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Disponível em:
🇬🇧🇵🇹🇷🇺
Forma
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Posologia
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Via de administração
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Armazenamento
—
Sobre este produto
Fabricante
Astellas Pharma Europe B. V.
Código ATC
J01XA03
Fonte
EMA · EMEA/H/C/001240
A telavancina exerce uma actividade bactericida dependente da concentração contra bactérias Gram-positivas susceptíveis.
A telavancina inibe a biossíntese da parede celular ligando-se aos precursores tardios de peptidoglicanos, incluindo lípido II, o que evita a polimerização do precursor em peptidoglicano e os subsequentes fenómenos de ligação cruzada.
A telavancina liga-se também à membrana bacteriana e provoca a despolarização do potencial da membrana e um aumento da sua permeabilidade, o que resulta na inibição da síntese de proteína, ARN e lípidos.
⚠️ Avisos
Gravidez
Gravidez:
Telavancina é contraindicado durante a gravidez.
Aleitamento
Aleitamento:
A decisão de continuar/descontinuar a amamentação ou de continuar/descontinuar a terapêutica com telavancina deve ser tomada levando em consideração os benefícios da amamentação para a criança e os benefícios da terapêutica com telavancina para a mulher.
Condução
Condução:
Podem ocorrer tonturas, sonolência, confusão e visão turva e Telavancina pode ter influência sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
O uso da telavancina em doentes com insuficiência renal aguda pré-existente e em doentes com compromisso renal grave está contra-indicado.
A função renal (creatinina sérica e volume urinário para oligúria/anúria) deve ser diariamente monitorizada pelo menos durante os primeiros 3 a 5 dias de tratamento e, posteriormente, em cada 48 a 72 horas em todos os doentes que recebam Telavancina.
A dose inicial e os ajustes de dose durante o tratamento devem ser feitos com base na depuração da creatinina calculada ou medida, de acordo com o regime posológico.
Se a função renal diminuir significativamente durante o tratamento, deve ser avaliado o benefício de continuar com a Telavancina.
Deve ter-se precaução ao prescrever Telavancina a doentes que recebam medicamentos nefrotóxicos concomitantes, doentes com doença renal pré-existente ou que tenham uma comorbilidade conhecida por aumentar a predisposição para o compromisso renal (por exemplo, diabetes mellitus, insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão).
Perfusões intravenosas rápidas de agentes antimicrobianos da classe de glicopeptídeos foram associadas a reacções do tipo síndrome do homem vermelho, incluindo vermelhidão da parte superior do corpo, urticária, prurido ou erupção cutânea.
Parar ou diminuir a velocidade da perfusão pode resultar na paragem destas reacções.
As reacções relacionadas com a perfusão podem ser limitadas, se a dose diária for administrada durante um período de 1 hora.
Foram notificadas reacções de hipersensibilidade, incluindo anafilaxia, com a utilização de agentes antibacterianos, incluindo a telavancina, e que podem colocar a vida em risco.
Se ocorrer uma reacção alérgica à telavancina, o tratamento deve ser descontinuado e instituída uma terapêutica adequada.
Foram notificadas reacções de hipersensibilidade cruzada, incluindo anafilaxia, em doentes com um histórico de alergia à vancomicina.
Recomenda-se precaução quando prescrever a telavancina a doentes com história prévia de reacções de hipersensibilidade à vancomicina.
Se ocorrer uma reacção alérgica à telavancina, o tratamento deve ser descontinuado e instituída uma terapêutica adequada.
Um estudo clínico de QTc com doses de telavancina de 7,5 e 15 mg/kg versus o veículo e um comparador activo (400 mg de moxifloxacina) demonstrou que a posologia uma vez por dia durante 3 dias resultou no aumento da média corrigida do veículo no Q TcF em 4,1 e 4,5 milissegundos, respetivamente, comparado com o aumento de 9,2 milissegundos observado com o comparador.
É necessária precaução quando for prescrita telavancina a doentes que tomem medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QT.
Adicionalmente, é necessária precaução ao utilizar telavancina para tratar doentes com a síndrome congénita do QT longo, em doentes que se saiba que tenham prolongamento do intervalo QTc, insuficiência cardíaca descompensada ou hipertrofia grave do ventrículo esquerdo.
Os doentes com este tipo de condições não foram incluídos em ensaios clínicos com telavancina.
Tal como com outros glicopeptídeos, foi notificada ototoxicidade (surdez e acufenos) em doentes tratados com telavancina.
Os doentes que desenvolvam sinais e sintomas de perda de audição ou Afecções do ouvido interno, durante o tratamento com telavancina, devem ser cuidadosamente avaliados e monitorizados.
Nos doentes tratados com telavancina concomitantemente ou sequencialmente com outra medicação que tenha conhecido potencial ototóxico, deve ser cuidadosamente monitorizado e avaliado o benefício da telavancina se a audição se deteriorar.
A utilização de antibióticos pode facilitar o crescimento excessivo de micro-organismos não sensíveis. Se ocorrer superinfecção durante a terapêutica, devem ser tomadas as medidas apropriadas.
Foram notificadas colite associada a antibióticos e colite pseudomembranosa com quase todos os antibióticos, incluindo a telavancina, podendo a sua gravidade variar entre ligeira a risco de vida.
Portanto, é importante considerar este diagnóstico em doentes que apresentam diarreia durante ou pouco depois do tratamento.
A telavancina é apenas activa contra bactérias Gram-positivas. Em infecções mistas, onde são suspeitas bactérias Gram-negativas e/ou certo tipo de bactérias anaeróbias, a Telavancina pode ser coadministrada com o(s) agente(s) bacteriano(s) apropriado(s).
Grupos específicos de doentes:
Os estudos de PN (pneumonia nosocomial) excluíram doença pulmonar confirmada ou suspeita, como as doenças granulomatosas, cancro do pulmão ou outra malignidade com metástases nos pulmões; fibrose quística ou tuberculose activa; pneumonia por Legionella pneumophila; meningite, endocardite ou osteomielite; choque refratário definido por pressão arterial sistólica em posição de supino <90 mmHg por mais de 2 horas, com evidência de hipoperfusão ou requisito para doses elevadas de agentes simpatomiméticos.
Também foram excluídos os doentes com valores iniciais de QTc>500 ms, síndrome congénita do QT longo, com insuficiência cardíaca descompensada ou níveis sanguíneos anormais de K+ ou Mg2+ que não poderiam ser corrigidos, gravemente neutropénicos (contagem absoluta de neutrófilos <500/mm³) ou em que se antecipava o desenvolvimento de neutropenia grave devido a quimioterapia prévia ou planeada, ou que tinham VIH com contagem de CD4 <100/mm³ durante os últimos seis meses.
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Verificado por editor médico
Dr. Ozarchuk, PharmD · April 2026
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