropriados.
Faringite/Amigdalite: a claritromicina não é o medicamento de eleição para o tratamento de faringites e amigdalites causadas pelo Streptococcus pyogenes.
Para isso e para a profilaxia da febre reumática aguda, a penicilina é o medicamento de eleição.
Infeções dos tecidos moles: O principal agente causador de infeções nos tecidos moles, o Staphylococcus aureus, resiste frequentemente à claritromicina.
Portanto, o teste da susceptibilidade com a claritromicina é considerado uma pré-condição para o tratamento de infeções nos tecidos moles.
Sinusite bacterial aguda: a claritromicina não é a substância de eleição para o tratamento da sinusite.