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Código ATC
M01AH04
Fonte
EMA · EMEA/H/C/000380
A ciclo-oxigenase é responsável pela produção de prostaglandinas.
Foram identificadas duas isoformas, a COX-1 e a COX-2.
A COX-2 é a isoforma da enzima que se demonstrou ser induzida como resposta a estímulos pró-inflamatórios e é tida como primeiramente responsável pela síntese de prostanóides mediadores da dor, inflamação e febre.
A COX-2 encontra-se também envolvida na ovulação, implantação e no encerramento do canal arterial, regulação da função renal e funções do sistema nervoso central (indução da febre, percepção da dor e função cognitiva).
Pode também ter um papel na cura da úlcera.
A COX-2 foi identificada nos tecidos envolventes de úlceras gástricas no homem, mas a sua importância na cura da úlcera não está ainda estabelecida.
A diferença na atividade antiagregante plaquetária entre alguns AINEs inibidores da COX-1 e inibidores seletivos da COX-2 poderá ser de relevância clínica em doentes com risco de reações tromboembólicas.
Os inibidores da COX-2 reduzem a formação de prostaciclina sistémica (e possivelmente, da endotelial) sem afetar o tromboxano das plaquetas.
Ainda não foi estabelecida a relevância clínica destas observações.
⚠️ Avisos
Aleitamento
Aleitamento:
Parecoxib não deve ser administrado em mulheres a amamentar.
Insuf. Hepática
Insuf. Hepática:
Não exceder 40 mg/dia na IH moderada.
Gravidez
Gravidez:
Parecoxib é contraindicado no último trimestre de gravidez. Durante o primeiro e segundo trimestre de gravidez, Parecoxib não deve ser administrado a não ser que seja estritamente necessário.
Condução
Condução:
Os doentes que sintam tonturas, vertigens ou sonolência após ser administrado Parecoxib devem abster-se de conduzir ou utilizar máquinas.
Não utilize Parecoxib se tem actualmente uma úlcera gástrica ou intestinal ou hemorragia gastrointestinal
Não utilize Parecoxib se tem doença do fígado grave
Fale com o médico ou enfermeiro antes de utilizar Parecoxib:
- se teve previamente uma úlcera, hemorragia ou perfuração do tracto gastrointestinal
- se está a tomar ácido acetilsalicílico (aspirina) ou outros anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) (por exemplo, ibuprofeno)
- se é fumador
- se tem diabetes
- se tem angina de peito, formação de coágulos sanguíneos, tensão arterial alta ou colesterol elevado
- se está a fazer terapêutica anti-agregante plaquetária (por exemplo, ácido acetilsalicílico)
- se sofre de retenção de fluidos (edema)
- se sofre de alguma doença no fígado ou nos rins
- se está desidratado – o que pode acontecer se tiver tido diarreia ou vómitos ou se não tem podido beber líquidos
- se sofre de alguma infeção, pois o medicamento pode mascarar a febre (que é um sinal de infeção)
- se está a tomar medicamentos para diminuir a coagulação do sangue (por exemplo, varfarina/anticoagulantes do tipo varfarina ou novos anticoagulantes orais, por ex., a pixabano)
- se utiliza medicamentos chamados corticosteróides (por ex., prednisona)
- se utiliza uma classe de medicamentos utilizados para tratar a depressão chamados inibidores seletivos da recaptação da serotonina (p. ex., sertralina).
O Parecoxib pode provocar um aumento da tensão arterial ou agravar a hipertensão existente, o que pode resultar num aumento dos efeitos secundários associados a doença cardíaca.
Parecoxib não deverá ser administrado a crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos.