Sistémica - como hormona libertadora de gonadotropina (GnRH), a gonadorelina estimula principalmente a síntese e libertação da hormona luteinizante (LH) da glândula pituitária anterior.
A produção e a libertação da hormona folículo-estimulante (FSH) também são aumentadas pela gonadorelina, mas em menor grau.
Em mulheres pré-púberes e em alguns distúrbios da função gonadal, a resposta do FSH pode ser maior do que a resposta do LH.
Para o tratamento de amenorreia, puberdade retardada e infertilidade, a administração de gonadorelina é usada para simular a libertação fisiológica de GnRH do hipotálamo no tratamento da puberdade retardada, tratamento da infertilidade causada por hipogonadismo hipogonadotrópico e indução da ovulação nas mulheres com hipotálamo amenorreia.
Isso resulta em níveis aumentados de gonadotrofinas hipofisárias LH e FSH, que subsequentemente estimulam as gónadas a produzir esteróides reprodutivos.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Não administrar durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
Não administrar durante a amamentação.
Dopping
Dopping:
Substância probida - Portaria n.º 411/2015, de 26 de novembro - Aprova a Lista de Substâncias e Métodos Proibidos para 2016 e revoga a Portaria n.º 270/2014, de 22 de dezembro. Proibidos apenas nos praticantes desportivos do sexo masculino.
Gonadorelina administrado por via intravenosa ou subcutânea na dose 0,015 a 0,020 mg pode promover crescimento folicular múltiplo havendo possibilidade de concepção múltipla.
Foram relatados raros casos de reacções de hipersensibilidade.
Assim sendo, pacientes que receberam previamente tratamento intermitente, nos quais está indicada a readministração, particularmente por via intravenosa, devem ser cuidadosamente observados.
Até o momento estas reacções não foram relatadas após administração única de 0,1 mg de Gonadorelina.
As funções adrenal e tiroidiana devem ser avaliadas antes do início do tratamento com Gonadorelina, e o medicamento deve ser utilizado com cautela em pacientes com disfunção adrenal ou tiroidiana.
Hiperprolactinemia idiopática ou prolactinomas devem ser excluídas antes do tratamento com Gonadorelina.
Dessensibilização da função hipofisária pode ocorrer após doses excessivas ou administração contínua de Gonadorelina por longos períodos de tempo.
Doses elevadas repetitivas de Gonadorelina podem causar luteólise e inibição da espermatogênese.
Gonadorelina não deve ser utilizado em crianças com menos de um ano de idade.
Interferência na interpretação de exames laboratoriais:
Nas mulheres, os níveis de estradiol, que podem se encontrar inicialmente baixos, podem sofrer aumento significativo posteriormente à administração da Gonadorelina.
Nos homens, os níveis de testosterona também podem sofrer aumento temporário.